O homem é um ser de desejo e quase nunca de consciência

O modus operandi da pós-modernidade por vezes deixa o homem desnudo de idéias. Talvez, por isso ele não esteja preparado para lidar com o racional. Um dos traços que se vive hoje na sociedade reflete esse estado empobrecido de todos nós. A impressão que se tem é que há um despreparo para lidar como ladoContinuar lendo “O homem é um ser de desejo e quase nunca de consciência”

Gilberto de Mendonça Telles

No meio das tabas há menos verdores, não há gentes brabas nem campos de flores. No meio das tabas cercadas de insetos, Pensando nas babas dos analfabetos, vou chamando as tribos dos sertões gerais, passando recibos nos vãos de Goiás. Venham os xerentes, craôs e crixás, bororos doentes e xicriabás. E os apinajés, os carajásContinuar lendo “Gilberto de Mendonça Telles”

Alvarenga Peixoto

” Que importância tribunais e magistrados, asilos da inocência. Se pudessem témer-se declarados patronos da inocência? De quê servirão tantas tão saudáveis leis, sabias e santas, se, em vez de executadas, forem por mãos sacrílegas frustadas?” (Alvarenga Peixoto. Ode ao Marquês de Pombal. In: Antonio Candido e José A. Castello, op. cit, v. p.172 –Continuar lendo “Alvarenga Peixoto”