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Meu primeiro post no blog

“A educação é um instrumento de emancipação das mulheres.

Escreva no seu tempo…”

Wollstonecraft .

Este é meu primeiro post no meu novo blog. Aqui estou dividindo parte de um sonho projetado há muito tempo com vocês. Nesse trabalho, você encontra textos motivacionais, reflexões, literatura, direito, frases, citações e outros.

Espero que goste!

VEM comigo!… Tem muita novidade!

Um abraço fraternal.

Marii Freire.

Vai e Volta

Precisamos viver em harmonia com a vida, com a natureza, as pessoas e os nossos atos. De modo que, sejamos conscientes diante de tudo aquilo que vivemos e escolhemos fazer, porque se você der bobeira e fizer coisas erradas; pensando que isso não tem consequências, tem.

Não fique surpreso se um dia, a vida devolver o seu “lixo”. E se você se revoltar, ao invés de calcular a rota, de reconhecer as próprias falhas e se tornar mais duro e, com o perdão da palavra “ mais imbecil” achando que a própria expertise te salva, a vida vai bater mais forte. E sabe por que? Tudo que vai volta.

Aprendemos viver em equilíbrio quando conseguimos perceber que a diferença vem das nossas ações. Não adianta querer burlar o tempo, as regras e insultar a vida por isso, até porque, você não é o ser mais adorável do universo. Portanto,

“ Não insulte a vida, ela devolve tudo de volta.”

Essa fase de repetição ( devolve tudo de volta), ocorre basicamente, para chamar atenção ao que foi deixado de fora, especialmente quando existe um alerta sobre o que precisa ser tratado com respeito e importância.

Ao longo do tempo, esses pequenos avisos acontecem com frequência e, acabam tendo um papel importante que é chamar a nossa atenção para agirmos com coerência, especialmente para as coisas que precisamos melhorar . Às vezes, acessar o lixo mental faz a gente analisar os nossos atos de maneira mais assertiva. Algumas coisas precisam doer dentro dessa “ analise “ para que sejamos mais éticos e coerentes dentro do círculo que nos completa. Mas acredite: vale a pena, pois só dessa forma, conseguimos ser justo conosco e com os outros. Quando falo disso , gosto de lembrar do exemplo das ondas do mar. Se você observar, o ritmo “ vem e volta” ou seja, entrega, mas pede na mesma proporção. Em outras palavras, quando ela vem, entrega tudo. Mas ao partir, leva tudo o que é seu de volta. Essa é a troca justa com a vida para com todos nós.

Marii Freire. Vai e Volta

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Imagem: Marii Freire/Rio Tapajós/ Pará/ Brasil

Santarém-PÁ, 7 de novembro de 2026/ Amazônia. Brasil

Mérito

Somos o que praticamos – e escolhemos como respostas para atender as necessidades que passa pela exigência do despertar, do crescimento e esforço que acaba dando sentido a vida, aos sonhos e a direção que nos leva a usar o tempo que passamos aqui com sabedoria.
Somos o que praticamos porque, dentro dessa transitoriedade do tempo e das nossas escolhas, obviamente, todas elas tem múltiplas respostas, precisamos construir algo de útil a nós e aos outros. Então, existe a necessidade do esforço. Mas, o ajuste entre homens e mulheres, assim como o reconhecimento pelo que se faz, nem sempre é justo. Pois, apesar de muitos esforços, seja eles, de um dia ou de uma vida inteira, aparece tarde, especialmente, o reconhecimento feminino.

“ O mérito pelo reconhecimento feminino é tardio.”

Qual é a razão disto? Levado para o hilário da situação, penso que seria para alçar o sentido de longevidade, – e de que um dia, esse reconhecimento vem mesmo de qualquer maneira. Ledo engano! Na prática, quando se trata de mérito ou reconhecimento pelo que se faz, existe uma diferença muito grande entre homens e mulheres. Os homens, acabam ganhando esse reconhecimento muito mais cedo; tanto que muitos assumem cargos de poder antes dos quarentas e as mulheres aos sessenta anos. Hoje, um pouco menos, porque vemos mulheres assumindo também esses cargos, mas com uma característica marcante que é dada pelo “ envelhecimento “. Um exemplo do que falo é uma mulher diante de funções importantíssimas, mas que obedece um arquétipo construído de acordo com essas características onde se nota “ cabelos brancos e trajes que evidenciam roupas milimetricamente, pensadas com parâmetros que obedecem a ideia de respeito e dignidade.
Os homens poderosos também seguem regras específicas, mas acabam tendo mais liberdade; tornando-se assim, menos prisioneiros de certos “ padrões “ estabelecidos pela sociedade. E quanto ao mérito? Uns vem pela nobreza de um trabalho árduo produzido a vida inteira, enquanto outros são negligenciados ou surge, por escolha de um grupo por representar um determinado interesse.
O importante é fazer a nossa parte e nos tornar pessoas capazes de iluminar o caminho por onde passamos e fazer o que gostamos com paixão; manifestando assim a perfeita sabedoria.

Marii Freire. Mérito

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Imagem: autoral/ IA

Santarém-Pá, 6 de novembro de 2026/ Amazônia. Brasil

Violência

Quem tenta convencer pela violência e não pelo argumento, ensina que a brutalidade é a resposta da indiferença.

Marii Freire. Violência

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Imagem: autoral / Frase

Santarém-PÁ, 5 de novembro de 2026/ Amazônia. Brasil

O Amor Verdadeiro Contesta

O Amor Verdadeiro Contesta é uma obra que nasce da necessidade de conscientizar as mulheres vítimas de violência psicológica, que como sabemos, é uma das seis formas de violência doméstica elencadas na Lei Maria da Penha. E com o objetivo de ajudar essas vítimas a reconhecer os sinais, especialmente quando temos um número de agressões muito grande, bem como, o crescimento dos casos de feminicídio no país, eu procurei trazer exemplos que ajudam essas mulheres, a enfrentar a dificuldade de reconhecer aquilo que elas estão vivendo.

As mulheres que estão passando por esse problema, muitas vezes, elas nem reconhecem o risco que estão correndo. E por quê isso acontece? Porque elas não se reconhecem como vítimas ou “ ignoram aquilo que sofrem” por achar que faz parte da relação, e não faz.

Hoje, diante de uma divulgação maior de casos, e especialmente de profissionais provocando a sociedade ou seja, alertando sobre os perigos, vemos muito mais pessoas informadas. Então, o que se pode constatar é que há uma disseminação maior de informação; o que é essencial para essas vítimas. Neste caso, ressalto não só “ informação” mas “ oportunidades “ , que é o que essas mulheres precisam para sair da situação de violência. A informação, ela ajuda a mulher a não se calar ou seja, a vítima passa a ter conhecimento do que é aceitável dentro de uma relação e, posteriormente, ela denuncia o que é doentio.

A mulher que teve ou tem a vida marcada pela violência, ela acumula muitas dores, e passa a viver parte de tudo isso sozinha, sem saber reivindicar seus direitos. Por isso, quando ela aprende que “ amor e dor “ não combinam, deixa de se submeter a maus-tratos e tudo aquilo que há num relacionamento abusivo. Por isso, eu afirmo que:

“ O protagonismo dos meus livros, não é meu. Mas, de cada mulher que lutou e conseguiu escrever um novo capítulo de sua história.”

A conquista é da mulher que sofre agressões, seja físicas ou psicológicas, mas que é “ alertada” e denuncia o que está errado. A mulher que sofre e tem resistência, ela também tem o tempo dela para ter forças para romper com o ciclo da violência. Evidente que quando se aumenta o nível de conscientização, mais fortes essas mulheres se tornam por meio das dessa proposta de “ reeducação “, inclusive, essas mesmas mulheres se tornam agentes de transformação, porque ajudam as outras que encontram pela frente.

As informações e contribuições as mulheres que são encontradas nesse livro, é para que elas saibam se defender e, ao mesmo tempo, fortaleça a luta contra a violência, porque esta é, uma responsabilidade de todos nós.

Marii Freire. O Amor Verdadeiro Contesta

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Imagem: autoral

Santarém- PÁ, 4 de novembro de 2026/Amazônia. Brasil

Escrita

As inquietações sociais nos permitem fazer uma leitura mais próximas da realidade, eu digo, até com um ar de insatisfeita, porque se você olhar para o lado, e observar, verá que existe um aspecto positivo nisso, e é justamente, ele que nos liberta de um certo grau de ingenuidade.
Como escritora, temos um ar refinado com as palavras. Mas, a verdade é que, de vez em quando, deixamos o ser humano que há em nós, ostentar a vida interior, revelando sobretudo, as nossas insatisfações; a ponto de em algumas ocasiões “ baixar o nível” como se costuma dizer. Creio que a realidade, ela realça a autenticidade dos fatos; as ditas “ angustias” principalmente, porque a razão se utiliza bastante do que ela mesma consegue “ abraçar “ dentro dos limites referentes ao nosso olhar sobre a vida e a maneira de como nos comunicamos com ela.
Em um pouco mais de 6 anos de escrita, desses, 4 são profissionais, eu já lidei com muitas situações que me trouxeram perplexidades diante das saídas que, como humanidade precisamos encontrar. E você acha que isso é um dissabor meu por “ ser nova?” Não. Tem gente com um histórico escolar muito melhor do que o meu como, Sartre, Heidegger, Camus, Angeles, “ tio Marx” entre outros, que fizeram muitas provocações que servem como reflexão para os nossos dias atuais. É curioso, mas essa gente se alimentou de “ revolta” para o que via e compreendia como injusto na história.
O mais importante no que tange esse olhar sobre a realidade e suas muitas preocupações, é a leitura que fazemos a respeito dela; digo “ das coisas que nos afligem “ . Os problemas de décadas atrás, hoje, têm uma nova roupagem. E o fundamental é conseguir ter um olhar inovador para saber lidar com eles, independente da ordem que se apresentem e traga as suas urgências diárias. Para mim, uma das melhores artes é a escrita, ela traduz melhor quem somos e o que pensamos.

Marii Freire. Escrita

Nota: publicação via Facebook em 3 de novembro de 2026

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Santarém-PÁ, 3 de novembro de 2026/Amazônia. Brasil

Violência Contra a Mulher

Como escritora, eu compreendo que um dos caminhos que podemos trabalhar para combater a violência contra a mulher em nosso país, é o caminho da informação. Sem dúvida, grande parte das mulheres que ainda sofrem dentro de seus relacionamentos, isso ocorre pela falta de conhecimento; falta de informação, de entender quando existe abuso dentro da situação cotidiana que elas vivem. Veja, se uma mulher levar um tapa, ela vai dizer “ opa, ele me bateu!”. Isso é perceptível, isso “ deixa marcas”. Mas, se ela vive um relacionamento abusivo e tem a sua “ autoestima minada” dentro de discussões calorosas e não compreende o que há por trás disso? Se essa mulher acha que palavras ditas de qualquer forma faz parte da relação. É o que acontece dentro dos relacionamentos doentios e, as pessoas ignoram.
É por isso que a informação é preciosa demais, porque ela orienta, porque ela “ ajuda” essas vítimas a ultrapassarem vários obstáculos, entre eles, o obstáculo da ignorância.
Empoderar é reeducar essas mulheres. Mais, empoderar é ajudá-las a reconhecer seus próprios direitos; direitos a educação, a saúde, a dignidade e outros.
Quando essas mulheres que são vítimas de violência doméstica, conhecem seus direitos, naturalmente ampliam a maneira de como veem o mundo e passam a ter coragem de falar sobre as suas experiências por conta desses “ gatilhos de alertas” a respeito da violência que sofreram e que serve para o seu despertar, – não só da violência, mas também de outras dores. O maior sinal de que uma mulher compreende o que há por trás dessa provocação; que é o fato de ajudá-la a despertar, é justamente fazer a mesma, denunciar o que está errado. Se antes ela calava. Agora, ela deixa de aceitar.

Marii Freire. Violência Contra a Mulher

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Imagem: autoral

Santarém-PÁ, 3 de novembro de 2026/Amazônia. Brasil

Maria da Penha

O exercício da luta da Maria da Penha, deu visibilidade aos casos de violência doméstica no Brasil. Se hoje, temos a redução da impunidade dos agressores, é porque apesar de todas as dificuldades, essa mulher não desistiu. Não esqueçam do exemplo dela. Pois, ter coragem é o que move muitas outras.

Marii Freire. Maria da Penha

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Imagem: Pinterest/ Catraca Livre

Santarém-PÁ, 31 de outubro de 2026/Amazônia.Brasil

Violência Contra a Mulher

A violência contra a mulher poderia ter penas mais severas [ se quisessem] conter o problema de uma maneira mais eficaz.

“ O homem só respeita aquilo que o coloca medo. Enquanto, a violência for um fator que coloca medo na mulher, ele vai continuar se sentindo confortável para matá-la.”

A ordem que inicialmente trará uma resposta mais adequada para essa situação, infelizmente é drástica. Enquanto, o homem desdenhar da lei Maria da Penha, a verdade é que, vamos continuar vendo mulheres sendo mortas todos os dias. E a justificativa do homem é “ eu quero ver a lei que vai me parar”. A segurança dos homens violentos é ter certeza de alguns benefícios que a lei os atribui. Quem age perversamente, age porque sente segurança para isso. Todavia, muda a legislação brasileira para constar se a segurança desses homens que apresentam comportamentos violentos, continua sendo a mesma.

E, para certificar o que digo, observe a consistência desses comportamentos violentos. Evidentemente, que muitos vai continuar desafinando a lei, mas outros vão pensar melhor diante das diversidades que podem enfrentar. Isso não é desumano? Não é. Desumano é essas mulheres sendo mortas diariamente por circunstâncias fieis atreladas as necessidades desses homens. Isso é cruel. A questão aqui, não é julgar é assegurar o direito à vida da mulher. Mas a vida da mulher vale mais do que a do homem? Veja, a questão não é tratada na balança para atribuir tamanho peso. Mas, a busca de uma resposta que traga segurança para ambas as vidas. O homem que não mata, ele protege a vida dele, assim como a da companheira ou ex- companheira.

A questão que urge, é conter a desordem. É impossível criar condições a resposta que a sociedade almeja no sentido de conter o número crescente de feminicídios, se aquele que ceifa a vida de sua ex- companheira, não passar a temer a lei. Aqui, torno a afirmar “ o homem precisa ter medo da resposta do que pratica”. Tal afirmação, causa-lhe um desconforto necessário, e ao mesmo tempo, uma escolha benéfica. Pois, o que faz pensar nas consequências dos próprios atos e, entender que ele não pode “ violar “ o direito do outro, ainda que, neste caso, aquele que ele tenta arruinar, seja a vida da mãe de seus filhos, namorada ou ex- companheira, é o medo.

Diante das razões mencionadas, afirmo que Justiça também se faz dentro dos seus limites. A lei existe para proteger o direito de todos, e nunca só de uma pessoa, porque quando se prioriza a justiça, bem como a proteção é endereçada a uma única pessoa, naturalmente, se despreza o direito de quem foi morto. E morto nesse caso, sem que essa pessoa tenha o direito de escolher “ ter direitos“ entre eles, a vida e a própria dignidade.

Marii Freire. Violência Contra a Mulher

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Imagem: autoral

Santarém-PÁ, 30 de outubro de 2026/ Amazônia.Brasil

Dia Nacional do Livro

Os livros são testemunhas do que sentimos e vivemos. O óbvio pode ser dito na simplicidade; com características ásperas ou de maneira triste- tristíssima.

Provas são constituídas de mão em mão de maneira cética, transformadas pelo olhar que atravessa as janelas, pensamentos e coração.

Os livros são misteriosos.

Quisera eu dizer que todos são bons.

Que nada. Muitos oprimem,

Ignoram a nossa fraqueza.

E o peso das palavras que contém outros, embarga a nossa voz.

“ Os livros representam a forma mais autêntica da confidência humana; um amor, uma ironia; uma confusão ou uma dor, tudo pode ser lido e disfarçado entre páginas.”

Senhores, tudo,

Até os fracassos, as coisas acumuladas no tempo; a memória fatigada, as crises intermináveis do que somos e sentimos.

Que confusão,

Que riqueza há sob os nossos olhos!

Sem pressa, sigo escrevendo uma nova página.

Marii Freire. Dia Nacional do Livro

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Imagem: autoral

Santarém-PÁ, 29 de outubro de 2026/Amazônia.Brasil

Violência Contra a Mulher

O Direito de Lutar Por si Mesma

Escrever sobre violência contra a mulher é uma forma de não ser omissa ao problema. É necessário contestar as coisas que são erradas, especialmente, as coisas que limitam o direito do indivíduo e que o expõe ao perigo, ao ódio e todas as formas de injustiças.

E, para fortalecer tudo o que digo, é notório o fato de que precisamos ser muito humanos para nos preocupar com a dor e com formas de diminuir isso em meio as adversidades. A violência é intolerável, onde já se viu, ainda hoje, a mulher ter que pagar com a própria vida, os desejos de seu benfeitor? “ Mesmo que esse desejo seja aniquilar aquela que pela desobediência, acabara se tornando um desafeto; ocasionado pelas próprias circunstâncias, que muitas vezes, é término da relação, onde o desprezo e a fúria, são fatores que contribuem para a morte da vítima. É triste e desumano avaliar como essas mulheres são mortas. Mas, elas são e da forma mais horrenda possível.

Eu escrevo para alertar e dizer que:

“ Existem histórias que nascem da dor. Mas, elas podem se transformar em exemplos de coragem.”

Mesmo que demore ou que essa mulher nunca queira tocar nessa “ ferida” ela pode lutar e, lutar para transformar outras vidas através do próprio exemplo ou da coragem de ir contra toda essa violência.

“ A violência é uma forma de paralisar essas vítimas. Todavia, postergar o direito de lutar por si mesma, não é algo que possa ser desprezado.”

A decisão de sair de uma relação que machuca é da mulher. A minha escrita é um alerta para que elas conheçam as formas de violência e peça ajuda.

Marii Freire. O Direito de Lutar Por si Mesma

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Imagem: autoral

Santarém- PÁ, 28 de outubro de 2026/ Amazônia. Brasil