Encarar a vida pela frente, e vê-la como ela é…Por fim, entendê- lá e amá-la pelo que ela é… E depois deixá-lá seguir…Sempre os anos entre nós, sempre os anos…Sempre o amor…sempre a razão…Sempre o tempo…sempre…As horas.”
O sentimento algo que você pode manifestar. Mas, amor só damos ao outro se tivermos.” O sentimento é uma manifestação subjetiva. Amor, não. Amor é o que nos humaniza.
Para responder essa pergunta, eu preciso te fazer outra: A felicidade é algo que te amedronta? Se a resposta for sim, então diria que ela tem um alto custo. Agora, se a resposta for não, eu diria ” aproveite as oportunidades “. A vida ganha um significado maior, quando você enxerga nas pequenas oportunidades, verdadeiros motivos para ser feliz.”
Marii Freire.
A maior necessidade do ser humano é ” ser feliz”. É uma das maiores dificuldades é justamente, descobrir os caminhos que o leva a enxerga aquilo que é valioso. O que muitas vezes, custa caro descobrir. Eu diria que é natural até por conta do peso dessa necessidade, que nos colocam a todo momento, se desprezar, algo importante, pessoas, oportunidade importantes em nossas vidas para lograr êxito nessa escolha que se faz.
O conceito de Sociedade moderna, ele acaba trabalhando, quase que ‘impondo’ uma carga pesada ao ser humano. É como se fosse um fardo essa coisa da perfeição que nos obriga encontrar a felicidade a qualquer custo. Querendo ou não, você nasce e é educado para ser uma pessoa perfeita, e dentre as suas escolhas, o resultado final delas devem conter a felicidade. Todavia, alcança esse estado de ‘ felicidade ‘ aquele que consegue viver melhor consigo mesmo. Em geral, pessoas maduras têm maiores chances de viver bem, do que pessoas mais novas. A maioria, consegue ter mais clareza a respeito da vida do que as mais novas. Estas, costumam se fechar, viver em isolamento. Essa é uma característica do jovem em si. Raramente, se percebe pessoas novas dialogando.
Os mais novos costumam ter a solidão que é um (processo para o amadurecimento) como companhia. Em geral, quando estes precisam dialogar, se calam. Às pessoas maduras não, elas têm uma certa experiência o que facilita muito esse processo.
Algumas coisas cooperam para esse entendimento a respeito de felicidade. A primeira delas é a de que, nos cerquemos de pessoas que torna o ambiente a nossa volta mais harmonioso. A idéia que prevalece em relação a isso, é a de que: ‘melhor aos olhos, excelente se torna ao coração’. Se existe algo que acaba contribuindo de forma positiva para que eu me sinta melhor, excelente. O importante, é ter perto de mim pessoas que eu possa confiar. Outra situação importante é ter autoestima, ser alguém que acredita em si mesmo, acredita nos sonhos, aceita as idéias que não pode transformar, mas não fala daquilo como fracasso, é muito bom porque não se prende a refeições, chora ou faz drama. Quando mais verdadeiro uma pessoa se torna, mais ela tende deixar de lado os seus excessos.
A sociedade tem muito essa coisa de exaltar a felicidade, e sabe-se que às vezes, esse conceito é meio fantasioso, porque em meio às perdas, muita gente não alcança êxito nessa busca. Todavia, elas não se deixam abater pela idéia de fracasso. Digamos que, essas pessoas verdadeiramente, não se deixam intimidar perante a vida por conta de escolhas que as fizeram desistir em algum momento de uma situação, algo valoroso. Não, simplesmente, elas aprenderam a se reconciliar com o insucesso de forma sadia. São fortes, não submissas, portanto, não abandonaram o ser humano que são.
Essa forma de gostar de si, de aceitar aquilo que é visto com naturalidade, faz com que elas não supervalorize o supérfluo. Mas busque a simplicidade das coisas, que é onde mora a felicidade.
Às vezes, é natural observar pessoas felizes, sem motivos. E talvez, pelo fato de não compreender tal razão, digo ‘os mecanismos que contribuem para que elas pareçam felizes ‘, surge a seguinte pergunta: ” qual é o segredo da felicidade? Por que algumas pessoas são felizes e outras não? Não existe segredo? Não. O que existe é esforço e disciplina. A gente não alcançar nenhum lugar dentro de nós que nos traga paz, amor e a sensação de felicidade [ se] antes, não trabalharmos isso internamente. O nosso maior desafio é justamente, saber lidar com os nossos conflitos internos, nossos dramas. Depois que se aprende ali no limite, a não viver controlado pelos problemas, passamos a compreender melhor a vida e todo o significado que ela tem para nós. Isso sim, é maior até que o próprio conceito a respeito de felicidade.
Mire nas oportunidades, abrace com generosidade tudo o que a vida lhe proporciona. A felicidade nasce a partir de pequenos momentos…preciosos.
” Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver no Universo…
Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer
Porque eu sou do tamanho que vejo
E não do tamanho da minha altura…
Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista à chave,
Escondem o horizonte, empurram o nosso olhar para longe de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a nossa única riqueza é ver.”
( Alberto Caeiro. In: Fernando Pessoa. Obra poética. Rio de Janeiro: Aguilar, 1965.p.208) – Literatura brasileira: William Cereja e Thereza Cochar. São Paulo, 2013
(…) O Amor nem atende a respeitos, nem guarda limites de razão nos seus discursos, e tem a mesma condição que a morte, a qual tanto acomete alcácares dos reis, como as humildes choças dos pastores; e quando toma inteira posse de uma alma, a primeira coisa que faz é tirar- lhe o temor e a vergonha.”
Eu vou falar de uma coisa chata, porém séria para todos nós que escrevemos. É uma ação que trata da ética profissional. Isso é algo que devemos ter muito cuidado porque algumas vezes, acontece que se gosta de um trabalho de um determinado autor e deseja-se levar aquilo para nós. Acontece que talvez, pela falta de conhecimento, levamos e não colocarmos os créditos originais. O nome disse é plágio. Já em outros casos, existem pessoas que costumam agir com má-fé mesmo, ou seja, pega um texto, dois parágrafos inteiros que seja, sem modificar e coloca como se fosse seu. Cadê os créditos originais? Não pode.
Eu mesma já passei por uma situação vexatória aqui. Certa vez, eu peguei uma imagem de um colega, com o devido conhecimento dele, porém eu trouxe essa imagem sem a sua permissão, que foi o meu erro. Mas, eu assumi isso publicamente para todos. Me descupei e retirei isso da minha página. Claro, eu sou formada em Direito, não é que eu não tivesse conhecimento. Todavia, o meu erro foi não esperar a devida resposta dessa pessoa, até porque eu não sabia o momento em que ela iria postar, permitir ou não. Todavia, corrigi o meu erro.
O que quero dizer a todos, e isso não vale para a maioria, pois muitos sabem, mas os que não sabem ou ignoram é que, ao achar interessante o trabalho de um colega, você pega, mas cita a fonte. Veja, as minhas publicações geralmente têm dois endereços. O primeiro faz ” jus” ao lugar de onde, eu estou retirando aquele trabalho. E o segundo é o meu, porque estou colocando aquele texto dentro da minha página. Neste caso, estou agindo legalmente.
[…]
Algumas postagens simplesmente, não tem o primeiro endereço, porque eu escrevo a partir dos livros que tenho. Então, tem Editora e ano, e o meu site. Mas, o crédito do trabalho está inserido devidamente como deve ser.
Fique atento! porque é muito importante prestar atenção nessas regras. Da mesma forma que, você senta, tira um tempo para escrever, você deseja no mínimo que a pessoa que pegue um trabalho seu, reconheça o valor do que você faz. Você pode sim, pegar o trabalho de alguém, ler e com base nele, escrever o seu. O que não pode é pegar o trabalho de alguém e assinar embaixo como se fosse seu. E todos as vezes que compartilhar, deve inserir os créditos devidamente.
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