” No fim tudo vai dá certo, e se não deu certo é porque ainda não chegou ao fim.”
Fernando Sabino
wwww.ebiografia.com
Imagem. Pinterest. Camila Marchetti/ Fotografia e Viagem e Inspiração.
Santarém, Pá 4 de novembro de 2020
” No fim tudo vai dá certo, e se não deu certo é porque ainda não chegou ao fim.”
Fernando Sabino
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Santarém, Pá 4 de novembro de 2020

Como disse a Virginia Woolf ” Algumas pessoas procuram os padres, outras a poesia; eu os meus amigos.” No meu, acrescento: ” OS LIVROS “. As livrarias, um cantinho aconchegante, etc. Tudo que um bom um livro possa me acrescentar, eu dedico esse tempo precioso.
Não é atoa que gosto de incentivar a leitura. Acredito que ela é extremamente necessária a todos nós.
É importante que o ser humano, de modo geral, o indivíduo esteja atualizado com todas as notícias, com as informações que nos são repassadas. É notório a dificuldade de muitas pessoas em não saber lidar com determinados assuntos. A leitura serve para isso, para ampliar o seu conhecimento em relação a algo.
Não é atoa que durante muitos anos, a educação foi usada como instrumento de controle, principalmente em relação às mulheres. Na sociedade, perpétuou-se a idéia de que ” mulher não sabe fazer…”. O fato é que, não é que a mulher não soubesse fazer. Mas essa “capacidade de fazer…”, foi lhes tirada. Tanto que muitas lideram no mercado de trabalho. Claro, ainda se um jeito tímido. Mas, pouco a pouco, elas vão conquistando os espaços que antes, só era composto pelos homens. Compreendes como não é o fato da mulher não saber fazer? É a oportunidade que só veio depois de muita luta pelo o reconhecimento de direitos. Contra a discriminação, o preconceitos de todas as espécies, vamos dizer assim. Foi só a partir do rompimento desse ” véu de ignorância que muitas mulheres puderam atuar e fazer uso do que lhes faz parte do próprio direito. Mas é preciso insistir! Essa é uma luta diária.
É por isso que estou sempre incentivo a leitura : Leia, “leia tudo”, leia até “bula de remédio “. Mas, se interesse por alguma forma de conhecimento. A leitura nos deixa menos alienados, vulneráveis a qualquer coisa.
Mulher…leia!
Marii Freire Pereira
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Santarém, Pá 4 de novembro de 2020

Nem precisa fazer uso da expressão: ” sou bacharela em direito ” e desafio qualquer profissional da área revelar o artigo que tipifica o ‘ estupro culposo ‘. Isso é ridículo, porque todos sabem que ele não existe. Não foi com base numa situação inexistente que vimos todo esse episódio pitoresco acontecer.
Por favor!..
Esse tipo de situação, vem alicerçada no modelo de sociedade de outrora. Situações como o machismo, preconceito e discriminação sempre existiram em nossa sociedade. Por séculos alimentamos a idéia de que o errado era o correto. Antigamente, 95% das cabeças pensantes de nossa sociedade achava natural, discriminar o gay, fazer canções ridículas, é ou não é? tratar as mulheres com piadinhas sem graça, coisas como ” vai pilotar fogão ‘, sempre foi assim, estou errada? ” sua essa” ou ” sua aquilo”. A minha posição é melhor do que a sua, viu?! Compreendeu a questão da hierarquia? ” Eu não tenho filhas desse nível?” Você pensa que isso é o que, hein? É ” brincadeirinha!”…’deixe prá la’, releva que passa!..
Eu vejo essa questão como o reflexo de posturas erradas. Foram coisas que acabaram sendo tecidas dentro de uma ignorância e que ora, gerava prazer para alguns. Ora, gerava sofrimento para outros. É uma falta de respeito para com todos, e não só com as mulheres. A análise que devemos fazer em relação ao que aconteceu deve ser minuciosa, porque ela tem que ter esse ‘olhar para traz..’ Isso sim, nos permite enxergar com clareza todos os pressupostos necessários para compreender de fato o que aconteceu. São resquícios de uma sociedade machista e patriarcal, porque são questões que não se trata só da atuação de um profissional. Não estava ali só o advogado, mas um homem agindo como homem, porque o lado reto do profissional foi esquecido, e não foi porque ele teve liberdade de falar o que falou, ou porque deixaram que ele chegasse aquele ponto. você tem que avaliar que não cabe mais nos dias de hoje uma pessoa agir daquela forma. Ele até pode, desde que seja dentro do seu lar. Ali é particular.
Todavia, o que se questiona é o comportamento dele com a Mariana Ferrer. São insultos, colocações que de fato, não podem existir, não só na atuação do advogado, mas qualquer situação parecida. A piada, a ridicularizaçao machuca, melhor, ” viola” o direito de uma pessoa. Por que você acha que hoje se procura corrigir esse tipo de ação em relação a quem é vítima de situações idênticas ao acontecido? Tem pessoas que têm um comportamento diferente? Tem, mas você observar que o que predomina neste caso, na verdade, sãopráticas culturais atrasadas, situações que outrora era tratada com naturalidade. Hoje não mais. Isso é intolerável. A Constituição Federal/ 88, não recepciona nada que seja parecido como que vimos. A idéia de Justiça aplicada ali, não é válida. Portanto, cada artigo, inciso e parágrafo não nasceram por acaso. Por trás de tudo que está escrito, existem histórias de pessoas que tiveram os seus direitos violados. Foram feridas, humilhadas, “sujeitadas…”, como é o caso das mulheres.
Parece ridículo, mas quando você defende o óbvio, quando você defende essa questão de forma clara e precisa, ainda vem uma infeliz, sim vou tratar como ” infeliz ” e acha que você tá falando ” nerda “. Ah!… me poupe! Você pode optar por ser desconhecedora dos seus direitos, eu não!! Se estudou direito e tem uma mentalidade atrasada o problema e seu, e não meu.
São séculos de desrespeitos para com as mulheres, isso não tem preço. Definitivamente, não nos cala.
Marii Freire Pereira
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Imagem: google. ConJur
Santarém, Pá 4 de novembro de 2020

[…]
Ali, num só ser, a vida vibrava em silêncio, dentro de si, intrínseca, só o coração, o espírito da vida, que esperava. Aquela mulher ainda existir, parecia um desatino de que ela mesma nem tivesse culpa.”
Guimarães Rosa. Nenhum, nenhuma. Primeiras estórias. 1. ad. São Paulo. Global, 2019
Marii Freire Pereira
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Imagem. Pinterest. Catraca livre
Santarém, Pá 4 de novembro de 2020

Começo essa reflexão pensando nas palavras do Ministro Gilmar Mendes ao se pronunciou em relação condenação da jovem Mariana Ferrer, ao ( DCM) Diário do Centro do Mundo – abre aspas: ” a Justiça deve ser um instrumento acolhedor, não de tortura e humilhação”, fecha aspas. Perfeito Gilmar. O que vimos foi algo diferente do papel de uma Justiça acolhedora. Diria que, algo tão absurdo que pela primeira vez, vimos o Estado concordar com algo estarrecedor.
Ora, com essa consciência é impossível nós mulheres, sentirmos segurança. Aqui, vemos uma clara “violação de direitos”, diria não só de direitos, mas de podermos expressar o nosso próprio valor. É inacreditável um protagonismo desse nível para construir a inocência de um réu.
Estamos decrescendo
Estamos decrescendo porque a forma da Justiça atuar de fato, não é essa. É vergonhoso. É uma situação vergonhosa por inúmeras situações vemo casos, talvez não tendo a mesma notoriedade deste, mas que pelo resultado, faz com muitas mulheres se calem por medo e vergonha do julgamento moral da sociedade, principalmente este, e depois por se sentirem desamparadas pela Justiça quando esta, lhes oferecer proteção. Neste caso, a vítima foi humilhada de diversas formas. Cadê uma conduta reta? Colocaram o réu no colo e fizeram dessa jovem o ‘algoz’ de um história sórdida, pelo menos assim foi a conclusão:
” Culpada!”
Uma guerra travada no campo feminino. A mulher não é o inimigo, ela é a vítima. É a mulher que em todos os espaços, sofre quando se vê assediada. Muitas vezes, responder por esse assédio é o que lhes garante uma vaga no emprego. Não é o caso dessa jovem. Isso serve para falar de toda falta de respeito muitas sofrem. Os homens usam de todos os tipos estrategias para construir uma condição que lhe seja favorável. E são nesses pequenos descuidos que eles aproveitam para obter algum tipo de vantagem. Por isso que, quando uma mulher tem coragem para falar o que foi vítima de alguma situação, é para ser ouvida e respeitada, não receber um tratamento com tantos predicados pejorativos.
Há muito tempo as feministas afirmam que “nenhuma roupa curta, calcinha ou decote avantajado ” é capaz de causar estupro em uma mulher. É o homem que a estupra, que violenta a mulher há séculos.
Por muito tempo se cultivou a idéia de que a mulher era culpada por sofrer um estupro. As próprias decisões, o silêncio as fez vítimas durante séculos de violência silenciada. Isso é um fracasso, um erro alimentando no imaginando humano e que vitimou inúmeras mulheres. Se você notar, existe uma dívida que jamais a história poderá pagar e apagar por conta de tanta violência contra a mulher. O estupro é um exemplo desse erros que devem ser amparado pela lei. E não o contrário, condenar a vítima. Lamentável!..
Os verdadeiros estupradores são os maiores culpados e ao mesmo tempo ” beneficiados” por esse tipo de violência que sempre foi silenciosa. Não importa se foi a Ana, a Maria, a Luísa ou mesmo Mariana Ferrer. O que essas mulheres precisam são de reparo a violenta que sofreram na condição que estavam.
Por muito tempo faltou consciência e a questão da própria proteção da lei em relação aos casos de estupro. Na década de 1980 por exemplo, uma menina de 14 anos podia viver com um homem de 30, constituir família com este. Um acontecimento que hoje é proibido porque é crime. Há 40 anos anos o Código penal tinha um entendimento acerca do caso. Claro, algumas mudanças foram feitas para tentar reparar os passível danos. Mas a maior preocupação e, a mais importante é oferecer proteção a vítima. Foi o que justamente o que frustrou essa jovem, porque ela esperava uma resposta que lhe fosse acolhedora
[…]
A condenação foi o que a assustou, não do ela , mas todos. O que vimos é o reflexo do privilégio que assusta. Pois vemos o nosso direito de dizer ” não ” sem nenhum valor, sem nenhum respeito. Gente, a mulher pode dizer NÃO a qualquer momento. Ela não é obrigada a ter relações sexuais com quem não queira. Ela pode flertar, demonstrar interessante, mas se no momento exato, não se sentir confortável ou mesmo o desejo de continuar, pode dizer ” não quero”, e o homem por sua vez, deve respeitar, porque se continuar é um estupro concebido. Foi o caso dessa moça. E aí, depois de todo esse desenrolar, se questiona o exemplo de Justiça que temos acolhedora. Afinal, ela não socorre aqueles que buscam os seus direitos? O que faltou neste caso ? Uma interpretação correta? É preciso aprimorar e não acrescentar valor aos erros.
” Quem não acolhe exclui. E quem é excluída fica à mercê do sofrimento, e de toda a espécie de tratamento que receber. Os mais ardilos possíveis. O combustível ideal para escolhas ” aparentemente ” construídas dentro de uma visão conservadora, deve levar conta a importância que esse assunto tem para as mulheres.
Mulher, não existe “estupro culposo “. Existe a distorção do direito que coopera para resultados trágicos e tristes como esse. Independente do tratamento NÃO SE CALE! Pois a consequência pode ser pior. Sem lamentação, levante a cabeça e lute!!
” O direito que se viola de uma, é o mesmo que fere o de todas “.
Marii Freire Pereira
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Imagem & criação: Marii Freire
Santarém, Pá 3 de novembro de 2020

” Em tudo que olhei fiquei em parte.
Com tudo quanto vi, se passa, passo,
Nem distingue a memória
Do que vi do que fui…”
Ricardo Reis ( heterônimo de Fernando Pessoa). Literatura brasileira. William Cereja e Thereza Cochar. 5 ed reform. Atual. São Paulo, 2013
Marii Freire Pereira
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Imagem: Instagram. Kings- Greece
Santarém, Pá 3 de novembro de 2020

[…]
Levantar-se cedo todas as manhãs e sair correndo, procurando comida! E depois guardar comida para os filhos, para os netos, para as muitas gerações. Que estupidez! Que porcaria! Não é bom vir o diabo e levar tudo?”
Graciliano Ramos. Literatura brasileira. William Cereja e Thereza Cochar. 5ed reform. Atual. São Paulo,2013
Marii Freire Pereira
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Imagem: Pinterest. blogletras.com
Santarém, Pá 3 de novembro de 2020

” Que a mim pois seja dado saborear o momento, antes que ele se propague pelo restante do mundo!
Wirginia Woolf.
Pensador.com
Marii Freire Pereira
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Imagem: Patrickcolpron / Montmartre/ Via Instagram.
Santarém, Pá 3 de novembro de 2020

Muitas vezes estamos tão estressados, sem ânimo, com dor musculares, com pressa de chegar a algum lugar que na verdade, nem sabemos se teremos tempo para isso. Não é? Às vezes nessa tentativa louca, não diria louca, não é bem essa a palavra que define o que quero dizer, mas na pressa de chegar ao ponto desejado, de querer “alcançar o pico mais alto com as pontas do dedos”, é que nós, nos perdemos de nós mesmos.
Estando mal preparados, exigimos muito do corpo, e aí, este fica cansado, os músculos começam a travar. A saúde espiritual também fica dando pequenos sinais de alerta sobre o fato de você não está bem. E o que acontece? Você vai ficando debilitado na arte de sorrir, de apreciar as boas companhias, as paisagens, de fazer a escolha certa para preencher aquele momento da sua vida, não digo o posterior que era o que você se dedicava diariamente. Mas o momento de hoje, o agora. Você já reparou como o ser humano é assim? Ele tem muita pressa pra tudo. Mas se torna negligente com o principal: administrar a si mesmo, administrar o momento sagrado que é o presente, o momento que lhe define, isso nem todos conseguem.
Quantos de nós já não se viu centrado ( ativo demais) preparando projetos, pensando no resultado destes, às vezes, sem perceber que o irá receber será o vazio? Sim, porque a sorte, o que para muitos é visto como competência, é algo que você se dedica diariamente. Levanta cedo, investe, tem aquela disciplina religiosamente diária, mas o resultado não vem. Vem o inevitável que é o sofrimento, o desgate físico e mental. E isso, geralmente te causa duas coisa:

Você precisa parar! Precisa tentar diminuir o impacto das coisas negativa em sua vida. Precisa respirar para canalizar energia de qualidade. Corpo e mente, exigem isso.
Viver exige muita atenção, só que quase sempre, estamos tão apressados para enxergar os resultados que quando estes, vêm, eles nem sempre nos agrada. Viver é mostrar que gostamos mais de nós mesmos em primeiro lugar, mais do que de coisas materiais. Por isso, quando tudo está dando errado, isso também é um motivo para você observar aonde as falhas existem para poder consertar. Às vezes é preciso deixar passar as horas, os dias para que você possa se reestabelecer novamente tudo aquilo que precisa para ter o controle da situação.
Eu entendo que conversar ‘conviver com pessoas variadas’, gente reclamando o tempo inteiro, exigindo, se queixando, é você no meio daquilo tudo, tentando fazer o melhor é estressante. Há momentos na vida em que o ser humano vai a falência, não tem como negar. É preciso parar, descansar a mente, tomar fôlego para conseguir prosseguir a vida. É procurar se alinhar, estabelecer metas para que você consiga ser novamente quem era. E uma das atitudes saudáveis é sair do meio daquele ambiente que te prejudica.
Se você tem observado muito isso ao seu redor, no seu ambiente de trabalho, em casa, nas discussões com amigos, procure se afastar. Procure descansar, opte pela sua saúde, depois pela a dos outros. Deixe um pouco de lado, esse ambiente hostil. Vá respirar ar puro, porque aí sim, num momento posterior, você tem condições seguir adiante.
Procure ficar em silêncio, observe a vida acontecer devagar, sem muitos atritos consigo mesmo, veja o que há além da paisagem (…). Observe os detalhes de como a vida é construída…” é de degrau em degrau que se alcança passadas maiores, ou seja, níveis mais alto. Queira viver a vida de dentro para fora, é não o contrário. O pouco conquistado também significa muito.
Invista em idéias novas, mas, agora em coisas que façam você despertar para o interior, coisas que ajudem a fazer escolhas menos dolorosas, porque isso sim, vai fazer com que você saiba lidar melhor com o sofrimento e os desgastes por esse “pedaço de pão ” que se luta todos os dias.
Um grande beijo!
Marii Freire Pereira
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Imagem: Pinterest. Flickr/ Autum in Warsaw
Santarém, Pá 3 de novembro de 2020
Perdi alguma coisa que me era essencial, e que já não me é mais.
Não me é necessária, assim como se eu tivesse perdido uma terceira perna que até então me impossibilitava de andar mas que fazia de mim um tripé estável. Essa terceira perna eu perdi. E voltei a ter o que nunca tive: apenas duas pernas. Sei que somente com duas pernas é que posso caminhar. Mas, a ausência inútil de terceira me faz falta e me assusta, era ela que fazia de mim uma pessoa encontrável por mim mesma, e sem sequer precisar me procurar.
Estou desorganizada porque perdi o que não precisava? Nesta minha nova covardia, a covardia é o que de mais novo me aconteceu, é a minha maior aventura, essa minha covardia é um campo tão grande que só a grande coragem me leva a aceitá-la, na minha nova covardia, que é como acordar de manhã na casa de um estrangeiro, não sei se terei coragem de simplesmente ir.¹
Clarice Lispector. A Arte de Tocar O Inexpressivo. Como descobrir e apreciar os aspectos mais inovadores de sua obra/ Emilia Amaral. 1 ed. Faro Editorial. Barueri, 2017
Marii Freire Pereira
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Santarém, Pá 2 de novembro de 2020

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