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Meu primeiro post no blog

“A educação é um instrumento de emancipação das mulheres.

Escreva no seu tempo…”

Wollstonecraft .

Este é meu primeiro post no meu novo blog. Um sonho projetado há muito tempo. Nele você encontra textos ( reflexões), todas minhas, fragmentos e frases. Além de poesias de autores maravilhosos.

VEM comigo!… Tenho certeza que você vai adorar.

Um abraço fraternal.

Marii Freire.

Marii Freire

Sempre podemos nos sensibilizar com a dor do outro, e “dos outros”. Sempre é possível sermos solidários com aqueles que precisam. Podemos também através dessa ação, dialogar conosco, e com consciência por vezes, ir contra a nossa própria natureza. Sim, podemos decidir entre o novo e o velho, entre vida e dor, entre ter que “abrir e fechar portas”. Com base nisso, o ser humano pode decidir sobre fazer o bem àqueles que de alguma os prejudicaram, ou decidir seguir ignorando a natureza e a lei do retorno. Eu posso, você… pode. Mas tem uma coisa que pesa nessa decisão: O amor ao próximo, sempre irá falar sobre consenso, e a consciência sobre exigência. Mas, tendo sensibilidade de admitir as nossas próprias imperfeições e fazendo bom uso do caráter, sempre haverá a possibilidade ao recuo. É ele ( o recuo) que nos torna pessoas conscientes e capazes de estender a mão… sem querer nada em troca a todo aqueles que nos deve de, assim como nós, também os devemos.

Marii Freire

https://Pensamentos.me/VEM comigo!

Imagem: pinterest/GWbird71

Santarém, Pá 26 de novembro de 2022

Dia Internacional da não- violência contra a mulher

Hoje, 25 de novembro – Dia Internacional da não- violência contra a mulher, é uma data que, além de muitas manifestações pelo país, faz um alerta sobre a importância de falar a respeito da violência e, conscientizar a sociedade sobre o problema. Infelizmente, a violência contra a mulher é uma realidade triste e que anualmente, acaba dizimando muitas vidas.

É sabido que a violência contra a mulher é antes de mais nada, um problema social e de saúde pública. Portanto, é preciso reunir forças para que juntos ( homens e mulheres), buscarem soluções capazes de diluir os efeitos dessa violência. A ideia principal é “criar uma sociedade justa e solidária” com menos violência e mortes de mulheres. Juntas podemos ser mais fortes! Mas para que isso possa acontecer, também é preciso que essa mulher seja consciente e corajosa. É importante ressaltar que ” ninguém merece viver sob maus tratos”. Mulher, não se acostume com violência. Ora, não é preciso vivê-la para saber que ela não é boa. É preciso sim, ter coragem para denunciar os feminicidas. Não se pode calar e deixar que estes, violem seus direitos

Infelizmente, o o nosso país tem uma página triste em relação ao números de mortes de mulheres que crescem a cada dia. Só para se ter uma ideia, o Brasil ocupa o 5° lugar no ranking mundial de mortes de mulheres, ou seja ( feminicídio). É lamentável olhar para essa estatística e notar que esses números ainda possam ser tão significativos, de modo a comprometer não só o que tange a saúde da mulher, mas colocar o país diante de uma realidade triste como essa.

É importante reforçar que precisamos mais do que nunca, de esforços para que haja a promoção de políticas públicas, com o foco no gênero, não só no que diz respeito à violência contra a mulher, mas no gênero também, porque assim abraçamos todas. Nenhuma de nós estamos isentas de não sofrer violência. E, o maior objetivo que desejamos é poder viver uma vida digna e sem violência, sem mortes. Mas, para isto, é necessário, como disse anteriormente, unir forças, e “ter parcerias fortes com entidades” que reforce a questão das políticas públicas como já citadas, e que venha responder com uma resposta satisfata a violação de nossos direitos. A verdade é que não queremos ter só o fim de morte de mulheres, queremos mais. Queremos respeito e ser tratadas com dignidade. É importante oferecer segurança as vítimas de violência, principalmente, com confirmação de que o agressor, não entre na casa na calada da noite, enquanto a vítima dorme, e pratique violência contra ela, como acontece. Mais fo que nunca, é preciso dizer que todas as mulheres merecem ser tratadas com respeito.

Vamos lutar juntos ( homens e mulheres) para mudar essa realidade. Os homens também precisam ser solidários nesta causa. Afinal, é dando as mãos que reunirmos força para trabalhar o problema.

Marii Freire. Dia Internacional de não-violência contra a mulher

https://Pensamentos.me/VEM comigo!

Imagem ( Autoral)

Santarém, Pá 26 de novembro de 2022

Marii Freire

Admiro mulheres fortes, admiro sobretudo a mulher atualizada. Algumas na política, ou desenvolvendo o papel sendo jurista, advogada, médica, mãe, lider. Acredito fervorosamente que, muitas aqui que não foram citadas, mas que lutam por um lugar de destaque, as que desejam mudanças, as que lutam contra a violência, essas são mulheres visionárias. Sim, o mundo precisa desse legado. Não é porque a mulher cabe nesse “papel de vítima ” que ela foi colocada que não possa mudar e se reinventar. Pode. A mulher pode e deve contribuir com a ideia de uma sociedade mais justa para todos. Tanto a mulher quanto o homem, precisam assumir a responsabilidades de querer melhorar. Ambos podem reunir forças [ se quiserem], inclusive no que tange a questão da violência contra a mulher. É importante que os homens também estejam envolvidos nessa causa e que juntos, neutralize a cultura do machismo, pelo qual pagamos um preço tão caro durante séculos.

Marii Freire. Via/Facebook

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Santarém, Pá 24 de novembro de 2022

O último raciocínio

Salvo pelo último raciocínio, o homem arregala os olhos- com toda ferocidade. E desperta para entender, ver o que vale a razão do seu sorriso, após lutar contra tudo aquilo que não se acostuma, nem torna bonito os seus dias.

A vida não é o que se imagina. Não, ela não é um mar de rosas. Em grande parte, a vida ou o que sobra dela, transforma-se num imenso campo de trigo. Todo o nosso movimento existencial cintila nesse ato de ” ir e vir..” – Tudo começa e recomeça novamente, ” início e extremo” se conecta em um curto espaço de tempo. Com tanta confusão, movemos os nossos passos rumo ao que de alguma forma, reforça a nossa fé, coragem e força. A verdade é que se caminha em direção a esperança. É por meio dela que se vislumbra toda beleza da vida, mais do que isso, vimos a manifestação do que nasce das cinzas ” – e após essa sequência, a vida acontece.

” A vida acontece em meio às imperfeições”

A vida ao extremo, acontece em lampejos, reflexos na escuridão – pesados em obscuridade, a falta de razão nos mata, aniquila sonhos. Resta- nos buscar no último ato de fé, a estranha mania de acreditar na vida e no que “permanece intacto”, guardado em nossa memória silenciosa, e ao mesmo tempo, no que faz-nos acreditar em acontecimentos bons, produzidos num silêncio apaziguador que fala ao nosso íntimo.

É através do silêncio que se ouve, se reordena, e iniciamos os nossos capítulos, considerando as nossas construções fragmentadas de calmaria e esperança, buscando nesse fio imaginário, as respostas que trazem melodia a alma, depois de suportar as pancadas e o duro sofrimento a que somos expostos diariamente.

Só assim, a sequência da vida acontece, – e dentro do coração do homem solitário, não basta abstrair-se ou tentar mudar a sua natureza. Mas, concentrar-se em sua imaginação criadora e recobrir-se de fé para atenuar as pegadas de homem descrente. Sim, todo homem culto, inclusive o mais simples, reza. Rezar é sobretudo, exercer uma ação no plano espiritual, é passar à frente os problemas sem alarde. “Você reza! Ah, eu também”. Tem horas que, o que nos salva é o último raciocínio, é o último ato de falar baixinho e selar as palavras com fé. A fé é um ato de confiança humana num plano espiritual, que não comporta a razão, mas acolhe tudo o que nos trás paz.

Marii Freire. O último raciocínio

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Imagem: pinterest/ Sarah

Santarém, Pá 24 de novembro de 2022

Marii Freire

A mulher pode escolher viver com quem ela quiser e da forma que desejar. Esse detalhe também não se pode interferir. Agora, quando se fala que a violência contra a mulher é um problema sério, isso não se tem dúvida, porque as estatísticas em relação ao número de mortes de mulheres no país ( feminicídio) só aumenta. Mas, se a própria mulher consegue se adaptar a viver sob condições que envolvem maus tratos, desrespeito e violência, tudo bem, é escolha dela, ninguém tem nada com isso. Em relação a esse detalhe, torno a dizer : o direito é dela”. A lei existe para todos/todas na verdade. Mas só quem é conhecedora de seus direitos e luta por estes é, quem diz que gostaria de ser tratada de uma forma digna. O amor também passa por esse viés. Quem ama, e nos ama de verdade, deseja ter respeito, cuidado e consideração da outra parte.

Pense nisso!..

Marii Freire. Considerações sobre violência contra a mulher/ Via Facebook

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Imagem ( Autoral)

Santarém, Pá 23 de novembro de 2022

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