É comum que as pessoas errem. Errar, definitivamente é uma característica humana. Agora, é bom tomar cuido para que não faça disso um hábito. Há pessoas tão acostumadas a fazer esse tipo de coisa que nem percebem o mal que proporciona as outras. Às vezes, há erros que os cometemos sem querer, como por exemplo, falar coisas quando estamos com um estado emocional alterado. Agir assim é quase sempre machucar quem não merece.
Algumas pessoas, elas conseguem controlar as suas emoções na hora de falar, ou seja, ela é capaz de refletir o seu ato antes de cometê-lo. Elas não só pensam, como se colocam no lugar do outro, e imaginando que aquilo não é bom, elas recuam. Agora outras não, simplesmente parecem com um samurai.
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É difícil lidar com pessoas descontroladas, porque [ ainda], que você faça tudo para passar a sensação de segurança, ela nunca se sentirá capaz de reconhecer o seu gesto de nobreza. Diante da fúria, ela ataca. São pessoas que agem conforme o emocional. Qualquer coisa é motivo para guerra.
Nós seres humanos, somos movidos pela emoção, mas também pela razão. É interessante analisar que por mais descontrole que se tenha, é possível melhorar. A gente só tem que analisar a frequência com que isso acontece. Se acontece de modo repetitivo, é bom procurar ajuda, para compreender o porquê de agir assim tantas vezes. Em algum momento, é preciso refletir. Ninguém tem a obrigação de aturar o mau humor do outro sempre que ele não se sentir bem. Todos nós temos problemas, mas é preciso melhorar. Errar é humano, mas precisamos procurar viver esse processo de lapidação todos os dias. Saber manter o controle é essencial para o sucesso de qualquer relação, seja pessoal, seja profissional. O interesse é saber lidar com os nossos conflitos pessoais. Se soubermos lidar com essa questão direitinho, certamente poderemos respeitar não só a nós, mas também as outras pessoas.
Se quiser ir longe, saiba aonde pisar. Certos caminhos, não permitem falsidade. Por isso, se quiseres ” andar descalça, não plante espinhos “. Assim, não terás com o que se preocupar.
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A lei da nossa consciência não permite que cultivemos a nossa própria miséria. Portanto, não sejamos escravos de nossa própria estupidez, das mentiras, nem das angústias do alheio.
A bandeira de nossa liberdade é hasteada quando aprendemos a ser honestos em nossas escolhas, caminhos, vitórias, perdas, e tudo que nos atrapalha. Acredite, não há gesto mais nobre do que [quando dentro da nossa miserabilidade], ainda se encontra motivo para ofertar um sorriso a quem fere a nossa face, a quem dilacera os nossos sonhos.
A consciência de qualquer ser humano diante de uma realidade que o machuca, é fazer o que? Qual é a primeira atitude que se tem quando alguém nos fere? Revidar, não é? Mas, quando você opta pelo contrário, significa que de alguma forma, o que você quer não é banir ou dar o troco na mesma moeda. Significa que dentre outras coisas, você aprendeu ter maturidade intelectual e emocional para não abrir mão do que pensa, demonstrando assim, não ser também um ser humano inseguro para agir da mesma forma que aquelescquevlhe atingem. Ainda que digam o contrário, mesmo que rejeitem o seu abraço, que te façam pequeno, tão pequenos que voce só ‘caiba dentro de si’. Mesmo assim, você escolhe o que quer. Decide ter uma atitude de romper com o que te faz mal, mesmo que custe caro. Quer saber de uma coisa? A diferença é essa_ entre você e os outros. Talvez não na condição, mas nos gestos, na maneira de agir. Seja nobre, seja grande, seja inteira. Seja você.
Caminhe em direção ao que de alguma forma, te permita contemplar a beleza do por do sol, essa que todos desejam alcançar, mas poucos são os gestos de elevar as mãos ao alto. Importe-se em fazer o bem, regar com carinho o solo que pisa, porque a felicidade mora em lugar para além da curva. Portanto, continue atenta e com passos firmes, você a encontrar. E enquanto caminha na estrada, aproveite para contemplar os detalhes. Nesse caminhar, estamos todos juntos, mas poucos são os que conseguem ir até…o fim.
A mulher tem um desafio diário, que é cuidar melhor de si. Cuidar do corpo, da mente e da alma para conseguir desfrutar do equilíbrio necessário para viver.
Quando vemos uma mulher cuidar melhor da mente e ( não só do corpo), quando ela consegui compreender que essa é uma tarefa contínua, e que esse é um cuidado que ninguém pode dar, então a partir desse novo posicionamento, digo ‘dessa retomada de postura’, ela passa a conviver melhor consigo mesma, porque consegue administrar harmonicamente os problemas. Ao compreender isso, “ela torna-se mais leve…”
Feliz! Exatamente isso, ela é uma mulher feliz, porque percebe que não depende de nada para ser completa. Ela passa ter uma satisfação pessoal melhor, quando olha para dentro de si. Quando se valoriza, quando deixa de agradar os outros, quando eleva a autoestima. Mas, isso como qualquer outra necessidade precisa ser trabalhada. Ninguém adquire a autoconfiança do nada. É, exatamente assim. Você precisa primeiro se recriar, reiventar, ser capaz de “se olhar com os próprios olhos “. Dar-se amor, ser a pessoa que oferece o melhor pra si, e depois para os outros.
A mulher que pensa dessa forma, ela tem uma postura que passa confiança. Você vê que não é uma mulher ” corcunda “, que vive se maldizentes, ou seja, numa ‘eterna lamúria’. Não, definitivamente pode se falar que esse tipo de pessoa ” acordou pra vida”. Se ela quiser sair, por uma roupa mais ousada, usar um batom, tudo isso, são coisas que ela vai fazer sem se importar com a aprovação de ninguém.
A satisfação mulher que compreendeu o valor dela diante a vida e da sociedade, é outra. Jamais vai pensar ‘ será que eu posso ou não posso?’ Em primeiro lugar, é ela. Depois desse ato de lucidez, ‘será a senhora do seu destino!’. Veja, não estou falando de uma coisa exagerada, estou falando de uma mulher que aprendeu a ser dona de si, coisa bastante interessante para a nossa atualidade. Até porque essa nova construção de pensamentos, foi o que permitiu a mulher ter autonomia, bem como, direito a uma série de requisitos, antes negados. No passado para ela sobreviver, todo mundo sabe que a mulher, cabia somente o papel de obedecer. Hoje não. Em termos de garantias, proporcionado principalmente por conta de mudanças sociais e culturais, tem se visto, não só o desabafo [ainda], de algumas. Mais, o esforço, a coragem e principalmente a sensibilidade da mulher em ‘ir a luta’, e o mais importante que considero, ‘não temer o improvável’. Isso é bonito, digno e gratificante. Você nota hoje que, dentre outras coisas, a mulher tem a voz e a vez que a sociedade não via. E não pense que era porque ela não sabia se posicionar. Era porque simplesmente, viviam num Estado de omissão. Eram vítimas de abusos e maus tratos físicos e sexuais.
A vã tentativa de querer elevar a autoestima da mulher para tempos pretéritos, é fantasia. A mulher só conseguiu…’respirar agora’, digo no tempo presente. Hoje, vemos uma mulher que exala beleza de dentro pra fora. O fato, de se desejar construir a imagem de uma mulher forte, é fruto recente, novo ” verdinho”. A mulher em termos de direitos, pode -se dizer que muito se avançou. Todavia, ela precisa liberte-se da prisão que vive na mente. É tímida a saída de algumas. Muitas acostumaram o cárcere ao qual foram submetidas. Todavia, é preciso falar, provocar uma espécie de inquietação, dizer-lhes: não se acostume com o que lhes machuca’. Vamos, aprendam a tomar gosto pela vida. Cuide melhor de si. Acredite que você pode, que é capaz, aí sim. Vale o conceito desse texto: Mulher valorize-se!!
A situação mais inusitada acerca de adultério que mais chama atenção na literatura não se trata de um homem, mas de uma mulher, infelizmente. Isso mostra a questão do machismo, a questão do poder do homem em relação a mulher na sociedade de ontem e de hoje. Machado de Assis, certamente eternizou Capitu no imaginário humano por conta da condição que ele deu a ela. No passado havia a distinção nítida entre o adultério masculino e feminino. Esse detalhe era algo importante que o autor queria deixar claro. Veja, ao homem cabia o direito de trair, a mulher não. Se um homem fosse pego em adultério ele tinha uma pena branda. Já a mulher o peso era maior. Então, ao ser lançada a obra de Dom Casmurro, essa realidade enriqueceu não só o imaginário humano, bem como, o interesse particular de muitos escritores em querer adentrar no mérito da questão, seja no sentido de defender ou acusar a Capitu. Se ela traiu ou não o marido, isso pertence a uma parte da história que ninguém conhece. Portanto, vamos a nossa realidade. Hoje, não diferente de tempos pretéritos, podemos perguntar “porque os homens têm a necessidade de trair? ” Será por uma questão biológica ou caráter? Diria que várias fatores contribuem para isto. Um traidor, age por instinto. Ele tem o objeto de desejo ali, na sua frente e se rende aos desejos. Eis, um ” dos” motivos principais porque eles acabam traindo.
Há mulheres que concordam até um certo ponto com a traição, porque dizem que é bom para o casamento. Já outras não. Elas procuram buscar uma relação equilibrada, baseada na troca de carinho e respeito mútuo. A pergunta é, que diferença há no traição de hoje em relação a traição do passado? Traição não muda. Muda somente a forma de trair. A única coisa que enriquece a respeito de traição é o relato. Se você procurar as justificativas a respeito do tema, vai encontrar até Dossiê.
Traição é crime? Do ponto de vista da lei e dos valores, moralmente ele é uma ação reprovável. Cabe indenização também. Todavia, como disse, um dos meus professores na época de faculdade ” as pessoas não têm ido muito reclamar dos chifres na delegacia “, porque isto, sobrecarregaria o sistema e ninguém conseguiria por fim nos muitos casos. Então, o que vale mesmo, é a boa argumentação. Quando uma casal, não encontrar motivos para seguir juntos, resta cada um procurar ir atrás de sua felicidade.
Machado de Assis, foi fiel a Bentinho quando deixou uma interrogação em relação ao caráter de Capitu. Particularmente, acredito que seria precipitado tomar uma decisão baseada no caráter de uma pessoa, porque ela sempre irá encontra condições propícias para tal fato, a partir de outras razões que lhes serão favoráveis a adotar aquela ação, ou aquele comportamento de querer trair o parceiro ou não. É claro que uma retomada de postura também pode influenciar na decisão de alguém. De repente, essa pessoa pode optar por um recuo diante de uma situação fática como essa, ou simplesmente trair. A traição em si, nem sempre ela está ligada a questão da beleza. Às vezes, o homem troca a parceira por outra mais feia.
O homem que costuma trair, ele não faz jus ao direito e ao respeito a parceira. Em geral, age baseado no instinto de manter uma relação sexual e pronto. Ele pode ter o melhor relacionamento, ser bem tratado, ter amor, carinho, respeito. Mas, diferente do que muito se fala, não é o caráter que vai impedir alguma coisa. Ele pode optar por não se relacionar com uma segunda pessoas se for atento a coisas importantes que construiu com a pessoa que diz amar. Talvez um juízo de valor, planos com a esposa ou namorada. Se de repente, não houver isso, e o objetivo de atração for mais interessante, certamente ele vai se envolver com outro alguém. Às vezes, o que também determina uma traição é a autoafirmação. Há homens que costumam trair para dizer que é o cara, ele mesmo precisa se reconhecer como essa pessoa em questão. Outros, por atitudes mesquinhas, ou por ser um bobão que troca o certo pelo duvidoso. De qualquer forma, vale reconhecer esses detalhes.
O que não pode ficar no prejuízo é um pensamentos morno, acercados fatos. Quer dizer, “é isso ou aquilo?” O que leva homens e mulheres trairem os seus parceiros, seja na literatura ou na vida real, são as mais diversas situações. Isso de fato é algo que as normas jurídicas não podem consertar. No máximo, elas podem trabalhar para tentar corrigir algumas falhas vindas de quem demonstra pouco ou nenhum interesse em relação ao fato de estar com uma pessoa. O certo é que ninguém controla sentimento, mas algumas posturas, sim. Além do mais as relação ela têm começo, meio e fim. Dependendo do que ocasionou a separação de um casal por exemplo, seja uma traição ou não. Nessas horas é preciso compreensão e o dever de reconhecer que cada um tem direito de ser feliz como quiser. Afeto é bom, amor é bom, respeito é bom. Mas sabemos que para uma relação ser sólida, ela precisa muito mais do que o termo ” bom”. Ela precisa ser ótima no cuidado dado entre o casal no dia a dia. É a partir disso que as relações se fortalecem. Fique atento (a). No mais, boa sorte!
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