Em destaque

Meu primeiro post no blog

“A educação é um instrumento de emancipação das mulheres.

Escreva no seu tempo…”

Wollstonecraft .

Este é meu primeiro post no meu novo blog. Aqui estou dividindo parte de um sonho projetado há muito tempo com vocês. Nesse trabalho, você encontra textos motivacionais, reflexões, literatura, direito, frases, citações e outros.

Espero que goste!

VEM comigo!… Tem muita novidade!

Um abraço fraternal.

Marii Freire.

A Importância de Desconstruir o Machismo

Outro dia, eu gravei um vídeo falando sobre a importância da “ desconstrução “ do machismo. Citei que homens e mulheres são machistas, mas que a medida em que nos propomos a seguir uma regra nova, e que ajude a vivermos melhor; melhor no sentido de trazer mais segurança especialmente as mulheres, observando a questão do feminicídio e tantas formas de violência que cooperam ainda mais para essa realidade triste a qual vivemos e, constatamos o aumento desses números relacionados a mortes de mulheres no Brasil, vi que em algumas redes sociais não houve um único comentário. Então, analisando essa “ falta de compromisso “ das pessoas em relação ao problema, eu pude fazer uma releitura sobre esse fato que é: ninguém quer mudar.

As pessoas não querem mudar a forma de pensar; mudar especialmente aquilo que gera insegurança e coopera para o aumento da violência.

Quando se fala em princípios e valores, ainda tem-se a crença de que, o problema é o outro e não eu, e não você, especialmente olhando e cativando maneiras retrogradas de pensar, de exigir que o outro, siga a sua cartilha particular de regras. Isso é um absurdo. Mas é também uma realidade. A individualidade é respeitada, mas querer colonizar a outra, acreditando que você pode e decide falar o que é certo ou errado por ela, isso definitivamente, não.

Quando você como indivíduo, fere o direito do outro, naturalmente fere a sua liberdade; a sua dignidade. Quando uma pessoa é desagradável na sua maneira de agir; quando ela é desrespeitosa ou quando ultrapassa todos os limites e pratica violência ou faz comentários de cunho machistas, ela além de ferir o direito da outra; nesse gesto, nesse movimento, revela a falta de caráter, porque tenta rebaixar aquele outro ser humano a nada. Você entende o que estou falando? Quer dizer, eu me acho no direito de ferir, mas corrigir minha postura, calar a minha boca ou abandonar uma conversa sem sentido, isso eu não me permito? Pior, se cometo uma violência, estou no direito de cometer essa violência? Estamos diante de verdadeiros absurdos. Impedir que uma mulher fale quando é claro o seu direito, é sinal de que? Essas são propostas que devem ser pensadas; avaliadas do ponto de vista ético.

A medida que não me vejo, como um sujeito que pratica erros, naturalmente, eu não os posso corrigir “

Quando eu disse que não vi um comentário no meu vídeo, logo pensei “ estou diante de pessoas que não cometem erros” ou Estou errada? Vamos para a segunda alternativa, porque se somos seres viventes, logo temos uma infinitude de erros, falas e comportamentos a serem corrigidos. A questão é “ Queremos corrigir esses erros? Porque se não vejo problema dentro do que falo e no meu comportamento, tudo certo ( ironicamente, tudo certo), pena que essa não seja uma verdade a ser defendida. pois,

“ As pessoas não querem mudar seus comportamentos, mas desejam que a lei seja resposta para tudo.”

As pessoas não querem mudar seus comportamentos, mesmo sabendo que eles são ruins e prejudicam as outras. Elas preferem acreditar que a lei possa corrigir uma falha atrelada a falta de caráter, a falta de respeito e consideração pelo próximo. O maior índice de que o ser humano ainda tem jeito, é ele se tornar uma nova pessoa. Nem sempre a resposta correta para qualquer crime é baseada na lei, mas em si mesmo. Compreender a necessidade de corrigir as próprias falhas, vem de nós. Se essa atitude fosse trabalhada de forma correta na formação de caráter do indivíduo com mais frequência, haveria menos uso da lei. O grande problema é que ainda, temos uma falha em relação a formação de caráter. A questão referente “ a falta de princípios e valores” é extensa. Essas são coisas, a lei não corrige. Respeitar um “ não” por exemplo, é saber que não preciso fazer uso de uma regra maior amanhã, como a lei.

O combate a violência começa fazer efeito através de pequenas atitudes. Quando eu falo de violência, aqui me refiro a todos os sentidos, é a “ piadinha” é o uso de frases de cunho machistas, é não violentar uma mulher porque a vi em “ trajes curtos “. Comportamento é possível corrigir quando (se deseja). Agora, a falta de caráter, jamais. Todavia, se você compreende o porquê de mudar, a sociedade que se almeja, certamente, essa se torna alcançável.

Marii Freire. A Importância de Desconstruir o Machismo

https://Pensamentos.me/VEM comigo!

Imagem: autoral

Santarém – PÁ, 5 de abril de 2026/Amazonia/Brasil

Sonhos

Sonhos são como sementes. Se eles não germinarem através de você, o vento leva adiante; fazendo com que estes, possam nascer no coração de outra pessoa.

Marii Freire. Sonhos

https://Pensamentos.me/VEM comigo!

Imagem: autoral

Santarém-PÁ, 3 de abril de 2026/Amazonia/Brasil

Mulheres Não São Difíceis

Mulheres Não São Difíceis

Difícil é achar que uma mulher tem que se calar, quando o teor de sua fala, vai de encontro ao “ interesse de um homem” ou de “ um grupo de homens”. Neste caso, a resposta é imediata, seja ela tomada com conotações machistas ou ainda, simplesmente revestida de uma violência disfarçada. Veja, a palavra é “ disfarçada “ porque não se pode falar mais em violência sutil, já que a sua marca é visível em todas as instâncias.
Essa forma de expressar como somos vistas e tratadas, revela também a maneira pela qual somos toleradas principalmente, quando se trata de espaços de poder, o que pressupõe uma relação engessada; marcada por fronteiras claras e delimitáveis. Não há como se falar em flexibilidade; menos ainda, em o direito de decidir a quem cabe a palavra final, se em todos os finais fomos silenciadas. E se por ventura, tivéssemos a coragem de potenciar a nossa voz, “ a punição “ era o resultado designado pela palavra de um homem.
Como disse “ mulheres não são difíceis “, elas vivem uma realidade afrontosa. Seus direitos são questionados a todos os momentos, por condutas que ainda revela a edição de leis pessoais e, não Constituicionais.
O Brasil testemunha esse fato, desde a sua colonização, que para muitos cria a ideia magnífica de ato heróico, – e que na prática, sabemos que não. Ao se olhar para tal exemplo, constatamos diversas formas de violência e dominação, sim ou não? Colonizar a mulher é visto também como uma espécie de prestígio. Para mim, nas duas decisões, representa violência. Pois, a dignidade humana, a liberdade é um direito, não um interesse particular.

Marii Freire. Mulheres Não São Difíceis

https://Pensamentos.me/VEM comigo!

Nota: Texto criando no Facebook/Marii Freire Escritora

Santarém-PÁ, 2 de abril de 2026/Amazônia/ Brasil

Violência Contra a Mulher/machismo

Vivemos numa sociedade violenta e machista para com as mulheres. Mas a pergunta que faço é: “ Quando iremos desconstruir o machismo?” Sim, pois o tempo é esse, e o momento se faz oportuno. É importante ressaltar que ao se falar em machismo “ homens e mulheres “ são machistas. Obviamente, não todos, mas existem uma boa parcela da população que atente a esse critério. Todavia, somos “ pessoas machistas em desconstrução” não é isso? Porque, se pararmos para pensar, sempre podemos melhor como cidadãos e cidadãs; como pessoas que evoluem o tempo inteiro. Todo nosso comportamento pode ser revisto, se nele implica essa necessidade.

Deixo a reflexão!

Marii Freire. Violência Contra a Mulher/machismo

https://Pensamentos.me/VEM comigo!

Imagem: autoral

Santarém-PÁ, 30 de março de 2026/Amazônia/Brasil

O Reconhecimento Tardio da Violência

Muitas mulheres não tem coragem de falar sobre a violência que sofrem. Intimamente, elas guardam para si o sofrimento, de modo que, a vergonha faz parte da vida dessas mulheres dentro e fora de casa. É como se o silêncio fosse um artifício capaz de restaurar a paz interior; o equilíbrio entre a dor e sofrimento, mediante à sombra do que é ignorado.

Há mulheres que mesmo apanhando, nunca pisaram numa delegacia. Por medo ou vergonha da exposição, assim como, o julgamento; essas vítimas são capazes de renunciar o próprio direito. E aquelas que não tem apoio, a proporção dos fatos, ganham um peso muito maior, porque sem apoio e possibilidade de alguma garantia futura, elas se encolhem num canto qualquer.

O que é importante ressaltar quando se observa o problema da violência?

O problema atrelado a violência é a dominação; o poder e a ideia de posse que o homem tem a respeito da mulher. Quanto mais, ele puder controlar e manipular a vítima, mais esse homem é capaz de cometer erros graves com a mesma. O que se pode acrescentar quanto a isso é que, muitas sofrem caladas; enquanto outras tem a devida noção do problema, mas não procura expor tal situação, porque existem fatores que pesam na decisão dessas pessoas Todavia, isso não significa que essas mulheres não compreendam o perigo que as ronda. Em determinadas circunstâncias, o silêncio dessas vítimas, coopera não só para a prática de abusos, como para um crime bastante comum: o estupro marital.

Algumas mulheres relatam a violência sofrida, tardiamente.

A violência doméstica e o estupro marital são os casos mais recorrentes, porque a mulher se sente forçada a agir sob a autoridade do marido. Essa prática, é extremamente prejudicial à mulher, porque revela uma obediência extrema e o não respeito por si mesma, especialmente quando se tem o direito de falar “ não “.

O não é um direito. Mais, é um direito inegociável. Portanto, não se cale, porque reconhecer a violência vivida tardiamente, é um problema visto como, uma espécie de agressão a você mesma.

Denuncie todas as formas de violência

Marii Freire. O Reconhecimento Tardio da Violência

https://Pensamentos.me/VEM comigo!

Imagem: Marii Freire

Santarém- PÁ, 29 de março de 2026/Amazônia, Brasil

Misoginia é Crime

Senado aprova projeto que torna misoginia em crime, e equipara ao racismo.

A notícia de que o Senador Federal aprovou o projeto da senadora Soraya Thronicke, foi divulgado na terça-feira (24) de março de 2026. O PL 896/2023 é um passo significativo no combate o ódio e aversão às mulheres. O texto agora, segue para a Câmara dos Deputados.

Diante do crescente aumento da violência contra a mulher, essa medita visa combater a propagação desse crime que não prescreve e é inafiançável, tendo uma pena que varia entre 1 a 3 anos de prisão e multa. Agora, ofender a honra e a dignidade tem consequências severas.

Como autora, eu vejo esse projeto como algo positivo porque a violência deve ser combatida de todas as formas.

A aversão, o ódio às mulheres precisam ser tratados com a sua devida atenção, porque os índices de violência só descem em nosso país. E quanto mais importância dermos as diversas formas de violência, mais conseguiremos construir uma sociedade justa e segura a todas as mulheres.

Marii Freire. Misoginia é Crime

https://Pensamentos.me/VEM comigo!

Fonte:

https://g1.globo.com

Imagem: autoral

Santarém-PÁ, 25 de março de 2026/Amazônia/Brasil

Violência Contra a Mulher

Na sua opinião, o tema violência contra a mulher ganhou mais notoriedade? Você acha que tantos profissionais especializados, como pessoas comuns têm estado mais atentas ao problema? E apesar de muitas dificuldades até mesmo, no tange implementação da lei, assim como no fato de, muitas mulheres ainda não denunciarem, temos uma resposta positiva referente ao processo de conhecimento e ao eco que essa realidade merece? O que pensa sobre isso?

Marii Freire. Violência Contra a Mulher

https://Pensamentos.me/VEM comigo!

Imagem: autoral

Santarém-Pá, 25 de março de 2026/Amazônia/Brasil

Violência Contra a Mulher e o Peso da Invisibilidade

Quem ama não bate. E se bate, é porque não ama. Não há como amar alguém e fazer da vida da outra pessoa um palco de dor e sofrimento. Você concorda comigo? Não há amor que dure diante de maus-tratos e violência. Há relacionamentos que se arrastam anos por conta de chantagem, coação, manipulação e mentiras. Mas, amor? Não, sinto muito. Eu jamais irei concordar ou incentivar alguém ficar com uma pessoa, onde sei que ela, esteja passando por isso. Basta olhar o ambiente onde há os maiores níveis de violência contra a mulher; onde há mortes inclusive, que ninguém vai fazer diferente. Falar para essas mulheres ficarem é loucura, e quem faz isso, tem sangue nas mãos.

A violência contra a mulher dizima milhares de vidas por ano no Brasil. São números, insisto “ são números reais “ e que causam grandes danos à família, os órfãos e ao Estado. Portanto, lutar contra essa chaga é uma forma de defender essas mulheres que na maioria das vezes, se sentem sozinhas, sem voz e sem saída.

Amor e dor

Amor e dor não combina. Se você é mulher e já percebeu que sofre, é inviabilizada dentro da sua relação, e por mais que você tente conversar; mostrar para o seu marido; para o seu parceiro que as coisas que ele faz te machucam e, por mais que haja esforço da sua parte, isso não muda, você tem que parar de insistir em algo que você já sabe que não vai surtir efeito. E ficar tentando é nunca deixar essa ferida sarar.

“ Onde há violência, o amor se transforma em ausência.”

Há mulheres que passam anos insistindo, lutando, conversando e se sendo submissas. Na hora de um momento de tensão entre o casal, ela tenta ser clara e não é ouvida. Há mulheres que falam com um tipo de voz, como se ela fosse “ fanha” entende? Uma voz com um tom baixo para dizer que o marido a desrespeita, e o homem nessas horas, ele eleva a voz, é grosseiro. Sim, tudo isso ocorre porque ele precisa manter a decisão. A mulher por sua vez, é como se fosse uma subalterna que precisa “ sussurrar “ para chamar atenção. Eu, como escritora e conhecedora dessa realidade, estou cansada de ver o que jamais deveria acontecer.

Numa relação de desigualdade, a falta de respeito e consideração pelo parceiro ou parceria é visível. A violência é direta, ela não se preocupa com o amor. Se preocupa com as escolhas de quem não negocia; de quem não cede em hipótese alguma.

Cuidado com o que você chama de amor. Pois, o amor não dói, não maltrata e não exclui.

Considere isso!

Marii Freire. Violência Contra a Mulher e o Peso da Invisibilidade

https://Pensamentos.me/VEM comigo!

Imagem: Marii Freire

Santarém-PÁ, 24 de março de 2026/Amazônia/Brasil

O Amor Verdadeiro Contesta

A ideia de que o amor suporta tudo é um caminho perigoso, porque pela própria desinformação ou passividade excessiva, isso faz com que muitas mulheres acabem perdendo a vida diante de uma relação de desigualdade, onde elas tem que conviver com o desrespeito e violência. Resultado: são mortas.
A informação principal no meu livro ( O Amor Verdadeiro Contesta) é chamar atenção da mulher para uma realidade que por ano, dizima milhares de vítimas. Quanto mais resistência, mais sucetíveis essas mulheres ficam ao abuso e as várias formas de violência. Isso sem contar que a saúde mental e emocional ficam comprometidas diante de abusos diários.

Marii Freire. O amor verdadeiro contesta

https://Pensamentos.me/VEM comigo!

Imagem: autoral

Santarém- PÁ, 24 de março de 2026/Amazônia/Brasil

Violência Contra a Mulher

A violência contra a mulher atinge todas as camadas sociais. Parte de todo abuso; todo sofrimento vem ainda, da fase de namoro, que é em muitos casos, o momento em que, a mulher começa a se adaptar a uma série de exigências.

Marii Freire. Violência Contra a Mulher

https://Pensamentos.me/VEM comigo!

Imagem: autoral

Santarém- PÁ, 23 de março de 2026/Amazônia/Brasil