Fracasso e sucesso não tem destinatário. A quem você tem atribuído os seus fracassos? Não ache culpados para resultados que não saem como você espera. Ambas expressões só servem para lhes dar as mesmas oportunidades. A quem tem atribuído o insucesso? Quem são as pessoas que você diz que sobrecarrega a ideia de um ou de outro? Não são os outros, é você. Pedir ajuda sempre é importante quando ela se faz necessária. Mas o resultado de tudo aquilo que você faz é de responsabilidade sua. Fracasso não tem destinatário. Quando nos colocamos sóbrios diante dessa condição, corrigimos condutas, criamos oportunidades para o que nos favorece automaticamente, e resultado é visível. Às vezes é preciso um longo aprendizado para compreendermos isso, mas quando de fato, se compra essa ideia, não se toma caminho secundários, nem culpamos os outros. Se você pretende mudar qualquer coisa diante da vida que não esteja conforme gostaria, comece adotando esse ideia. Mude e verá como tudo se modifica.
A MULHER Do ostracismo, inspira-se na ” MULHER Do Fim do Mundo” lindamente interpretado por Elza Soares. Mas essa mulher não canta, ESCREVE! E escrevendo, ela vai rompendo o silêncio contra a violência. Sim, ela gosta do caos!…rsrs, mas também adora, quando as pessoas dizem que ela transmite paz no tom da voz ao falar. De fato, não precisa gritar. Baixe seu “tom”, melhore seus argumentos e seja clara naquilo que precisa transmitir a seu público.
Marii Freire. MULHER Do ostracismo à luta pelos direitos nos dias atuais/ Via Facebook
Depois que a mulher teve direito ao voto, foi para o mercado de trabalho ( claro, teve que pedir licença ao marido), mas foi, conseguiu ocupar espaços antes que só era destinados aos homens, e tem travado uma luta ferrenha pela concretização dos seus direitos ( do lar para o ler), essa mulher vem procurando se desvincular de ideias retrógradas a respeito de si, da sua capacidade de pensar que perdurou há séculos. Essa capa de autoridade masculina sobre suas ideias e comportamento não cabe diante de tantas mudanças que estamos vivendo. Já foi- se o tempo em que a mulher ficava confinada em casa, onde propriedade e vida era do marido. Hoje a mulher pode tudo, e não há nada de errado pensar dessa maneira. Acredito que a mulher precisa ter acesso a muitas outras oportunidades para que de fato, ela consiga viver e expressar o que pensa publicamente, sem ser tolhida por qualquer coisa que pareça um comportamento indigno perante a sociedade.
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