“A educação é um instrumento de emancipação das mulheres.
Escreva no seu tempo…”
Wollstonecraft .
Este é meu primeiro post no meu novo blog. Aqui estou dividindo parte de um sonho projetado há muito tempo com vocês. Nesse trabalho, você encontra textos motivacionais, reflexões, literatura, direito, frases, citações e outros.
A saúde em Santarém requer mais atenção. Pois, o tempo de espera é o fator crucial que implica diretamente, na qualidade de vida do paciente, que aguarda ser chamado para tratamento diante de uma fila de espera. Portanto, é necessário investir mais no Hospital Regional, para que assim se possa ter condições de criar mais mutirões para oferecer uma saúde melhor a toda população.
A palavra pai, na práxis, ela é constituída sob condição e não arquétipo. Condição sobretudo, de se oferecer proteção, assistência e amor à prole. Mais do que uma data comemorativa e, assim como “ os dia das mães “, o Dia dos Pais, é um momento voltada ao comércio, por razão de oferecer presentes, e isso representar um “ super faturamento” aos donos de lojas. Pode de se dizer que, a data inspira mais do que uma relação de afeto. Se de um lado, o dia é de reflexão, do outro, ele transforma a vida de milagres de pessoas que faturam com isso. Pai é mais do que um cartaz estampado num local que venha chamar atenção. Pai é todo aquele ser que se faz presente na evolução do filho; que acompanha o seu crescimento e aí, não importa se é “ perto ou longe “, desde que tenha contato e postura para se fazer presente; existe a consciência dos momentos de história, de descobertas, de rendimento escolar, dos medos; reflexão e ação que um ser adulto representa na vida de uma criança. Descrever essa situação nos ajuda a descobrir e reconhecer o que é ser pai, especialmente, quando muitos filhos vivem esse histórico isolados, soltos, desconectados de suas próprias realidades. Este é um fato, ainda presente na vida e no grau de importância relacionada a realidade de muitos filhos que nunca tiveram o carinho de receberem um abraço de seus pais. Mas, nem por isso, elas estão sozinhos, porque existe mãe que é pai ( pãe), avô que é pai, e todos os cuidadores de uma família que administram interesses exclusivos de um pai as suas crias; as crias que amam. Repito,mesmo diante de uma realidade opressora e, que se volta a ausência de consciência daqueles que abandonam e negando a própria descendência. É por isso que a minha fala se volta sobre condição ( condição de ser pai) essa verdade não pode ser distorcida, porque tem milhares de “ mães solos “exercendo a função de não renegar um filho. Mas mostrar que, mesmo sozinha, ele sempre esteve assistindo, independente da situação. Deixo o meu carinho a todos os pais que também assumem esse pai de ser pai e mãe, mostrando que é revolucionário transformar.
A lei que obrigou a se “ meter a colher “ nas histórias de violência no país, completa 20 anos.
Maria da Penha Maia Fernandes, foi homenageada com a Lei n° – 11. 340/2006, em jus a sua residência; a sua luta por ter sobrevivido “ a violência que sofria da porta para dentro “ como tantas mulheres, ainda sofrem no Brasil e no Mundo. Na prática, essa lei não mostra só uma evolução dos nossos direitos; revela sobretudo, a face do que acontece na clandestinidade; na intimidade do lar. Os acontecimentos violentos passaram a ser vistos de outra maneira, – e apesar de muitos serem denunciados, “ dor e gritos” na sua maioria, silenciados são “ pedidos de socorros “ de quem se encontra sozinha nas mãos do agressor e, depende da sensibilidade de quem ouve para prestar socorro.
“ Sozinhas e desesperadas, muitas mulheres só sabem rezar”
Era assim que Maria da Penha também se sentia desesperada” diante dos horrores que vivia sem poder desabafar com as amigas sobre as agressões que sofria do marido.
A família não entendia a gravidade do que Maria vivia. Aprisionada, e após a tentativas de assassinatos, choque elétrico enquanto tomava banho, e apesar das evidências do que sofria, inclusive a violência que a deixou numa cadeira de rodas, foi que ela buscou ajuda. E mesmo assim, não foi fácil obter respostas da Justiça. Maria foi procurada por grupos de Direitos Humanos, onde denunciou o Brasil a OEA ( Organização dos Estados Americanos), e assim, após muita luta, “ o Brasil passou a enxergar as histórias de violência com outros olhos”. Pois, foi obrigado a rever suas políticas de contenção à violência contra a mulher.
Hoje, essa lei representa um marco histórico na conquista de nossos direitos, mesmo sabendo que muita mulher sofre violência em seus lates; a gente aprendeu “ a meter a colher onde se deve”. A lei em si, é um avanço, mas muita coisa se precisa melhorar. Todavia, a criação da Lei, é um legado que que expressa um desejo; um propósito maior: punir os agressores de mulheres no Brasil.
Marii Freire. A Lei Maria da Penha Completa 20 Anos
Considerando que a política é um campo difícil de lidar e que as mudanças; pelo menos, as mudanças assertivas dependem de acordos e posturas adequadas, entre quem faz política no Brasil e pensa no bem- estar daqueles que confiam seu voto a nós; como representantes do povo, precisamos olhar para os problemas não enxergando somente a ponta do iceberg, mas como contornar a imensidão do que isso realmente é e se torna justo para quem se encontra numa situação de vulnerabilidade maior que, é o povo.
Desde modo, é preciso assegurar propostas que se avizinhem e não virem disputa política, porque se ocorre o contrário, todos perdem. E não queremos que isso aconteça. Queremos sim, que elas atendam as necessidades das pessoas.
Também me parece razoável dizer que a política se faz com boas ideias e valores que o eleitor hoje, procura em seu candidato. Pois, na prática, esse detalhe, é o que acaba garantindo o seu voto.
Eu como Candidata à Deputada Federal defendo projetos que visam priorizar:
. A educação
. A saúde
. A vinda da Casa da Mulher Brasileira para Santarém
. Campanhas educativas/informativas em escolas para que meninas e meninos aprendam, desde cedo, a reconhecer sinais de violência.
. Segurança
. Meio ambiente
. Dignidade e inclusão a todos.
Ética
A sociedade está cada vez mais intolerante com quem a prejudica. Então, precisamos ter uma postura ética, associada a nossa conduta, porque os maiores valores depositados num candidato, vem pela confiança. Isso não importa se você é um coadjuvante, como é o meu caso, na política. Na verdade, você tem que se mostrar autêntica e confiável para as pessoas que buscam a resposta para as suas necessidades.
A política pede clareza de forma que isso seja visto com profundidade, especialmente, força e poder que trazem resultados.
Pensar em projetos, faz com que eu olhe e incline as minhas ideias ao fazer o que é certo para ajudar atender as demandas mais urgentes da população. É essa forma de pensar e criar projetos que as pessoas se conectam. O brilho do olho do eleitor depende do que ele espera encontrar em você.
Eu tenho muito a fazer por Santarém. Mas para isso, eu preciso de uma oportunidade para fazer algo positivo em prol do coletivo; em prol do povo e valores desta região.
Contribuir com a população santarena , entre as suas muitas dificuldades, é nortear, potencializar e valorizar o que de melhor temos aqui, seu povo. Por isso, como se eleita for, como Deputada Federal, trabalharei para deixar um bom legado a todos.
A FEDERAÇÃO BRASIL DA ESPERANÇA ( PT/PCdoB – PV) Confirma a Candidatura à Deputada Federal de Marii Freire
Bacharela em Direito. Especialista em Direito Penal e Processo Penal. Autora de dois livros que trabalham o tema Violência Contra a Mulher, palestrante; integrante da ( UBM) União Brasileira de Mulheres ( Seção Santarém), ativista e mãe.
A Campanha Agosto Lilás, visa conscientizar a mulher e a sociedade sobre o fim da violência. O mês é marcado por muitas programações que trazem reflexões sobre o tema, bem como, a divulgação de serviços para mulheres que vivem em situação de violência.
Resistimos para que todas as outras mulheres soubessem que somos capazes. E que apesar dos muitos desafios, dos julgamentos apressados – e todas as evidências machistas, de falas que sempre tentaram tornar o nosso propósito menor, resistimos.
A nossa trajetória, não é pauta. É sim, sobretudo, direito. Por isso, nos recusamos a desistir. E mesmo cansadas, feridas e sobrevivendo ao discurso de ódio; nos tornando vítimas de uma violência letal, algumas pobres e com pouco saber ou letradas na sua maioria, todas sofrem injustiças diárias. Mas o curioso é que independente disso, somos capazes de questionar as nossas próprias verdades.
Quando uma mulher escreve o seu nome na história, isso reflete a luta de muitas outras. Portanto, lutar pelos nossos direitos; lutar pelos nossos lugares de fala e poder, traduz a nossa força e as contribuições através de ações de homens que sabem que democracia também tem face feminina; tem voz de mulher e ( mulheres!) que inspiram e encoraja muitas outras.
Há seis anos, quando eu comecei falar sozinha sobre violência contra a mulher em Santarém, isso era visto até com um certo “ sarcasmo “ de amigos e os que não acreditavam no meu trabalho. Mas, não me deixe “ apequenar “ por isso; pelo contrário, fui atrás do que queria, que era o reconhecimento do meu trabalho nessa área. “ O voto de credibilidade” dependia do grau de consciência de quem parava na minhas postagens e dizia “ certíssima “. Então, dava um “ like” . Mas a minha maior preocupação não era a curtida, era saber como Santarém conseguia reagir a isso, especialmente em relação ao “ amadurecimento “ e “ recebimento do tema”, assim como isso soava em termos de importância para a região. “ Anos e anos… insistentemente” , eu vinha para cá, e outras redes sociais que posto alertando; chamando atenção ao problema, de modo a fazer disso, algo muito maior, mesmo que fosse com “ a cara e a coragem “ como muita gente boa vai à luta. A princípio, quando eu postava sobre determinados temas ( relacionamento abusivo), tinha pessoas que achavam que aquilo era “ parte da minha vida pessoal “ e não. Não, tive problemas nesse sentido. Eu vivi com o pai das minhas filhas 29 anos; destes 22 deles, éramos casados na Igreja Matriz, inclusive. Eu estava sim, me colocando como uma profissional, com formação acadêmica e com respeito diante do que trazia para as pessoas. Aqui, cito “ mulheres vítimas de violência doméstica “. Todos na área do Direito, escolhem o que fazer, eu escolhi [ escrever ]. Um trabalho solo, porém, feito com muito respeito para mulheres que estavam com a vida “ arrebentada “. E acredite, tudo foi pensado, inclusive o tom da minha voz. Ninguém no estado delas, quer alguém com “ voz áspera “. Elas querem se sentir acolhidas, e isso sim, vem por uma comunicação não violenta. A princípio, a coisa só despontou quando veio a publicação dos livros, os convites para palestrar ou eu ia nos locais onde pedia para falar sobre o tema. Nada na vida é instantâneo; nada ganha luz e força de uma hora para outra. Uma semente obedece todo o processo da natureza para germinar. Assim é construída a nossa trajetória. E a minha não foi e não é diferente.
“ Eu sei como comecei essa história, e foi ela que me trouxe até aqui”
Nada é por acaso. Tudo é resultado de muita abdicação, esforço e trabalho. E eu vou continuar, porque tenho isso como parte de mim.
O PCdoB Pará ( PCdoB/ PT/PV) tem um time de pessoas prontas para eleger o nosso presidente Lula e a governadora Hana Ghassan. Um time de gente jovem e cheia de grandes esperanças pelo nosso Estado.
A Convenção Brasil da Esperança Pará acontece no dia 31 de julho às 16 horas.
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