A dor, as lágrimas sempre nos fazem companhia numa fase de turbulência. O sentimento de culpa também nos acompanha. Choramos escondido nos fazendo de fortes, às vezes, atravessamos noites pensando, nos recolhendo nos nossos desertos. E quantos desertos, um verdadeiro reino de solidão.
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Falamos sozinhos, agimos e reagimos tentando superar as nossas crises, as nossas adversidades. Tentamos simplesmente, nos despedir de experiências dolorosas que muitas vezes, acumulamos sem nos darmos conta ou mesmos em situações reais que construímos, mas que por infelicidade, tudo se desfaz. São coisas que fogem do controle, situaçõe que muitas vezes, na ânsia de salvá-las, somos taxados de loucos, descontrolados. Mas que querendo ou não exigem uma resposta contundente de nós. Aliás, o ser humano é assim, ele quer sempre respostas claras.
Há um ditado que diz que ‘quem adoça a vida diante de uma crise, torna-se generoso’, porque dentre outras coisas, a pessoa é nobre consigo mesmo ( a). É provável que sim, porque no fundo, se age com atitudes nobres. Então, nada mais genuíno do que essa troca.
Todavia, mesmo quando somos generosos conosco, temos que entender que nem sempre vale a pena enfrentar gigantes. Alguns são puramente imagináveis ou seja, fruto da imaginação de cada um. Às vezes, o bom mesmo, é simplesmente, deixar de ser paranóico (a), deixar de reagir e agir sim, mas em nosso favor. Além do mais, é sempre interessante conseguir prepara-se para as despedidas. Muitas coisas chegam e vão embora com uma facilidade incrível.
É difícil? Sempre. Todas as despedidas são dolorosas, principalmente quando prolongadas. Elas nos causa uma espécie de adoecimento psíquico, porque se perde até a própria dimensão do valor que se tem. De repente, ficamos instintivos demais, agressivos, críticos. E por que? Porque tudo isso, surge como se fosse um alerta, onde nos diz ” fique atento ” há adversidades pela frente. É como se o nosso botão de alerta pudesse acender em fração de segundos. Dessa forma, ficamos mais inquietos, menos lúcidos, tentamos chamar a atenção de qualquer maneira, torna-se inclusive, violento contra si mesmo.
Não é simples saber interpretar a nossa própria agitação. Agora também não é bom ficarmos nos boicotando o tempo todo. Aprenda julgar e criticar aquilo que exige a sua renúncia de forma saudável. É isso mesmo, deixe ir. Não se despeça. Deixe ir _ no acaso, tudo se refaz.
Muitas vezes, é no desconforto dos nossos enfrentamentos que conseguimos acumular forças. É no ato de ‘negociar consigo mesmo’ que a vida vai se tornando coerente…
Há momentos na vida que temos reações como qualquer mortal. Um pequeno gesto, uma palavra dita de maneira inadequada, e nós, temos o desejo de virar rei, ou seja, mandar a pessoa a ‘fruta que floriu’. O que não é comum, mas isso é uma expressão que retrata muito a nossa força interna, a maneira de agir instintivamente. Quer dizer, agimos de modo errôneo. De repente, estilhaça tudo e o rei que existe em você fala atrocidades.
Se você é uma dessas pessoas que perde o controle de tudo, mesmo nas diferentes situações, então você é uma pessoa ‘controlada pelas emoções’. Cuidado. Cuidado porque agir de maneira descontrolada é péssimo. Além de falar coisas que machuca, às vezes, perde- se relacionamento, amizade, trabalho por conta dessa situação complicada.
Quando a pulsação, a raiva e toda carga negativa vir a sua mente, e nesse momento, sentir vontade de falar, tome cuidado. Se for num relacionamento mais ainda, porque se agir sempre dessa forma, essa relação a pessoa que você diz amar, certamente essa relação estará destinada ao fracasso. Claro que, você também não deve aceitar certas coisas. Se é para demonstrar que você é essa pessoa descontrolada, procure ter uma atitude simples, porém correta. Converse, ouça tudo a outra pessoa tem a dizer. Após isso, diga o que se passa na sua mente, esclareço tudo aquilo que de certa forma, trás um desconforto a você, o pensa sobre melhorar ( Se é que, isso é possível), porque agindo assim, você dará a outra pessoa o direto dela pensar na sua maneira de agir, nos seus atos e tudo que complementa uma relação. Se perceber que não há mais condições de manter tal relacionamento, faça melhor: liberte-se disso. Nada de ficar acumulando sentimento estragado. Sentir ciúmes é bom, mas é um ” bom” que tem limite, ultrapassou isso, saia. É uma forma até de você se proteger de coisas piores.
Agir conforme a nossa vontade, digo por instinto sem pesar as consequências, abre margem ao contraditório. Isso, sem dúvida acaba virado uma grande dor de cabeça. Portanto, se tiver que agir, procure ser mais neutro ( a). Exatamente, seja claro, sincero, isso não é bom só para quem estar com você. É bom pra você aprenda a controlar as emoções. Nesse caso, vontade é poder sim, mas poder ter o controle das coisas é não deixar que elas controlem você.
Construa sempre um diálogo franco, isso serve para tudo na vida. Serve para amizade, trabalho, amor. Seja transparente porque quem te assiste vai compreender o que você quer, a mensagem que você transmite.
Suavidade é pode contemplar os dias com mais delicadeza. Suavidade da brisa, do riso de uma criança, da ousadia de acreditar no medo de si mesmo. Suavidade é antes de mais nada, enxergar a vida com os olhos alma.
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É raro não olhar para vida e deixar de compreender que ela só se constrói no silêncio. O silêncio é a oportunidade de se aprender. É diante dos problemas que aprendemos ser flexíveis, dominar o emocional.
Quando a vida é construída em cima de muito ruído, só enxergamos o que queremos, só aceitamos as verdades que nos convém. Observe, a opinião das pessoas, elas sempre denunciam as suas insatisfações.
Falar às vezes, não nos mostra tão gentil, há situações que surgem até mal-entendidos. São opiniões equivocadas que se fazem por ocasião do uso de palavras inadequadas, onde se tivéssemos um pouquinho mais de atenção, perceberíamos que o silêncio constrói …segurança.
Constrói aquilo que ninguém pode tirar de você que é a oportunidade de sempre… conseguir aprimorar-se. De elevar a autoestima, de nos fazer bonitos por aquilo que se protagoniza por dentro.
Quando tiver vontade de falar…suavize…as palavras.
Felicidade é um sentimento que nos ocorre de forma fragmentada. Primeiro, se atravessar um período conturbado, para só então senti- la. É necessário que se viva um período de tristeza para reconhecemos o significado de felicidade. O termo ‘ felicidade ‘ tem várias denominações, porém só pode ser compreendido, quando pudermos de fato, fazer uma comparação, ou seja, o valor que damos a algo ou situação só pode ser manifestado quando passar por uma linha tênue que nos possibilite encontrar uma razão de ser. Há um ditado que diz que após, um período nublado, surge sol.
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Imagine, um sol acompanhado de um lindo sorriso, o seu sorriso. A verdade é que, não precisa -se de um sorriso permanente. todavia, precisamos sorrir. Não para querer passa a falsa idéia de felicidade que muitas vezes é até perceptível em nosso meio. Mas, um sorriso que aflora de dentro para fora, ou seja, o sorriso da alma, aquilo que você sabe que é verdadeiro, e vem do resultado de suas ações quando essas são bem-sucedidas.
A felicidade se vivida fosse de modo ininterrupta não teria o mesmo significado para todos, porque no fundo, o que se deseja é explorar as diversas formas que nos permitem alcancá-la. São essas pequenas conquistas que trazem um significado importante para nós, para nossa vida.
Às vezes, é necessário que se perca algo no momento presente para valorizarmos, outro com o mesmo valor lá na frente. São os regalos da vida. É uma maneira sábia que ela tem de nos fazer pensar e, assim permitir que se busque meios, maneiras, se faça um esforço maior para ter condições de compreender com a devida clareza – o significado de felicidade.
A felicidade se apresenta de diferentes formas. Tem pessoas que são felizes sem fazer barulho, assim como também, tem aquelas que fazem questão de externar esse sentimento. Todavia, felicidade é uma evolução, uma conquista pessoal que se manifesta de forma íntima. Pode contagiar aqueles que estão próximos ou simplesmente viver isso dentro do nosso ser, de acordo com as nossas emoções, de forma confidencial.
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