” Os infelizes são ingratos; isso faz parte da infelicidade deles.”
Victor Hugo.
Pensador.com
Marii Freire Pereira
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Imagem: rodyveenier, Instagram
Santarém, Pá 11 de outubro de 2020
” Os infelizes são ingratos; isso faz parte da infelicidade deles.”
Victor Hugo.
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Marii Freire Pereira
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Santarém, Pá 11 de outubro de 2020

” Fiz um acordo de coexistência pacífica com o tempo:
Nem ele me persegue, nem eu fujo dele,
Um dia a gente se encontra.”
Mário Lago
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Imagem: Pinterest. Majudandrea.blogspot.com
Santarém, Pá 11 de outubro de 2020

” Não há nada que seja bom ou mau,
O pensamento é que que faz uma coisa ou outra.”
William Shakespeare.
Notaterapia.com.br
Marii Freire Pereira
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Imagem: Marii Freire Pereira
Santarém, Pá 11 de outubro de 2020

” Eu vi um menino correndo
Eu vi o tempo
Brincando ao redor
Do caminho daquele menino…
Eu pus os meus pés no riacho
E Acho que nunca os tirei
O sol ainda brilha na estrada
Eu nunca passei…”
Caetano Veloso. Força estranha.
Fonte: Musixmatch
Marii Freire Pereira
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Imagem: Pinterest. toninhocomunicador.blogspot.com.br
Santarém, Pá 11 outubro de 2020

No primeiro olhar
Deu pra imaginar
Vai acontecer
Tentei evitar
Mas ao desviar
Vi um céu de estrelas
E ao sorrir, que luz
Seu riso tem uma luz
Que ninguém mais traduduz
Só o luar
Chegou pra ficar, pra iluminar
E me enlouquecer
Ao se aproximar
Não deu pra negar
Não pude esconder
Li No teu olhar
Estava escrito lá
Até nas estrelas
E ao sorrir, que luz
Que brilhovela possui
Meu Deus, ela seduz
Com seu olhar
Veio pra ficar
Pra me encantar
E me envolver
Loucos pra sonhar
Foram se entregar
Sem ninguém saber
Risos pelo ar
Livres para amar
Sede de viver
Não sei como foi
Mas se a vida pôs
Tudo entre nós dois
Então vai ser
E esse amor em nós
Vai sorrir apôs
Cada amanhecer
Djavan. Sorriso de luz
Composição: Gilson Perazzetta/ Nelson Wellington.
m.letras.mus.br
Marii Freire Pereira
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Imagem: Pinterest. Roberta Nogueira da Costa
Santarém, Pá 10 de outubro de 2020

” Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato…
Ou toca, ou não toca.”
Clarice Lispector
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Marii Freire Pereira
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Imagem: Pinterest. VEJA
Santarém, Pá 10 de outubro de 2020

Todos me perguntaban cuándo parto,
cuándo me voy. Aí parecer
que uno hubiera sellado em silencio
un contrato terrible:
irse de cualquer modo a alguna parte
aunque no quiera firme a ningún lado.
Señores, no me voy,
yo soy de Iquique,
soy de las vinãs negra de Parral,
del água de Temuco,
de la tierra delgada,
soy y estoy
Pablo Neruda. [ TODOS ME PREGUNTABAN]. Ultimos poemas. ( O Mar eE os sinos). Edição bilíngue. Luiz de Miranda. L& PMCLASSICOSMODERNOS. Porto Alegre, 2018
Marii Freire Pereira
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Imagem: Pinterest. Hienas Dicas, Viagem Inteligente.
Santarém, Pá 10 de outubro de 2020

Quando você fala a respeito de educação no Brasil, sabe quais são as dificuldades a serem enfrentadas. Não é tão simples falar de um problema secular, sem desejar o melhorar para as nossas crianças, mas também compreender o quão difícil é trabalhar essas dificuldades na prática. Ora, imagine, quando fala-se que falta investir no profissional da educação, é interessante compreender que existe muitas preocupações em relação a ele, bem como, em relação as crianças. Algumas tem sorte de ir para a escola, já outras dependem da boa vontade e atitude de alguns.
Se “as crianças são o futuro desse pais”, pergunta-se: ‘a criança que não recebe um acompanhamento adequado e uma educação de qualidade, tem as mesmas condições de competir com aqueles que estudaram em ótimos colegios? ‘Neste caso, há de se falar em futuro? Isso vale para elas e para o país? Pense como será a construção desse futuro.
Essa mulher que aparece na imagem chama-se Yvonne. Existe uma matéria a respeito do trabalho dela no EL PAÍS, muito boa, por sinal. Yvonne dedicou grande parte de seu tempo para alfabetizar ” crianças sem rumo”. Assim, aparece escrito na matéria. Criança sem rumo? Vamos, deixe-me perguntar: ” O QUE É UMA CRIANÇA SRM RUMO?”
“Criança sem rumo é aquela que tem que despertar o interesse, e a preocupação de gente geande”, sabe por que? Porque caso não tenhamos nenhuma preocupação com elas, simplesmente, torno a dizer : ” não haverá futuro!”.
A preocupação de Yvonne é memorável. O comportamento também, pois embora, ela tenha recebido o nome de louca muitas vezes, assim como, olhar de indiferença por parte daqueles que se sentiram incomodados, a forma de agir dessa mulher, foi de uma grandeza significativa. As suas atitudes em relação a essas crianças sem rumo (crianças em condição de rua), foi grandioso. Simplesmente, o trabalho dela foi é trazendo isso para cá, para os dias atuais, vai de encontro a uma realidade chamada ” indiferença. Ela foi uma ‘ das’ muitas pessoas que olharam para esses garotos como gente, pessoas em fase de formação, e que precisam de cuidado, porque do contrário, eles fariam parte do que se chama de “fábrica do crime.” Se você olhar, são meninos que não têm nenhuma condição socioemocional, não têm nenhum valor para a sociedade, muito menos para frequentar uma escola e tirar o máximo proveito dos estudos. E isso por conta de um detalhe simples, a realidade a qual estavam inseridos. É um contexto pesado, e se essas crianças não tiverem nenhum tipo de ajuda, a sociedade os perde muito cedo.
Quando uma pessoa se preocupa com o futuro do país, como foi o caso da Yvonne, ela de oferecer suporte a esses meninos. Só a educação é capaz de fazer a diferença na vida deles. Era o que ela fazia, alfabetizava os rumos. O erro da sociedade para muitos. Mas ela não, o intuito maior era oferecer conhecimento, o ” mínimo possível “, mas eles precisavam disso já que parte de seus direitos a vida já tinha lhes negado.
A Yvonne no ano de 1993, presenciou a chacina da Candelaria. Ela viu os primeiros corpos ao solo. Foi a ela que eles chamaram quando precisaram de alguém para os ajudar. Nessa mesma época, ela dava aula para 250 crianças. Hoje Yvonne tem 70 anos.
Você entende como é importante o trabalho de pessoas como ela para o país? O valor dado à existência de uma criança? A condição de os ajudar, com o intuito de aprimorar essas crianças? De questionar o óbvio que a sociedade ou parte dela teima em não enxergar? A oportunidade que cada menino e menina de rua tem, depende desse tipo de consciência. Não basta chama-los de marginais sem trabalhar o problema. É preciso oferecer ajuda enquanto é possível. É preciso prepará -os para o futuro, educando e oferecendo segurança a eles, porque do contrário, essa frase de que, as crianças são o futuro desse pais é utópico.
Marii Freire Pereira
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Imagem: EL PAÍS:
Santarém, Pá 10 de outubro de 2020


A morte é um mistério que rompe o sentido da vida, melhor, corrompe o sentido do barulho das almas. Você vê, que coisa maravilhosa é olhar para uma pessoa e poder tocar, abraçar, rir junto com ela. Mas, e quando esse riso deixa de fazer sentido? Quando a saudade de quem amamos fica presa na janela do pensamento, aliás, vira uma porta tracada, e você tem consciência de que naquele lugar não poderá entrar novamente?! Dói e é uma seca. Mas, além da saudade de quem parte, fica (também) as lembranças de outrora.
“Tão solitária é a saudade, alucinante e violenta no correr do tempo”.
A morte é uma decadência, ela faz com que a gente tropece no que não existe mais. Ora, se alastra. Ora, se recolhe. A morte é uma travessia, uma perda dolorosa e solitária.
Toda perda, representa para nós, uma espécie de luto. Um distanciamento de imagens, de pessoas, situações que mostra aos poucos, vai o quanto estamos perdendo. ‘Cá entre nós’, perder se perde todos os dias, mas por incrível que pareça, às vezes, o abrir dos olhos é sempre tardio.
“Rara são as vezes que vemos que estamos perdendo”.
Ou deixando para trás, resto de vida pelo caminho. Há diferentes espécies de morte, mas existe uma em que você sabe que todos os dias, trava um duelo com ela, é a morte da alma. Uma pessoa por exemplo, descobre um câncer, tem uma desilusão amorosa, ou ainda, vive qualquer outra situação que lhe faça perder o sentido, o gosto pela. Isso maltrata, fere o ser humano por dentro. Não só aniquila os sonhos, mas também faz com que se sangre ao despefir-se do mundo, das pessoas, e de tudo o que se planeja. A dor da perda é algo inenarrável. Simplesmente, somos obrigados a deixar para trásn, até mesmo o direito de sonhar.
Ora, imagine, que horas injustas são essas que nos resta… ‘a hora derradeira’, da vida.
Há dentro de nós, um cemitério que chora e que ninguém se aproxima da dor. Um vestido branco, e uma vida que cabe nele…” num suspiro de dor, dor seca – um grito que ninguém interrompe. É um processo psicológico de miséria, desânimo e, que só nessas hora nos permite avaliar o que tem importância. O que é compreensível e o incompreensível…verdadeiramente.
Todos nós sabemos que um dia vamos morrer, que a morte é um processo natural. E a dor, assim como, a perda fazem parte do nosso processo de crescimento, de despertar para as preocupações. Mas, perder sabendo que você se aproxima do fim é doloroso. O psicológico é maltratado porque tem que aprender a se moldar a realidade. É um tempo conflituoso que você terá que aprender a lidar com esse processo de colisão. Do encontro e o desencontro, até o último suspiro.
O sentimento da morte é definido como um transtorno que se leva tempo para se recuperar a alegria, o sentido da vida. A ‘vontade de viver’, como se costuma dizer, de sorrir, mas, sorrir a ponto de não sentir a dor espiritual. A carne sente, mas o que adoece primeiramente é o espírito. Talvez, a expressão genuína a respeito disso é que a alegria humana vai se esvaindo-se quando perdemos um ente querido, por exemplo. Ali, definitivamente as portas se fecham. Leva o outro e também um pouco de nós.
A arte de viver requer muito do ser humano. Por isso, preste atenção ao que tem, as pessoas que têm por perto. Valorize o que é essencial, e mais, tenha carinho enquanto elas estão vivas, porque a hora da partida nunca se sabe.
[…]
Não espere uma pessoa morrer para descobrir o quanto ela é importante pra você. Valorize-a enquanto você pode, enquanto é possível. Pois, o tempo não volta atrás. Sabe aquelas brigas desnecessárias? Esqueça todas, pois até quando uma pessoa morre, elas deixam de ter sentido. Preocupe-se em cultivar a beleza que for possível para deixar boas lembranças. É o regalo da vida. No final, só as coisas boas, é o que conta.
[Independentemente] das diferenças, que você tenha com os seus, seja grande o suficiente para guardar o respeito pela memória de quem já partiu, nesse ato de ir, deixe um sentimento bom no seu silêncio.
A morte é um triunfo para quem vai e um convite para quem fica. Estejamos cientes de que um dia ( também ) seremos saudade na vida de alguém.
Marii Freire Pereira
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Imagem: Old, but gold
Santarém, Pá 10 de outubro de 2020

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