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Meu primeiro post no blog

“A educação é um instrumento de emancipação das mulheres.

Escreva no seu tempo…”

Wollstonecraft .

Este é meu primeiro post no meu novo blog. Aqui estou dividindo parte de um sonho projetado há muito tempo com vocês. Nesse trabalho, você encontra textos motivacionais, reflexões, literatura, direito, frases, citações e outros.

Espero que goste!

VEM comigo!… Tem muita novidade!

Um abraço fraternal.

Marii Freire.

VOZ e DIREITO das MULHERES

Vamos lutar por uma Santarém mais segura a todos, especialmente, segura para as mulheres. Temos assistido como os números em relação a violência e os casos de feminicídios tem aumentado em nossa cidade. Aliás, esse aumento é global. Mas temos que nos unir e fazer algo que faça realmente diferença.

Marii Freire. Pré – Candidata à Deputada Federal. VOZ e VEZ das MULHERES

https://Pensamentos.me/VEM comigo!

Imagem: pessoal/ PCdoB/Pará

Santarém-PÁ, 27 de julho de 2026/Amazônia.Brasil

Spray de Pimenta

O Presidente Lula sancionou nesta sexta-feira ( 24) de julho, a lei que liberara a comercialização da compra e posse do spray de pimenta para mulheres acima de 18 anos. A medida prevê que o produto sirva como parte de sua defesa parcial.

Conforme a norma, a utilização do produto fica restrito ao uso “ moderado “. Com base nisso, o intuito é evitar uma agressão injusta ou seja, sem cometer exageros.

Há um detalhe que também chama atenção na lei para o uso do spray que é o fato da suspensão imediata; uma vez comprovada a ausência de ameaça.

Compra do Produto

Para as mulheres que desejam adquirir o produto, a regra é que a pessoa apresente a documentação com foto; comprove residência fixa, assim como a certidão de antecedentes criminais. A exigência serve para provar que não existe a intenção de cometer um crime por exemplo. Mas que, o spray serve somente para casos extremos de uso ou seja, quando houver uma necessidade maior.

Marii Freire. Spray de Pimenta

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Fonte: https://g1.globo.br

Imagem: Pinterest/Xerife Pimenta

Santarém-PÁ, 24 de julho de 2026.Amazônia/Brasil

Feminicídio

De acordo com a Folha de São Paulo, o Brasil registrou 741 vítimas de feminicídio entre os meses de janeiro à junho deste ano; quando comparado ao mesmo período do ano passado. Além disso, teve uma redução de 2,5% em relação a esses casos; enquanto em outros estados essa medida não foi alcançada. Isso reflete a importância de continuarmos falando; de continuarmos alertando essas mulheres para que elas reconheçam os sinais da violência e peçam ajuda.

marii freire_ oficial. Feminicídio

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública.

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Imagem: autoral/instagram

Santarém-PÁ, 23 de julho de 206.Amazônia/Brasil

Pré – Candidata à Deputada Federal

“ Marii Freire é filha de Santarém. Bacharela em Direito. Pós- Graduada em Direito Penal e Processo Penal. Autora de dois livros que trabalho o tema violência contra a mulher. Palestrante e Mãe de duas adolescentes. Agora é também Pré – candidata à Deputada Federal.”

Bem, essa descrição ocupa as minhas redes sociais, falando da minha filiação ao PCdoB Santarém/Pará e hoje, oficialmente estou à disposição do partido como Pré-Candidata à Deputada Federal.

Para quem já trabalhava o tema “ Violência Contra a Mulher “ há 6 anos por aqui, eu resolvi abraçar essa oportunidade de tornar esse trabalho educativo/informativo ainda maior. Para dar poder as mulheres, nós precisamos trabalhar juntos ( homens e mulheres) para encontrar soluções que ajudem a trazer as respostas as quais precisamos para o enfrentamento à violência. É claro que, quando se fala sobre essa questão, sabemos que elas precisam da junção de outras, como políticas públicas eficazes e medidas protetivas que funcionem de verdade. Mas “ conscientizar” também é uma direção assertiva. Pois, é preciso que alguém lhes mostre que existe vida após a violência. Por isso, se você já admira o meu trabalho, junte-se a nós nessa corrente do bem. E juntos vamos fazer uma Santarém melhor.

Despede já, deixo o meu cordial abraço!

Marii Freire. Pré- Candidata Deputada Federal

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Imagem: autoral/PCdoB Santarém/Pará

Santarém PÁ, 23 de julho de 2026. Amazônia/ Brasil.

Feminicídio no Brasil

Quando se fala em feminicídio no Brasil, se costuma atribuir muitas definições atreladas a essa realidade. Mas, se você olhar para essa questão bem de perto, irá compreender que o ódio as mulheres é algo que tem muita força. E uma força que faz crescer todas as formas de violência. Portanto, não se mata uma mulher “ porque ela é mulher somente”. Veja, não se trata só de uma questão de gênero. É toda uma construção cultural, e o ódio que é o combustível fundamental para essa explosão de assassinatos. O ódio é o requisito que vem muito antes das manifestações negativas que vemos hoje a respeito de violência. Toda essa situação, acaba tendo relação com um arcabouço jurídico, institucional- ideológico que motiva voltar esse olhar para essa força esmagadora e que infelizmente, contribui para ceifar a vida de tantas mulheres no país.

“ Homens continuam matando mulheres, por entender que ela é parte da propriedade privada dele.”

Como escritora, eu me recuso a acreditar na definição de um único obstáculo para se trabalhar esse problema. E as injustiças, as diversas formas de atrocidades que foram silenciadas ao longo dos séculos ao redor do globo? Quantas narrativas sobre as mulheres foram construídas de forma inteligente e intencional para criar uma diferença abissal, especialmente, a inferiorização feminina; os espaços, a fala, o medo, até as formas de violência mais comuns que vemos hoje, – e a misoginia é uma delas. Todos esses são aspectos que precisam ser trazidos à baila para compreendermos não só as divergências como o pensamento masculino sobre as mulheres, como também aceitar o estrago que isso faz diante da sociedade. Portanto, não se mata mulher à toa. É preciso compreender o conjunto de todas as condições que foi estabelecida e a hierarquia dos sexos, assim como as questões que continuam trazendo preocupações relacionadas a essa moldura em que a mulher foi colocada.

Se o Brasil tem um índice significativo do aumento de mortes de mulheres ( feminicídio), é por conta das ideias do passado, especialmente, a forma de como a mulher era vista ou seja, como “ parte da propriedade do homem” . Na prática, esse é um ponto de debate importante porque, continuamos vendo mulheres sendo oprimidas; mulheres que não podem falar com ninguém, mulheres tendo a vida sendo gerida pelo homem dentro da relação; fora inúmeras outras coisas que, eu poderia reunir com o objetivo de tornar essa situação mais frutífera possível. Ora, em 2025, o Brasil teve 1.568 vítimas de feminicídio. São números que expressam muito bem, o teor dessa fala. E mostra, como o ódio é transformado em força letal para nós mulheres.

Marii Freire. Feminicídio no Brasil

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Imagem: autoral/IA

Fonte:

https://dossies.agenciapatriciagalvao.org.br

Santarém-PÁ, 20 de julho de 2026/Anazônia/Brasil

Voto Feminino no Brasil

Ao longo da história, os opositores de nossos direitos, dentre eles o voto, tentaram de todas as formas “ justificar “ condições para nos colocar como seres de segundo plano; visto que, dentre os critérios usados estava a educação recebida ( quando recebida!), o que tinha ligação direta com a “ incapacidade feminina de entender questões políticas “, isso na prática, era uma arma de manipulação eficaz usada durante séculos, por grandes pensadores; gente influente da época, como é o caso do filósofos Jean – Jacques Rousseau em ( Émile – 1762) para elevar essa coisa absurda de que mulher não podia “ isso “ ou “ aquilo”. Imagine falas como essa proferidas por Rousseau, um nome incrível e que tinha obras lidas por toda Europa e também nas Américas? Autoridade intelectual respeitadíssima, mas que infelizmente, era um desses opositores ao direitos da mulher, como aqueles que se mostram na atualidade.

Essa máxima de que “ a mulher não era inteligente “, que não podia opinar, que devia cuidar somente da família, entre outros, reflete essa “ condição “ criada e fortemente defendida por falas e pensamentos de outra época. Na é que a mulher não fosse capaz! Sempre foi. Mas, tiraram dela essa capacidade de fala, de estar nos lugares que hoje elas brigam para ocupar. A reivindicação por direitos ( direito da mulher) vem de toda uma insatisfação gerada por anos da negação de seus direitos. Negaram seus direitos políticos, entre vários outros. E por quê isso aconteceu? Porque colocar essa mulher para viver coisas pequenas, causava desequilíbrio na balança; dando a sensação que o peso maior, estava do outro ou seja, o bem-estar se voltava ao masculino. E de fato, a briga se volta para os privilégios; para o poder, dentre eles, determinar o lugar da mulher.

Por que os homens recebiam uma educação de qualidade, por que eles tinha o poder para tomar grandes decisões, para defender as suas ideias, assim como os seus ideais? Estamos falando de uma sociedade masculina, onde todo poder passa pelas mãos dos homens ou seja, pelas mãos do pai, do marido, do irmão. E quanto a mulher?

Homens bem informados ( homens que recebiam uma educação de qualidade, como dito anteriormente, mostravam seus pensamentos por meio de críticas ácidas e, sustentava isso, como vemos essa gente que é contra os direitos da mulher fazendo esse tipo coisa de hoje. Independente de ser “ x” ou “ y”. Gente com grandes projetos buscar justificar falas absurdas. Isso é projeto; isso é poder, especialmente poder daqueles que se declaram grandes chefes de família.

Ao longo da história, a mulher foi tratada como projeção da sombra masculina “

Ao longo da história, a mulher era uma extensão do masculino, sem direito ou poder de escolha. E hoje a pergunta é: as mulheres vão deixar isso acontecer ou seja, irão voltar a esses lugares determinados à elas? Irão consentir ou viver somente sob a decisão e consentimento do marido em grandes decisões. O voto é um delas. As mulheres querem simplesmente “ obedecer “ regras como essa? Hoje, a mulher é um ser responsável e que participa da vida publica; ela faz as suas escolhas, inclusive, decide em quem votar. A mulher pode fazer boas escolhas, inclusive, escolhas políticas com apoiadores ou sem, porque isso lhes é um direito.

Apesar de pensamentos e falas que tentam implantar tais divergências sobre um passado negacionista, temos que compreender que o voto é um direito conquistado; obviamente que vem de uma questão abissal e que, nos coloca diante da ciência de grandes decisões. Em 1932, conquistamos esse direito e depois dele, muitos outros. Depois do voto feminino no Brasil, até hoje, discordamos e concordamos com aquilo que melhor atende aos nossos interesses. Isso é também democracia, é sobretudo ter liberdade de escolha.

Marii Freire. Voto Feminino no Brasil

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Imagem: autoral

Fonte:

O VOTO FEMININO NO BRASIL

MARQUES, Teresa Cristina de Novaes. 2 ed. Brasília: Câmara dos Deputados. Edição Canara. 2019

Santarém-Pá 7 de julho de 2026/Amazônia Brasil

O Voto Feminino no Brasil

Quando falamos em voto feminino no Brasil , devemos lembrar que até 1932, as mulheres eram privadas de vários direitos. E na prática, se podia dizer que elas não tinham direitos mesmo. A questão é tão profunda que, cabia a mulher somente o papel de submissão. Essa realidade só muda com a luta das sufragistas. Dentre os nomes dessas mulheres que lutaram pelos os nossos direitos, temos o de Berta Lutz. Ela é uma das protagonistas que ajudaram a mudar a historia.
Por que voltar esse olhar para o passado? Por conta de especulações que sugiram com a fala de Paulo Figueiredo, ao introduzir um pensamento retrogrado a respeito do voto das mulheres. Paulo afirma que “ as mulheres votam muito mal”
Não devemos nos enganar, porque esse arsenal de horror ( Sim, porque nos EUA, existe um movimento que questiona o voto feminino) e lá, isso cresce sorrateiramente.
Todavia, no Brasil temos que voltar os olhos para aquilo que não deve ser questionado que é o direito ao voto. Como dito anteriormente, este é, um direito conquistado em 1932. Só então, o panorama do Brasil muda. E levantar tal questionamento, além de um atraso, é um desrespeito com as mulheres.
As mulheres participam da vida pública, decidem o que querem, porque ao longo do tempo foram conquistando vários outros direitos e lugares de falas, sem depender necessariamente, da vontade do marido para isso.
Ora, a mulher pode votar em quem ela quiser, até porque o voto é individual. Querer interferir nisso, trata-se de uma violação de direitos; um atraso indefensável. Fica aqui o meu repúdio.

Marii Freire. O Voto Feminino no Brasil

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Imagem: autoral/IA/ Gemini

Frase e texto: Marii Freire

Fonte:

O VOTO FEMININO NO BRASIL/Teresa Cristina de Novaes Marques

MARQUES. Teresa Cristina de Novaes. 2 Edição. Edições Camâra. Brasília, 2019

Santarém-PÁ, de julho de 2026/Amazônia/Brasil

Misoginia

Manifestar ódio ou aversão à mulher através de falas e comportamentos, isso tem nome: misoginia. É importante que nós enquanto sociedade, possamos combater toda e qualquer forma de leitura distorcida sobre a mulher.
Como sabemos, são “ essas leituras errôneas” que acabam potencializando, ainda mais o aumento da violência contra a mulher em nossa sociedade. Portanto, vamos juntos dizer “ não “ a misoginia e “ não “ a violência!

Marii Freire. Misoginia

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Imagem: autoral

Santarém-PÁ, 2 de julho de 2026/Amazônia/Brasil

Misoginia

Não podemos normalizar nenhuma forma de violência contra as mulheres.

Não ao ódio, a aversão e ao desrespeito.

Diga não à misoginia!

Marii Freire. Misoginia

https://Pensamentos.me/VEM comigo!

Imagem: autoral

Santarém-PÁ, 1 de julho de 2026/Amazônia/Brasil

POLÍTICA

Política não é só resultado. Política é sobretudo, processo. As pessoas querem conhecer você; os passos da construção pessoal, profissional, as ideias e os projetos. Os projetos importam, mas antes de tudo, as pessoas precisam se identificar com você para que exista uma aceitação pessoal.

Marii Freire Escritora. Política

https://Pensamentos.me/VEM comigo!

Imagem: Marii Freire/ Pensamento.me

Santarém-PÁ, 26 de junho de 2026/Amazônia/Brasil