garfos e facas e pratos de louças que se quebraram já…”
Ferreira Gullar, poema sujo 1976.
Ferreira Gullar representa a poesia nos anos de chumbo. Ele foi um dos principais representantes da poesia social e engajada que se fez no Brasil nas décadas de 1960 e 1970 com do regime militar no país.
Poema sujo é uma criação de quando Ferreira estava no exílio. Ele ê uma espécie de críticas político social do Brasil.
Literatura brasileira: William Cereja e Thereza Cochar, 2013
De repente, você descobre que uma realidade não é aquilo que parecia ser, e a partir disso, começa perceber que entre o começo e o final, a história podem conter fragmentos de uma infinidade de outras histórias, nem sempre boas, mas com um detalhe importante, o de te fazer forte, porque a finalidade do purgatório é sempre revelar o personagem, e dizer o que lhe é de direito. É ou não é? Claro, que é. Não teríamos a oportunidade de conhecer o lado bom da vida, se não conhecêssemos o lado ruim
Sabemos que, os erros também são responsáveis por agregar valor em nossas vidas. Evidente, as suas consequências são sempre imperfeitas, mas o importante é sabermos aprimorar o que de bom podemos extrair deles. Vejamos o caso de uma desilusão por exemplo. Perde a credibilidade aquele que lhe faltou com a verdade, não você. Não se diminua por conta de situações onde o final não depende só da sua ação, depende do modo de agir das outras pessoas também. É até uma situação natural, sentirmos culpa muita vezes, por algo que dá errado. Mas, aí é que mora a beleza da lição. O veneno, não serve para quem recebe, serve para aquele que o preparou, ele foi incompleto para com você. Trapaceou para obter vantagens. E deixa te dizer uma coisa: tem viu?! Sabe por que? caso não houvesse uma atitude desleal desse ser para com você, jamais você poderia mudar de opinião sobre ele, melhor sobre as atitudes dessa pessoa. Compreende?
” O homem que imagina ser completamente bom é um idiota”
Nietzsche.
Não temos a obrigação de sermos bons o tempo inteiro, não devemos mostrar uma face de perfeição com que não se mostra verdadeiro nem consigo nem com o outro. É como diz o próprio Nietzsche, temos a obrigação de sermos melhores, um pouco hoje, um pouco amanhã. Portanto, quando estiver diante de uma situação que machuca, provoca dor e em consequência disso, você perder o desencanto pela vida, agradeça, porque cada desilusão causa em nós, mudanças profundas. E essas mudanças vistas de um jeito certo, são boas porque faz pessoas melhores.
Nós precisamos nos vestir de bem, falar e atuar dessa maneira, não para os outros, mas pra nós mesmos. Não representar um personagem porque tem muita gente que representa, muito bem por sinal. Mas, digo: sermos naturais. É isso que é bonito na vida do ser humano. Essa é a beleza que encanta.
As desilusões servem para abandonarmos aquela casca de ingenuidade, e encarar a vida com outras expectativas. Aprenda a tirar uma lição de todas as historinhas em sua , fique feliz pelo o que achou, não pelo o que perdeu. Às vezes, não se perde muito, acredite.
Alegria…sempre! Pois do nascimento a morte, o choro serve para comemorar quando se ganha e quando se perde. Lembrando que nem toda perda é motivo para lágrimas que exclamam tristeza, certo? grande parte delas é para comemoramos a alegria.
Qual homem não é movido por suas paixões? Nenhum. Todos somos escravos de nossos desejos. Faz parte da essência humana toda e qualquer manifestação de demonstração de amor – amor por si próprio, depois pelo outro. O amor é o combustível vital da humanidade. É a suavidade desse sentimento que a priori, ocupa todos os espaços da nossa imaginação, fazendo com que sejamos capazes de pensar na pessoa amada, de modo a desejá-la, querer pra si. Assim como, ter a curiosidade para saber o que a outra pessoa está fazendo. Se ela pensa em você com a mesma intensidade, desejo, ou seja, tudo o que é próprio desse sentimento.
Desde o começo da relação, a pessoa busca na outra, a receptividade dos sentimentos, ou seja, o grau de valor que investe. Ela quer se sentir a completa, e para isso, passara aprimorar cada vez mais a relação. Tem o carinho, um cuidado especial, um jogo de sedução que é próprio da paixão. E através disso, você nota que os casais feliz, conversam muito. E não é nada desgastante, pelo contrário é um diálogo prazeroso, eles têm a necessidade de conversar e querer participar da vida um do outro. Andam de mãos dadas, sorriem juntos, por que? Porque têm essa capacidade de saber se interpretar de uma forma saudável. O namoro é uma preparação para um passo mais importante na vida de um casal. Ele só perde essa característica quando há uma indisposição por parte de uma das pessoas que vive a relação. No mais, quando o problema é de fora, todavia, afeta esse casal, então é que isso fortalece cada vez mais a vontade de ficarem juntos. É como diz uma frase de Shakespeare:” A paixão aumenta em função dos obstáculos que lhe opõe “. Ninguém melhor que o próprio Shakespeare para falar acerca de paixões com obstáculos, pessoas que não medem sacrifício para viver um grande amor. Quanto maior for as barreiras impeditivas, melhor o que se recebe em troca.
A verdade é que a paixão, ela tranquiliza os coração humanos, eleva a autoestima, nos faz olhar para o mundo com um filtro especial. Muda o nosso jeito de ser, faz inclusive que, se goste não só de si, mas das outras pessoas também, porque a medida que você compreende toda essa magnitude vinda a partir de um sentimento, então, passar também a desejar amor na vida de outras pessoas. A paixão alimenta o cérebro com informações boas. Só tem um problema, ela não aceita nada pra depois. Tudo é verdadeiro demais e intenso.
A paixão pode ser momentânea e avassaladora, depende muito das bases em que se sustenta os seus preceitos. Todavia, quando bem administrada consegue desfrutar de uma cumplicidade muito boa.
O Filósofo Krishnarmurti diz O seguinte acerca do amor:
” Liberdade e amor andam juntos. Amor não é reação. Se eu o amo porque você me ama, trata-se de mero comércio, algo que pode ser comprado no mercado…”
Eu acrescento o seguinte: cautela para saber qual é o seu poder de barganha. Namore, ame…Mas, queira sempre desfrutar da plenitude de um sentimento que lhe ofereca reciprocidade e liberdade. Liberdade é o que faz com que as pessoas se amem sem imposições. Estão juntas por se querem ofertar e sentir prazer.
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