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Meu primeiro post no blog

“A educação é um instrumento de emancipação das mulheres.

Escreva no seu tempo…”

Wollstonecraft .

Este é meu primeiro post no meu novo blog. Aqui estou dividindo parte de um sonho projetado há muito tempo com vocês. Nesse trabalho, você encontra textos motivacionais, reflexões, literatura, direito, frases, citações e outros.

Espero que goste!

VEM comigo!… Tem muita novidade!

Um abraço fraternal.

Marii Freire.

Violência Contra a Mulher

O Direito de Lutar Por si Mesma

Escrever sobre violência contra a mulher é uma forma de não ser omissa ao problema. É necessário contestar as coisas que são erradas, especialmente, as coisas que limitam o direito do indivíduo e que o expõe ao perigo, ao ódio e todas as formas de injustiças.

E, para fortalecer tudo o que digo, é notório o fato de que precisamos ser muito humanos para nos preocupar com a dor e com formas de diminuir isso em meio as adversidades. A violência é intolerável, onde já se viu, ainda hoje, mulher ter que pagar com a própria vida, os desejos de seu benfeitor?” Mesmo que esse desejo seja aniquilar aquela que pela desobediência, acabara se tornando um desafeto ocasionado pelas próprias circunstâncias que muitas vezes é término da relação. É triste e desumano avaliar como essas mulheres são mortas. Mas, elas são e da forma mais horrenda possível.

Eu escrevo para alertar e dizer que:

“ Existem histórias que nascem da dor. Mas, elas podem se transformar em exemplos de coragem.”

Mesmo que demore ou que essa mulher nunca queira tocar nessa “ ferida” ela pode lutar e, lutar para transformar outras vidas através do próprio exemplo ou da coragem de ir contra toda essa violência.

“ A violência é uma forma de paralisar essas vítimas. Todavia, postergar o direito de lutar por si mesma, não é algo que possa ser desprezado.”

A decisão de sair de uma relação que machuca é da mulher. A minha escrita é um alerta para que elas conheçam as formas de violência e peça ajuda.

Marii Freire. O Direito de Lutar Por si Mesma

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Imagem: autoral

Santarém- PÁ, 28 de outubro de 2026/ Amazônia. Brasil

Violência Doméstica

A mulher que já passou por situação de violência doméstica precisa falar. É claro que essa não é uma questão tão fácil quanto parece. Mas, se essas mulheres soubessem o quanto isso serve de exemplo, e ao mesmo tempo força para as outras vítimas terem coragem de sair, elas não guardariam o sofrimento só para elas mesmas, como ocorre na maioria das vezes, até como uma forma de se preservarem de julgamentos ou qualquer maneira de serem tratadas com desdenho por quem não compreende as suas dores.

Falar sobre violência doméstica é uma forma de fazer com que o seu exemplo vire um requisito de coragem para muitas outras mulheres, porque você não está só expondo uma situação; você está se tornando um canal de comunicação para as mulheres que precisam ficar atentas ao problema.

É importante que a mulher que já passou por situação de violência doméstica possa falar, porque seu exemplo, servirá de coragem para muitas outras.

Vale ressaltar que o fato de expor cada história, significa que a mulher não está sozinha, e que pode contar com a empatia das outras, assim com o respeito de alguns homens. Afinal, nem todos são violentos. Muitos atuam inclusive para defender as mulheres de outros homens que são agressores.

Quando você fala de violência contra a mulher, ainda existe um grande silêncio; um silêncio que protege quem as machuca. Por isso a importância de falar, de buscar ajuda e ser “ ajuda” para aquelas que também se tornam mais vulneráveis diante dessas situações que não se tem como provar. Sabemos que essas histórias existem, mas nem todas são conhecidas ou se faz conhecer a cara desses homens que são violentos.

Por isso, não demore para responder com atitude de coragem, porque você é uma mulher corajosa. E não esqueça: você não está sozinha.

Denuncie!

Marii Freire. Violência Doméstica

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Imagem: autoral

Santarém-PÁ, 27 de outubro de 2026/ Amazônia. Brasil

Violência Contra a Mulher

A violência contra a mulher é parte de um processo repetitivo e naturalizado dentro de uma sociedade masculina, onde ao exercer o seu direito de dizer “ não “ a um homem, essa mulher tem a vida ceifada.

Marii Freire. Violência Contra a Mulher

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Santarém-PÁ, 27 de outubro de 2026/Amazônia. Brasil

Relacionamento Abusivo

Vítimas de relacionamentos abusivos, ao conseguirem sair desse tipo de relação travam uma verdadeira luta com a mente, porque a princípio, não conseguem se desfazer dos traumas sofridos; das experiências dolorosas. Muitas inclusive, levam anos se julgando, recriminando a si mesmas por terem sido maltratadas, como se isso fosse culpa delas. E sabemos que não é. Na verdade, essa maneira de pensar, é um prejuízo a própria saúde mental e emocional dessas mulheres, porque elas são induzidas a fazerem o que fazem para ser aceitas e nas situações não atendidas, vivem em condições inseguras que provocam o desgaste da relação; o desgaste físico e emocional.
Um relacionamento abusivo é conflitante, e ninguém que saia de um, sai ileso. A dignidade, a própria humanidade dessa mulher é destruída; a depender do grau de maldade, quando a mulher não é morta ( feminicídio), a dimensão de problemas que resulta disso é um risco à saúde.
Por isso, conversar; ajudar essas vítimas a entenderem sobre os riscos é uma proteção à vida e a saúde mental e emocional delas.

Marii Freire. Relacionamento Abusivo

Marii Freire. Relacionamento Abusivo

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Santarém-PÁ, 22 de outubro de 2026/ Amazônia. Brasil

Violência Doméstica

As mulheres que se defrontam com essa realidade sabem que relativizar o problema, não o resolve. A questão não é julgar a vítima que na maioria das vezes não tem alternativa, mas ajudar a entender que ela precisa assumir esse grau de dificuldade que é enxergar a violência que sofre.

A necessidade de compreender o problema, ao invés de relacionar-se com ele faz muita diferença entre as vítimas. Primeiro, porque quando a mulher admite que é “ vítima “ , e essa é uma das maiores dificuldades; se enxergar nessa condição, faz com que ela passe a trabalhar maneiras de sair desse lugar ou seja, essa vitima assume uma postura mais segura do que quer. No entanto, o contrário disso é precário, porque acaba dando o aval para a próxima violência. Infelizmente, dentro desse contexto, é possível dizer que

“ A MULHER QUE APANHA E RELATIVIZA A VIOLÊNCIA QUE SOFRE, ELA SE RESPONSABILIZA PELA PRÓXIMA AGRESSÃO.”

O que preciso entender nesse caso é que, a violência é progressiva. Quem bate, não para no primeiro tapa. Por receio e vergonha, a mulher raramente expõe a situação. Na maioria dos casos, a violência é percebida por uma terceira pessoa; alguém próximo, que pode ser um familiar ou amigo, um referencial apresentado de fora da relação, mas que tem um certo grau de a proximidade.

No Brasil, o debate sobre violência se alonga. Enquanto isso, os números em relação ao problema crescem de forma estarrecedora, sem encontrar em tais debates, soluções pacíficas para a questão.

Ampliar as discussões sobre a violência doméstica, ajuda a por exemplo, trazer a sociedade para participar. Participar como? Ouvindo; conversando, estando mais atenta e conhecendo os sinais de abusos que são tão comuns e frequentes; ajudando as mulheres a argumentar e não minimizar o perigo que passam nas mãos de maridos e parceiros violentos.

Percepção do Problema

O aumento da percepção da violência é diferente entre os estados do Brasil. Veja, em Alagoas houve o registro de ( 85%) e na Bahia ( 84%), o que corresponde um valor acima da média. Em estados como Paraná e Minas Gerais ( 73%) desses casos foram registrados; tendo uma média baixa nos últimos 12 meses anteriores a pesquisa. Isso, conforme notícia vinculada ao site do ( Senado em agosto de 2026). Esse processo mostra que há oscilações entre os semestres e os estados como dito anteriormente.

Em contraponto, a violência não surge como uma equação exata, nem as vítimas relatam experiências exatas. Sabemos que elas suportam todo tipo de violência. Todavia, o entendimento majoritário, é que o homem ainda é o seu maior potencial assassino. Da relação consentida em nome “ do amor” ao algoz brutal, tudo é possível. A vida e a segurança da mulher são direitos fundamentais garantidos. Porém, frágeis diante do debate e da fúria de quem decide por próprio mérito ser o titular de desses direitos .

Nesse sentido, cristaliza a certeza de que o argumento em relação a vida é muito frágil e não flexibilizado diante da dignidade humana da mulher, que ainda precisa se sujeitar para não ser morta diante da fragilidade em que ela se encontra. Problematizar esse aspecto paradoxal, permite-nos avaliar que a integridade física e psicológica da mulher é um preço muito alto a ser pago. Muitas pagam com a vida o fato de dizer “ não “. E outras, acrescentam um valor maior na própria conta, como responsabilizar-se pela violência que sofrem ( como muitas fazem), por assim encarar uma realidade imutável. Mas a grande questão é “ imutável “ em nome do quê? Do ato impositivo do homem? O que abriga o último grau de sanidade da instância humana? Proteger a vida , mas em que face? Em qual aspecto? Não é sobre em que condição isso acontece, é sobre o estado de necessidade. A mulher necessita de proteção.

Marii Freire. Violência Doméstica

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Fonte/ Dados / Violência:

https://www12.senado.leg.br

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Santarém-PÁ, 17 de outubro de 2026/ Amazônia. Brasil

Direito

O direito é compreendido como um sistema normas que servem para alinhar a conduta humana. Esse “ alinhar” não é no sentido conflituoso. Embora, se observe esse tipo de situação com uma certa frequência. Mais, o direito existe dentre outras coisas, para assistir o cidadão diante de uma situação onde ele venha ser lesado.

Na prática, o direito tem um significado muito mais amplo, especialmente quando se observa uma sociedade com muitos conflitos, cujo o papel das leis é trazer algum alento ou seja, preencher uma expectativa que reflete uma relação de igualdade entre as partes, onde o resultado de um processo por exemplo, mostra um grau de satisfação moderado entre duas pessoas. O direito é sobretudo, uma resposta civilizada entre os homens de posição ou com ausência dela. Mas que, no fundo, garante que o final seja justo e a ordem estabelecida.

“ O direito nasce conforme os fatos.”

O direito nasce das necessidades humanas. O direito objetivo faz com que a pessoa ou as pessoas que lutam pelo reconhecimento de um direito possam exigir que exista leis que reconheçam esse direito. O direito muda de acordo com a realidade e a necessidade dos indivíduos.

O fato é que, a realidade que temos hoje, e as suas muitas exigências, amanhã dará origem a outras necessidades. Então, o direito vai adaptar-se a essas situações para que as pessoas possam viver em harmonia umas com as outras na sociedade.

Em termos de direitos, é importante observar que temos muitos avanços e retrocessos. Mas, isso é normal; uma vez que mostra que o direito não é estático, e que a realidade, bem como a necessidade vai moldando o formato que se deseja.

A história muda, os fatos, as necessidades das pessoas. O importante é saber que em todos os momentos, as histórias de homens e mulheres, foram sendo transformadas pelo direito e a sensação de esperança que ele alimenta em nós.

Marii Freire. Direito

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Santarém-PÁ, 16 de outubro de 2026/ Amazônia. Brasil

Direito da Mulher

Mulher não é contra o direito de outra mulher. Se isso acontece, existe uma mensagem aí, que você precisa ficar atenta. Lembre-se: direitos São conquistados e não disputas femininas.

Marii Freire. Direito da Mulher

Marii Freire. Direito da Mulher

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Santarém-PÁ, 16 de outubro de 2026/ Amazônia. Brasil

Feminicídio

O feminicídio é um problema global e que, infelizmente, mostra através da violência, a forma barata com que sempre se matou a mulher no mundo inteiro.

O feminicídio é parte de nós, parte que dizima vidas a troco de nada. Isso tem que incomodar mais do que a luta das mulheres que visa acabar com essa realidade. Portanto:

“ O feminicídio não pode incomodar, mais do que o feminismo. Pois, enquanto essa for a questão central do problema, a mulher vai continuar sendo morta pelo mesmo grau de indiferença.”

O que assusta em relação ao fato, é o silêncio de muitos; a indiferença que vai se acomodando nos cômodos da mente, nos comportamentos e nas “ justificativas “ que inclinam-se para questões muito menores, do que essa realidade sangrenta que vemos. E que na prática, não basta concordar com a dor quando há uma morte e se lamenta, encerrando o fato com uma lágrima ilegítima, porque a alma pode ficar esgotada, mais a nossa consciência sobre essa situação, não.

Ninguém se separa de um filho de forma repentina; ninguém pede desculpa pela ousadia ou pelo simples direito de dizer “ não “ a um agressor. Da mesma forma, nenhuma mulher se despede dos pais para dizer “ fulano “ tem o direito de tirar a minha vida. Isso é insano. A luta pelo fim da violência, assim como, o feminicídio representa um passo histórico de lutas femininas, e da desconstrução de uma sociedade patriarcal “ que nos veem e trata com um nível de raiva muito primitivo. Eu sinto que nós mulheres, precisamos dessa raiva para indignação e para reagir diante do que nos desumaniza.

Nós precisamos lutar por respeito e para isso é preciso encarar a realidade sem frescura, porque se ficarmos “ perdoando” , nada muda. E a mudança vem do fato, de canalizar a nossa energia por esse ideal a ser conquistado.

Marii Freire. Feminicídio

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Santarém-PÁ, 16 de outubro de 2026/ Amazônia. Brasil

Direito da Mulher

Mulher não é contra o direito de outra mulher. Quando vemos falas que demonstram esse tipo de situação, observe-se que é reflexo de pouca inteligência ou esse ser humano, age sob a ótica do patriarcado.

Marii Freire. Direito da mulher

Marii Freire. Direito da Mulher

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Imagem: autoral/instagram

Santarém-PÁ, 15 de outubro de 2016/Amazônia. Brasil

A Palavra Transforma

Da mesma maneira que você constrói intimidade com as pessoas, você tem a capacidade de construir com os livros. Ora, a palavra existe em diferentes formas. Quando vemos ou lemos algo que nos agrada, naturalmente conseguimos entender e criar uma certa intimidade com que chega e levamos isso adiante.

“ Tem pessoas que moram entre os livros”

Há quem goste tanto dos livros que prefira passar mais tempo com eles do que com outras pessoas. Veja, eu não falo isso no sentido pejorativo; falo dessa construção bonita que vai transformando a gente por dentro e povoando a mente com coisas boas, proporcionando diálogos consigo mesmo; sensibilizando diante da desumanização do mundo. A leitura é importante porque dela, extraímos muita coisa interessante que contribui para ampliar os nossos horizontes.

Ler cria condições para novas experiências. Ler literatura principalmente, faz com que a pessoa consiga flagrar muita coisa nas entrelinhas. Cada “ página domesticada “ ou cada página lida, faz com que se pense na vida, nos problemas de uma maneira que nos faz inclinar para estes. Alguns, são apaixonantes e nos move de um lado ao outro do globo, com aquela coisa da perplexidade ao fazer- nos conseguir detectar dentro de instantes formados por estalos de segundos, a nossa “ travessia” como diria o nosso querido “ Guimarães Rosa” sob o que consegue ser concebido. Neste caso, eu diria que “ percebido “. Mais, a leitura ou a boa leitura, revelando as ameaças, como também as coisas imaginárias que podem comover o ser humano no sentido profundo das coisas, assim como, proporcionando-lhe boas gargalhadas. Por isso o conselho que dou é:

“ Leia muito; aprenda sempre para poder aproveitar as oportunidades.”

Não me refiro a qualquer oportunidade. Mas, aquilo que você pode fazer o que é certo. “ Nada se move na escuridão da mente”. Portanto, precisamos nos manter abastecidos de boas ideias; ideias que são luzes na escuridão do quarto, das nossas desculpas e também do mundo. Nesse cenário de incertezas, buscar condições para estarmos atualizados em todos os espaços globalizados por meio da comunicação é necessário . Portanto, a pessoa que busca manter a leitura em dia, a pessoa que escreve e comunica, naturalmente, ela consegue viver melhores experiências. E o importante é aproveitar a viagem; a palavra transforma. Leitura é uma viagem que você participa.

Gostou? Viaje na aventura de ler!

Marii Freire. A Palavra Transforma

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Imagem: autoral/Instagram

Santarém-PÁ, 14 de outubro de 2026/ Amazônia. Brasil