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Meu primeiro post no blog

“A educação é um instrumento de emancipação das mulheres.

Escreva no seu tempo…”

Wollstonecraft .

Este é meu primeiro post no meu novo blog. Aqui estou dividindo parte de um sonho projetado há muito tempo com vocês. Nesse trabalho, você encontra textos motivacionais, reflexões, literatura, direito, frases, citações e outros.

Espero que goste!

VEM comigo!… Tem muita novidade!

Um abraço fraternal.

Marii Freire.

Autonomia Feminina

A sociedade foi estruturada de forma diferente entre homens e mulheres . Ao longo da história, o poder foi exercido na maioria das vezes, pelos homens. Mas isso não significa que as mulheres não pudessem sair do papel de coadjuvante em que foram colocadas. Isso era possível, a medida que, por algum motivo, o homem deixava de existir e exercer esse poder de forma plena; seja porque era morto, como acontecia em casos de guerras ou por motivos diversos. Não prática, esse poder era um fator determinante que revelava a supremacia masculina.

O problema é que na sociedade tradicional muita coisa aconteceu para sustentar a ideia de poder atribuída única e exclusivamente aos homens. Veja, a ênfase maior, ela começa por um processo de exclusão do feminino. Com isso, aos homens era oferecido os melhores estudos ( educação privilegiada), enquanto para as mulheres, essa educação era básica; nada que as ajudassem a pensar ou tomar decisões, porque o intuito era a “ obediência cega ” justamente, aqueles que detinham o poder total. E esse, era um elemento que funcionava como um “ bom negócio” aos homens ou ao patriarcado. Você acha que isso não tinha um propósito, pensa comigo? Igualdade de gênero para quê? Fazer a mulher acreditar que ela era um ser subalterno, fraca e delicada, e ainda, que essa mulher precisava de outra pessoa ( pai, um marido ou irmão ) para sobreviver, para tomar decisões por ela, era uma prática excelente, inclusive motivo de existir falar enérgicas de filósofos como Jean-Jaques Rousseau entre outros, para exaltar regras extremamente rígidas criadas pelo patriarcado, e que davam vidas a discursos calorosos, a regras morais e sociais referentes a mulher.

Todavia, foi nesse cenário de desigualdade, opressão e violência que muitas mulheres foram questionando; estudando escondidas e algumas, indo de encontro a tudo isso. As sufragistas foram as primeiras, a acreditarem em direitos iguais; a considerar que eram capazes e lutar por esses direitos, ao invés de forçarem as suas filhas a se inclinar a regras absurdas. “ As mulheres sempre foram capazes. O que lhes foi retirado, foi justamente, essa capacidade” porque no fundo, isso representava uma ameaça a todo um sistema político e social da época; como hoje em meio a tantos transformações, esse mover da mulher, continua causando incômodos.

Como escritora de um tema tão necessário como esse, eu vejo não só homens, mas também mulheres tecendo críticas ácidas sobre isso . Não é que esse detalhe seja um erro “ para essas pessoas”. Afinal, essa é uma maneira particular de pensar de cada um. Isso deve ser respeitado. É um ponto de vista de quem pensa assim. Mas não significa que depois de tanto lutarmos, avançarmos em diversas conquistas, se defenda esse tipo de pensamento. Você tem que saber o real significado de autonomia feminina e compreender para que ela serve. A nossa luta não deve se tornar menor em significado por conta de quem pensa diferente, porque isso é nos remeter a um passado de injustiças; apesar delas continuarem existindo nos dias atuais.

“ Quando uma mulher toma uma decisão com base no que é melhor para ela ou seja, quando ela exerce esse poder sobre a própria vida”, isso fala sobre autonomia.

Eu não falo só nesse tipo de situação, especialmente trabalhando o tema violência de gênero; trabalhando a violência doméstica por exemplo. É injusto pensar que você pode “ escravizar outro “ com base numa única vontade e num único direito. Ora, tem mulheres que quem fala por elas, são os maridos. “ Tem mulher que apanha e ainda, ouve a justificativa de que mereceu”, mereceu? Não é normal naturalizar nenhuma forma de violência, principalmente quando essa mulher não pode expressar nem o que sente.

Acho possível reescrevermos uma nova história, dando cada vez mais voz e possibilidades as mulheres, a lutarem por seus sonhos, suas carreiras, a sua independência financeira; brigando por tudo o que ela acredita. Isso é criar pessoas livres. Para tomarem as suas decisões, bem como encarar novos desafios. Quando se fala de autonomia feminina, se procura visar os direitos. E isso deve ser respeitado e incentivado para alcançarmos o tão sonhado ideal de igualdade, especialmente numa sociedade que continua sendo tão desigual entre os seus.

Marii Freire. Autonomia Feminina

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Imagem: autoral/IA

Santarém-PÁ, 23 de junho de 2026/Amazônia/Brasil

Ascensão Feminina

A ascensão feminina, dar-se por uma série de fatores que levaram a mulher ao longo da história, a lutar por seus direitos. Portanto, quando há o reconhecimento da mulher na sociedade; a colocando por exemplo, num lugar de destaque, necessariamente, isso não é mérito único e exclusivo dela. Mas, de todas as outras que ao longo desse processo de reconhecimento, foram criando oportunidades, para que muitas tenham esse espaço de poder e fala nos dias atuais.

Marii Freire. Ascensão Feminina.

Nota: Frase/ Instagram

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Imagem: autoral

Santarém-PÁ, 18 de julho de 2026/Amazônia/Brasil.

Empoderamento Feminino

É por isso que eu faço o meu trabalho com paixão, justiça e dedicação diária.

Marii Freire. Empoderamento Feminino

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Imagem: autoral

Santarém-PÁ, 15 de junho de 2026/Amazônia/Brasil

Leitura

Ao longo da vida, a leitura nos proporciona, além do prazer; a paixão. A paixão sobretudo, de aprender sozinha a respeito da luminosidade das palavras. Isso é fantástico. Pois, a medida que você descobre o efêmero, essa descoberta cria em você; no no melhor sentido da palavra, a mágica do aprendizado. Ler é como elevar a alma .

Marii Freire. Leitura

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Escolhas Femininas

Os avanços que a mulher teve – e continua tendo, além da maternidade é algo muito significativo. Hoje, a ideia que se tem a respeito da mulher, é que ela não vive mais “ trancafiada” e tendo um único papel na sociedade, que é a procriar . Esse, ao meu entender também era um tipo de violência que a gente precisa combater, porque a função da mulher não era apenas “ parir” como muito se dizia. A verdade é que, mulher tem direito a liberdade, ao fato de sonhar e ser livre para fazer o que ela quiser.

Hoje as mulheres estão mais seguras para fazerem as suas escolhas

Dentro de todo esse processo de luta por direitos, as mulheres encontram muita força. As ditas “ problemáticas” de outrora, descobriram que reivindicar seus direitos era também poder “ se defender” desse tipo de “ qualificação “ . Ora, uma sociedade desigual e tendo que lidar com o medo de serem julgadas; onde a mulher já vivia esse tipo de experiência o tempo todo; digo “ sofrendo todo tipo de violência” e que é pior, tendo que esconder as suas angustias, essa era uma realidade dolorosa e injusta. As mulheres eram vistas como “ exageradas “, mas não era. Era sim, a situação em si que era complexa.

Foi preciso reeducar a sociedade para desconstruir práticas machistas

A mudança como sempre, ela acontece pela educação; pela forma de como falamos e desprezamos modelos ou formas de tratamentos ultrapassados, de lidar com as pessoas seja, seja a mulher, seja o negro ou a pessoa idosa. Enfim, eu poderia descrever tantos exemplos que despertam essa consciência. Mas, na prática, o que se procura é respeitar as diferenças para gerar ainda mais a ideia de igualdade. E aqui, vale ressaltar o seguinte: o papel dessa responsabilidade é sua e minha. E que, apesar de vivermos numa sociedade patriarcal, nós precisamos sim, desconstruir falas machistas , comportamentos violentos de modo, a chamar todos a responsabilidade por atitudes que não nossas obrigações.

Porém, quando falo da mulher especificamente, observando essas mudanças ainda relacionadas ao desafio as suas escolhas, sobre o fato de serem livres principalmente isso, para fazer o que elas entendem como “ o melhor” para si mesmas, eu falo sobre um direito que cabe a ela ou seja, cabe à mulher. Temos inúmeras exemplos de mulheres ocupando vários espaços, ainda que mínimos, mas não se restringe o papel da mulher à cozinha e ao berço como funções primárias. Isso é importante porque, são escolhas feitas de forma sábias ou seja, é uma escolha legítima, onde ficou comprovado que a nossa luta não era motivo para ser tratada como exagero, mas com a urgência de pautas importantes que precisavam ser organizadas e vistas como uma necessidade da mulher .

Até aqui, se conseguiu o necessário. Mas dentro da realidade total, sabemos que nem todas ainda estão resguardadas e protegida. E para isso, é necessário fazer mais barulho para encarar outras questões e auxiliar aquelas que precisam de ajudar para lutar por seus direitos e assim, poderem sonhar igualmente livres a própria liberdade.

Marii Freire. Escolha Femininas

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Imagem: autoral

Santarém- PÁ, 8 de junho de 2026/ Amazônia/Brasil

CRIANÇA NÃO É MÃE

A aprovação às pressas do PDL 3/2025 ( Projeto de Decreto Legislativo) pelo Senado Federal que anula a Resolução n°258/2024 do Conanda, dificultando o acesso ao direito de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual no Brasil, acende um alerta importante sobre essa realidade: a violação de direitos.

Quando se fala a respeito de direitos, é importante destacar que, estamos nos referindo para aquilo que é um fato garantido por lei ou seja, uma realidade. O direito, bem a norma, ambos nascem de uma necessidade que é criada, conforme os fatos sociais. Existe uma razão por trás de um direito; ele não nasce de uma opinião. Veja, quando se diz:

CRIANÇA NÃO É MÃE.

De uma forma muito forte, se contata que o Brasil registrou 34 mil crianças entre 10 a 14 anos vivendo em união conjugal. Isso é parte do Censo de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE). São números preocupantes porque revela na prática, que essas meninas se tornam mães muito cedo, e o que é pior, tudo é fruto de estupro. Não tem porque falar em consenso, são crianças.

Ainda que os pais possam concordar com a relação de uma menina, menor de 14 anos com um homem mais velho, isso é questionável. Pois, se formos analisar cada situação e a maneira de como essas relações acontecem, vamos constatar que são pessoas muito próximas que se aproveitam da confiança e ingenuidade dessas meninas para tirar proveito. Além disso, cria-se condição ao estupro, dando poder para essa situação, bem como ao estuprador que se promove em cima dessa violência ou de várias formas de violência dentro de um sistema de desigualdade.

Nem tudo é o que parece, mas o crime de estupro ultrapassa discussões. Ele pode começar por meio do assédio e ir se aprofundando através de outras feridas que vão aos poucos incomodando. O que falo é que nem sempre existe a coação ou o uso da força física no estupro. Tem mãe por exemplo, que acaba deixando a filha se envolver com um homem adulto visando algum tipo de ganho que a criança venha obter nessa troca. Os rincões do Brasil fazem com que olhemos para essa realidade e entenda como ela funciona. Aqui, não falo só do dinheiro que falta em muitos lares; falo de práticas machistas que ainda determina certos comportamentos diante dessas meninas.

Quando a maternidade acontece sob essa perspectiva, digo quando essas meninas vivem como “ esposas “ desses homens, elas são assistidas na maioria das vezes. Mas e quando o perigo vai além da superfície? Quando esse perigo acontece dentro de casa? Quando é um pai, um avô, um tio ou um padrasto? O estuprador tem rosto conhecido. Em geral, dentro dessa realidade, ele é alguém que tem afinidade ou mesmo um vínculo maior com a criança, e sabe que pode contar com o silêncio da vítima.

“ Uma criança é uma presa fácil para um estuprador”

Pelo fato da criança ser distraída e vulnerável a situações onde, o homem sabe que pode tirar proveito, ele não vai respeitar. Vai abusar e alertar sobre os perigos que ela pode correr se falar. É especialmente aqui, diante da desproteção e diálogo de adultos com maior proximidade que ela tende a se calar e, consequentemente, diante de uma gravidez, gerar “ uma outra criança”.

ESTUPRADOR NÃO É PAI

A ferida que incomoda

A ferida que incomoda é que :

CRIANÇA NÃO É MÃE. ESTUPRADOR NÃO É PAI.

“ O direito é um fato, ele não nasce de uma opinião “

Quando afirmo isso, eu estou tentando desconstruir os resquícios de uma cultura machista que, ainda procura utilizar de formas retrogradas de pensar de algumas pessoas que teima em usar o poder, a política, a lei e a religião para continuar determinado certos comportamentos que tendem violar o direito dessas crianças, como os responsáveis pelo o Projeto de Decreto Legislativo ( PDL 3/2025) que dificulta o acesso dessas crianças e adolescentes de exercer um direito legal.

O artigo 5° do ECA , “ afirma que nenhuma criança será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência “

Na prática, as nossas crianças precisam de proteção, acolhimento e escuta ativa para que possam crescer com dignidade e respeito; precisam sobretudo, de cuidados e não julgamentos que servem de entrave para que elas deixem de usufruir do que afirma a lei diante de uma gravidez oriunda de estupro.

Marii Freire. CRIANÇA NÃO É MÃE

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Fontes:

https://oglobo.globo.com

https://www.gov.br

https://www.vademecumprevidenciario.com.br

Imagem: autoral/IA

Santarém-PÁ, 5 de junho de 2026/AMAZÔNIA/Brasil

Estupro

O corpo feminino carrega informações a respeito do estupro? A mulher, a depender do tamanho da roupa que usa, passa a ideia de que ela “ quer ser estuprada?” A resposta é “ não “. Tudo isso é mito! O estupro é um crime que tenta ser “ justificado” há séculos por homens e mulheres que, fazem uso de argumentos frágeis, onde estes, mais alienam as pessoas que concordam com esse tipo de afirmação do que, necessariamente, revela a verdade.
Garantir que pensamentos e falas com características que responsabilizam a mulher unicamente pela violação do seu corpo, é antes de tudo, ferir a sua dignidade; sustentando principalmente, no cinismo e no sentimento de posse de “ um homem” ou dos homens que ainda perpetua a ideia de total domínio sobre o corpo feminino.
Precisamos eliminar essa forma de pensar, e usar ferramentas que possam ajudar a construir a consciência de que o respeito é o discurso que deve ser aprofundado. E para isso, essa janela se abre através da educação ou melhor, da “ reeducação “ do povo diante da maneira de pensar. Essa é uma forma de sermos éticos e garantir direitos, sem condicionar a mulher ao medo, como a maneira de colocar-lhe limite diante de uma sociedade violenta.

Marii Freire. Estupro

Nota: Texto em 29 de maio de 2026

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Imagem: Pinterest/ iara moraes

Santarém-PÁ, 29 de maio de 2026/Amazônia/Brasil

Café e Livros

Essa é uma amizade que dura há anos: café e livros. Aqui, o tempo contando muito, porque ele serve para refinar não só o paladar, como também as palavras.

Marii Freire. Café e Livros

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Imagem: autoral

Santarém-PÁ, 20 de maio de 2026/Amazônia/Brasil

Autocuidado

Entre uma leitura e outra, vamos tomando aquele cafezinho, sem nos desvencilhar da realidade. Ora, esse momento é redentor, mas também é preciso dizer que após despertar o paladar, se faz necessário sentir a vida. E a vida nem sempre tem o sabor que gostaríamos. Mas, independente disso, é preciso praticar o autocuidado.
De tal modo, que por mais simples que isso seja, não devemos nos abandonar. Acho que você entendeu sobre o que é a nossa conversa, não é? Toda mulher deve valorizar pequenos momentos que a faz “ despertar “ ou “ descobrir-se“ novamente perante a vida.
No entanto, ao escrever esse post, eu sei que nem todas sabem o que é isso, seja por trabalhar demais e cuidar dos filhos ou por terem esquecido do que gostam.
Mulheres que sucumbiram à violência do dia em seus relacionamentos, elas sabem mais sobre o gosto de seus parceiros do que dos seus. Você pode perguntar para uma mulher que passou por um relacionamento doentio, sobre que tipo de comida ela gosta ou que roupa, ela usava antes de entrar na relação com um homem controlador. Certamente, essa mulher irá passar alguns minutos tentando organizar essa tarefa em sua mente. O esquecimento é manifestação legítima de uma espécie de “ apagão ” promovida para que ela perca o brilho, e por vezes, noção da própria realidade.
Uma relação doentia, ela faz você se “ abandonar” de modo que, para essa mulher se redescobrir novamente, ela precisa romper com o ciclo abusivo. E o conselho que deixo a você é “ faça isso “, se conecte consigo mesma novamente. Se olhe; se admire. Procure fazer pequenas coisas que dão prazer. Pois é, diante da nossa maior lucidez que nos salvamos.

Marii Freire. Autocuidado

Nota: Texto escrito no Instagram na página “ marii freire_oficial”

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Imagem: autoral

Santarém-PÁ, 14 de maio de 2026/Amazônia/Brasil

Feminicídio

De acordo com o Ministério da Justiça, no Brasil houveram 399 casos de feminicídios entre janeiro e março de 2026. Mais do que dados, por trás desses números existem mulheres que não vão mais poder cuidar de seus filhos ou fazerem coisas básicas como verem seus rendimentos escolares e participar de uma “ homenagem ao dia das mães “ como foi ontem. São dados que preocupam e que nos fazem também “ nos colocarmos no lugar do outro “ porque, essa é uma dor que a gente compartilha e não deseja sentir.

Marii Freire. Feminicídio

Fonte: Ministério da Justiça

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Imagem: autoral

Santarém-PÁ,11 de maio de 2026/Amazônia/Brasil