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Meu primeiro post no blog

“A educação é um instrumento de emancipação das mulheres.

Escreva no seu tempo…”

Wollstonecraft .

Este é meu primeiro post no meu novo blog. Aqui estou dividindo parte de um sonho projetado há muito tempo com vocês. Nesse trabalho, você encontra textos motivacionais, reflexões, literatura, direito, frases, citações e outros.

Espero que goste!

VEM comigo!… Tem muita novidade!

Um abraço fraternal.

Marii Freire.

Feminicídio

A violência contra a mulher é um problema crescente em nosso país. O Brasil, infelizmente, se destaca como um país inseguro e violento para com as suas mulheres. Ontem, 8 de março, data importante e que se comemora o Dia Internacional da Mulher, tivemos notícia de mais um crime bárbaro. Em Minhas Gerais, uma mulher foi morta pelo seu companheiro com mais de 30 perfurações em seu corpo. Isso significa o uso de arma branca ( faca) para ceifar da vítima.

Assim como essa morte, ocorreram outras formas de violência em diversas cidades brasileiras; tudo para mostrar a força masculina e como, ainda o homem exerce o seu poder e controle sobre a mulher. Mais do que uma tragédia anunciada, o feminicídio é uma resposta brutal da violência perpetuada há séculos. Enraizada e crescente de forma contínua e profunda, a violência precisa de uma resposta mais rigorosa e autêntica para com a mulher. É essa resposta que desafia as nossas leis brasileiras. Já é passada a hora de negociarmos a vida de tantas mulheres por tão pouco. Se essa não for, a visão dos nossos legisladores, se não houver condições e amadurecimento de novas formas de pensar o problema, essas mortes vão continuar acontecendo.

A cada 6 horas

uma mulher é morta de forma violenta no país

Ontem, 8 de março, uma mulher foi vítima de feminicídio em Minas Gerais. Em seu corpo, havia 30 perfurações

A proposta desse artigo é mostrar a necessidade de criar uma resposta para diluir os efeitos da violência na vida da mulher. E isso, certamente, só virá pela ousadia intelectual dos nossos legisladores, dos nossos interpretes da lei, dos nossos magistrados, intelectuais e a manifestação da própria sociedade que já não suporta perder tantas vidas para quem não se mostra disposto a esboçar nenhum tipo de mudança que é o homem violento.

O Brasil precisa ter uma visão mais ampla e generosa com a mulher. Veja, aqui eu não estou afirmando que uma vida possa valer mais que a outra. Eu estou sim, dizendo que o homem violento não respeita só a mulher, ele não respeita os outros homens que criam as nossas leis, porque se assim fosse, com o aumento de pena por exemplo em relação ao feminicídio, certamente, muitos homens pensaria duas vezes antes de agredir continuar tirando a vida dessas mulheres. Eu vivo repetindo que a pergunta inteligente que devemos fazer diante de tanta violência não é “ quantas mulheres precisam morrer “, e sim, “ o que vamos fazer daqui para frente, para conseguirmos resolver esse problema? “.

A violência pode ser contida, desde que se faça uma releitura dessa situação e não se tenha pena de causar prejuízo ao outro ( homem), mesmo que esse “ outro “ seja o algoz fatal de tantas histórias sangrentas. Enquanto o homem desdenhar da própria lei, como ocorre em relação a a Lei Maria da Penha, muitas mortes vão continuar sendo vista como são ou seja, como se diz “ mais uma que entra para a estatística do feminicídio”. Sinceramente? não é isso que desejamos. Precisamos de debates e a urgência de compreender o porquê da necessidade da mudança, já que as respostas atuais da lei, não são ou não trazem a segurança que essas mulheres precisam para viver.

Abster-se não transforma!

Transformar sim, compreender a nossa história, mostrar sensibilidade, entender a dramaticidade de muitas de nossas interrogações e não negociar essas vidas, que são ceifadas por tão pouco.

Marii Freire. Feminicídio

https://Pensamentos.me/VEM comigo!

Fonte:

https://g1.globo.com

Imagem: Autoral

Santarém – PÁ, 9 de março de 2026/Amazônia/Brasil

Fragilidade Feminina/Violência Contra a Mulher

Se existe uma coisa que o homem consegue responder com agressividade é a desconstrução da fragilidade feminina, porque quando ele descobre que a mulher transforma isso em força, ele se torna violento.

Marii Freire. Fragilidade Feminina/Violência Contra a Mulher

https://Pensamentos.me/VEM comigo!

Imagem: Autoral

Santarém – PÁ 8 de março de 2026/Amazônia/Brasil

MULHER

Em culta sabedoria

É preciso repuxar o brilho

Lustrar a palavra v a i d a d e

Construir uma perspectiva futura

Lembrando da importância do nosso papel

Como interlocutoras da mudança

Traduzir o feminino é também

Traduzir essência…

Não importa as amarras racistas, patriarcais

Importa sim, a condição de vida,

Das experiências e do medo

As formas de violências

Os relatos deploráveis e a trágica forma

de como ainda,

Muitas de nós somos mortas

Não queremos flores,

Nem visitas ao cemitério,

Nem lágrimas que não muda o porquê dos silêncios

Queremos a preocupação com a humanização – a nossa humanização!

Com o direito à vida

Que é um direito nosso.

Queremos ser lidas em textos com naturalidade que falam sobre as nossas emoções,

Mas principalmente, que falem sobre nossa força,

Porque carregamos nos ombros e no ventre a responsabilidade e a esperança de um futuro melhor para as nossas filhas

Somos mulheres,

Somos discussões, força e movimento

Somos o futuro.

Marii Freire. MULHER

https://Pensamentos.me/VEM comigo!

Imagem: Autoral/ homenagem ao Dia Internacional da Mulher/ Brasil

Santarém – PÁ, 7 de março de 2026/Amazônia/Brasil

Mulher

Somos mulheres

Somos discussões, força e movimento.

Somos o futuro.

Marii Freire. mulher

https://Pensamentos.me/VEM comigo!

Imagem: Autoral

Santarém – PÁ, 7 de março de 2026/Amazônia/Brasil

Relacionamento Abusivo

Vítimas de relacionamento abusivo, costumam saírem prejudicadas física e emocionalmente. E se expõem essas situações, muitas são ameaçadas.

Marii Freire. Relacionamento Abusivo

https://Pensamentos.me/VEM comigo!

Imagem: Marii Freire

Santarém- PÁ 7 de março de 2026/Amazônia/Brasil

Igualdade

A igualdade é um ideal a ser alcançado. E embora lutemos para chegar a esse objetivo; temos que admitir que as ameaças são reais. Evidente que para muitos, a solução é contraditória e nunca conseguiremos banir as diversas formas de desigualdades, especialmente pelo egocentrismo, o desejo pelo poder, a violência a pobreza e tudo que advém disso. E também porque se observa que a classe rica e ( cheia de privilégios ) se torna cada vez mais rica, justamente por asfixiar a pobre; fazendo com esse sonho pareça cada vem mais longe, tornando portanto, esse um mundo mais injusto. Todavia, não podemos esquecer que o oxigênio para seguirmos em frente, vem da luta; vem da [ consciência] que é uma verdadeira bússola ao despertar. Aqui, não falo em fim da pobreza; a não ser a pobreza mental de alguns, porque isso sim, é importante acabar.

Quando se fala em igualdade, eu sou realista e procuro afirmar que “ num mundo melhor, é possível viver”, desde que todos tenham acesso à Justiça e ao Estado de Direito. O correto não é “ vender as pessoas um sonho de papel “ é ajudar a fazer com que elas pensem e encontrarem suas respostas. Eu sei que é possível, desde que se queira e se aprenda a fazer barulho que em parte, é silêncio, especialmente quando se trata de direitos.

Só é possível construir um mundo com igualdade e justiça, por meio da consciência. Sem esse requisito, a parte rica de privilégios “ decide o resto.”

E por que esse outro lado ( parte rica) decide o resto? Porque os ricos; os países visto como superpotência ( Estados Unidos), conseguem o que querem por meio da força e outras ameaças. Temos uma parte rica e privilegiada que ainda toma as maiores decisões sobre o que acontece ou não. Enquanto isso for uma realidade, temos que lidar com inúmeras dificuldades sobre tudo o que aprendemos e observamos ao redor mundo.

Não se pode acabar com a pobreza ao redor do globo, mas diminuir as muitas desigualdades como disse anteriormente, é possível, desde que [ se queira]. Os chefes de Estado têm muito a contribuir! A igualdade é a direção certa, e mesmo que isso pareça distante, não podemos desistir, porque lutar; lutar pelo fim das injustiças também é processo e não há ganho sem essa consciência. Há muitas vozes que se juntam, muitas mãos que se unem para sustentar o que se chama de dignidade humana. Certamente, esta , começa com ações de homens e de mulheres que lutam contra a violação de regras inspirando e encorajando também outras pessoas. Isso é revolução; isso é transformação.

Marii Freire. Igualdade

https://Pensamentos.me/VEM comigo!

Imagem: Marii Freire

Santarém – PÁ, 6 de março de 2026/Amazônia, Brasil

Fragilidade Feminina/Violência Contra a Mulher

Fragilidade Feminina/Violencia Contra a Mulher

A fragilidade feminina sempre foi rentável ao patriarcado. Através dela se cometeu as maiores formas de atrocidades contra a mulher. Coisas como “ mais frágil “ essa é presa fácil! Logo o machismo obterá força para mostrar toda a sua confiança. Todavia, quando se descobre que isso entre outras formas de dominação masculina, servirá para abusos de toda natureza e violência; quer dizer, quando a mulher se mostra capaz e luta contra toda essa “ criação” na verdade, ela dentre muitas situações, torna-se vítima de violência. Mas, não para por aí. Pois só lutando, é possível desconstruir muitas formas de desigualdade, inclusive essa atribuída a mulher em razão do sexo.

Marii Freire. Violência Contra a Mulher

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Imagem: autoral

Santarém – PÁ, 5 de março de 2026/Amazônia/Brasil

Feminicídio

Dados recentes revelam o aumento da violência contra a mulher no país. Essa violência é vista como a mais comum e que, esse crime poderia ser evitável, mesmo diante da sua complexidade.
Ainda que, diante do aumento de pena, o que se observa é que mulheres continuam perdendo as suas vidas pelas mãos de seus algozes. Em 2015, quando houve a tipificação desse crime, até os dias atuais, se observa um recorde numérico absurdo nesses 10 anos em relação a essas mortes, conforme afirmação do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

“ Mesmo diante de números expressivos, há uma violência que existe em forma de subnotificação e que não se pode mensurar “

O Fórum aponta as pesquisas, mas parte dessas agressões não viram boletins, e isso coopera para o aumento dessa violência; dessas mortes que chocam todos nós. O que se sabe é que, muitas dessas mulheres só se tornam conhecidas quando viram estatística, já que muitas nunca pisaram numa delegacia.
Ao longo do ano passado foram registrados vários casos de agressões e mortes, onde muitos choraram a sociedade como foi o caso Tainara.

O que dizer para essas mulheres que sofrem violência? Não facilitem o lado do agressor. Esses homens precisam serem expostos para que eles sintam vergonha de agredirem e sejam responsabilizados por seus crimes.

Marii Freire. Feminicídio

Fonte: Fórum Brasileiro de Segurança Pública
https://agenciabrasil.ebc.com.br

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Imagem: Marii Freire

Santarém – PÁ 4 de março de 2026/Amazônia/Brasil

Violência Contra a Mulher

Ao se falar no crime de estupro, a sociedade apresenta formas machistas de lidar com o problema, porque ela deseja identificar na mulher os requisitos que levaram aquela situação ou seja, no caso do estupro coletivo, por que a menina de 17 anos foi ao apartamento? Ou por que ela não ficou em casa? Quando na verdade, a pergunta é: por que os estupradores cometeram esse crime?
Em casos, onde o estupro ocorre na rua ou num baile funk, a pergunta é “ Qual roupa você estava? Mas esquecem de olhar o principal: se a mulher foi forçada, se foi respeitada diante da atitude de um homem que já tinha a intenção de cometer o estupro. A impressão que se tem é que, tem o estupro que a sociedade quer da forma dela ou se esse crime ocorre de qualquer jeito, mulher é culpabilizada por isso.
A sociedade não quer ver e falar sobre o problema responsabilizado o verdadeiro culpado: o homem… que se aproveita de uma situação e pratica esse crime, como se houvesse “ justificativa” ao estupro ou qualquer forma de violência contra a mulher.

Marii Freire. Violência Contra a Mulher

https://Pensamentos.me/VEM comigo!

Imagem: autoral

Santarém – PÁ, 3 de março de 2026/

O Amor Verdadeiro Contesta

A ideia principal ao escrever esse livro foi, falar sobre comportamentos cruéis; comportamentos são destrutivos. Desta forma, quem se esconde por trás de uma perversidade narcísica por exemplo, é alguém que usa “ máscaras “. Eu, sei que você não se casa com um homem ou uma mulher assim, digo com “ essas qualidades” nem com um agressor, mas essas pessoas existem e criam um verdadeiro caos na sua vida.

A minha intenção no livro: O Amor Verdadeiro Contesta, não é falar de amor. Mas, chamar a sua atenção sobre o que, ele não é ou seria.

Nessa obra, eu trabalho inúmeros exemplos que ajudam a mulher a identificar um agressor; um parceiro manipulador e falo também das consequências que isso traz a saúde mental e emocional das vítimas.

É importante ressaltar que, ao se falar de relacionamento abusivo, estamos chamando atenção para o aumento do número de casos de feminicídio e de situações que apontam a violência doméstica. Veja, aqui não se pode falar em “ amor mal escolhido” mas apontar fatores que, infelizmente cooperam para o aumento da violência doméstica. Sabemos que numa sociedade machista, há vários aspectos culturais; valores morais, aos quais, criam ou ajudam a criar uma condição de sacrifícios psíquicos para a mulher. A própria construção social faz com que se tenha uma linguagem diferenciada em relação a mulher; muitas carregadas de autoritarismo ou mesmo aquelas que, as fazem se sentirem desamparadas. A verdade é que ainda, existe muita repressão. E são esses fragmentos históricos que asseguram o medo e as desigualdades entre gêneros, assim como, posturas rígidas que devem ser consideradas ( corrigidas) para não se produzir mais violência.

Quando se considera todos esses sintomas, se encontra a causa de tanta frieza em relação a mulher, ao invés, de proteção. A proteção só existe enquanto ela suporta a maldade do parceiro, porque quando ela procura ser vista e respeitada, encontra um inimigo pela frente. Portanto, a minha fala busca mudança. Eu provoco leituras que possam resultar em mudanças significativas em relação a essa realidade. Neste ponto, eu consigo chamar atenção ao que sangra e ao que nunca seria amor.

Marii Freire. O Amor Verdadeiro Contesta

https:// Pensamentos.me/ VEM comigo!

Imagem: autoral

Santarém – PÁ, 3 de março de 2026/Amazônia/Brasil