” Fiz a escala da montanha da vida removendo pedras e plantando flores. “
Cora Coralina.
Marii Freire
https://Pensamentos.me/VEM comigo!
Imagem: pinterest/Augusta Helena Guimarães
Santarém, Pá 29 de dezembro de 2022

” Fiz a escala da montanha da vida removendo pedras e plantando flores. “
Cora Coralina.
Marii Freire
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Santarém, Pá 29 de dezembro de 2022

Só faz o bem, aquele que o tem guardado em vastas reservas. É inútil você esperar receber flores de quem nunca preocupou-se em cuidar da terra, de quem nunca adubou, molhou, ou fez todo aquele preparo para o plantio, como se diz “de quem nunca colocou a sementinha para germinar” naquele solo preparado com cuidado. Até a vida é ingrata no raso de si. Ela não acrescenta absolutamente nada, nem à você, nem a mim, sem o mínimo de esforço que se faça. O que estou dizendo, serve pra tudo, serve para trabalho, amor, amizade, serve para relação com as pessoas.
Quantas pessoas se encontra pelo caminho que são secas? São como sementes que não geram flores, frutos? Várias. Há ser humano que, por mais que você faça por elas, estas pessoas jamais serão capazes de retribuir o bem com o bem. Tanta gente que por ter o caráter duvidoso, acaba usando isso para tirar proveito de situações, fatos, oportunidades que você oferece para elas. Você mostra o lado bom, esperando que as mesmas, mostrem o seu caráter, o seu potencial. E na maioria das vezes, elas mostram sim, o pior de si. E quando você olha para elas, simplesmente, dizem ” você fez porque quis” Mas quem não gostaria de ter uma mão estendida, onde essa o conduzisse para ter capacidade de gerar lucro, não com expertise, porque não adiante você ” subtrair ” aqui e ali. Afinal, lá na frente, a vida te nivela por baixo. Sim, tudo o que você faz, ela tratar de devolver. Se você ludibriar alguém que muito te ajudou, ou usou da ingenuidade de uma pessoa para tirar proveito, etc. O que você pensa que vai colher com isso? Uma doença, um acidente, a perda de um trabalho, a morte de um filho, e diversas outras situações. A lei da semeadura é implacável! A vida irá usar a situação que mais te ajude refletir sobre o que você anda plantando. A gente não foge, porque “o tempo nos pega pela mão “, é inútil tentar escapar dele. Você pode até não plantar, mas alguém entrega nas tuas mãos os frutos podres que você merece”. Cada um responsável por aquilo que faz, fala, ou destrói em relação ao outro e ” aos outros”.
Quando digo e escrevo que escolhi o bem para minha vida, é porque de fato, eu acredito nessa força. É mais trabalhoso, sem dúvida. Mas eu quero continuar lutando para que o bem seja essa força maior que rege a minha vida, meus passos, meu modo de ser e de agir. Claro, não sou perfeita, mas procuro ser justa. É isso que faço, propagar o bem entre palavras. Trago poucas flores nas mãos, mas as palavras cheias de vida e esperança, certamente, edtas dariam para escrever um livro. A bondade, a generosidade só acompanha quem a tem. Esse é um detalhe que vem conosco, e não há em ” casca de ouro” que vemos por aí. São as pessoas boas que nos fazem acreditar que vale a pena ter esperança no mundo. Se você não olhar para esse detalhe, tudo perde sentido. O maior legado de Cristo ganha vida justamente no que escrevo aqui. “Fazeis o bem!…”
” Fazeis o bem sem olhar a quem”. Por caso, se um dia, o bem te voltar, é porque a sua percepção diante da vida fez com que o seu preparo, a sua terra sempre estive em boas condições para receber as boas e más sementes ( intenções das pessoas), é precioso esse detalhe. Agora, cabe a você observar como elas se comportam diante do tempo e do vocês lhes oferece. Mesmo que por vezes, a vida te surpreenda com aquelas que não geram frutos, ou flores… não te assustes. Elas também tem uma razão para existir.
Continue fazendo o bem, se esse é um detalhe importante pra você.
FAZER O BEM É UMA ESCOLHA, NÃO UMA OBRIGAÇÃO!
Marii Freire. Bem
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Santarém, Pá 29 de dezembro de 2022

A violência doméstica é problema que sempre aconteceu “da porta pra dentro”. Costuma- se dizer que, esse tipo de violência é difícil de ser comprovada, porque é uma violência intramuros, e que muitas vezes, as únicas testemunhas desse tipo de acontecimento são os filhos. Estes, forçados a assistir a mãe sofrer agressão verbal ou ainda física mesmo, disfarçadamente, apesar de olhar para fato com tristeza, ambos sempre seguiram juntos levando essa mácula do pai como exemplo para o resto de suas vidas.
Quem nunca ouviu a clássica frase: ” Em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher”, certamente todos. Todos porque esse tipo de situação acontecia de maneira velada. A sociedade sempre teve consciência disso. Mas como não havia lei que protegesse a mulher, o que doía hoje, amanhã poderia ser ” consertado ” com um ” agrado “, ou com a difícil tarefa de que ” o amor a Sagrada Família ” deveria ser maior do que o fato de ter que esconder as dores causadas pelos machucados de outrora.

Nós mulheres fomos educadas para saber lidar com homens difíceis, diria mais do que isso, diria que ” fomos ensinadas a consertar os casamentos ” por mais desafiadora que fosse essa tarefa. Independente da idade, nossas avós, senhoras já sofridas, tinham que saber servir nossos avós como seres aprenderam com suas mães, tias e pessoas próximas à família.
Você nota como a violência doméstica é acompanha por toda uma linhagem e como ela faz parte de todo um contexto histórico que segue religiosamente, a maneira de como as pessoasse comportam dentro da família? Sim, ela encorpora tanto fatores morais, quanto o que diz respeitoa os costumes, as tradições e o que resta disso e, vai sendo alimentado de pai para filho, mãe, etc. Mais ainda, e que esse fenômeno nos acompanha até os dias atuais? Sim! Estamos falando de ” conceitos de família ” que tradicionalmente, são cultivado de geração em geração. E também no que diz respeito à questão da forma de pensar que é o que mais compromete a saúde da família hoje, que é a mentalidade voltada para o passado, assim como a repetição de velhos comportamentos que é onde ocorre ” os erros” vou dizer assim no que se refere a violência.

Não é à toa que, quando se faz esse olhar para o passado, vemos muito dessa violência hoje entre nós. Só para se ter uma ideia do que estou falando, se por acaso, a mulher diante de uma situação de violência ( algumas ), se posicionar, digo mostrar a sua coragem e falar que não concorda com a postura do marido, companheiro/companheira ou namorado, essa pessoa, certamente irá buscar compreender isso como uma afronta. Quer dizer, é o primitivo que fala, é nele que se busca os argumentos para saber lidar com aquela situação. Por que estou dizendo isso? Porque em tempos pretéritos, não havia diálogo, havia o uso da força para mostrar quem mandava, quem era o senhor a ser obedecido. Torno a perguntar novamente: por que senhor? Porque no passado, as mulheres chamavam os seus maridos de senhor, ou seja, o homem a quem deviam obediência e respeito.
Se por acaso, a mulher se sentir pressionada hoje, dentro de sua relação- é claro que muita coisa mudou principalmente no que tange a lei de proteção a mulher, mas ainda assim, digo ” havendo todo esse respaldo da lei”, o que mais vemos, é o uso da força, do poder ” exercido pela violência “. Então quando se olha a questão da violência, estamos falando de uma relação umbilical entre passado e presente que ainda não foi cortado. Se a mulher se permitir apanhar, ela fica irreconhecível de tantos hematomas pelo corpo. É um fato isso. A questão do desrespeito é real. Não é normal, mas acontece com frequência, o que mais vemos são situações ,onde há o assassinato de mulheres com requinte de crueldade.
A violência acontece dentro dos melhores e piores lares. Como ela acontece? Com um abuso sutil, um empurrão, um tom mais elevado de voz. Então é importante que a mulher esteja atenta aos sinais para identificar e pedir ajuda para sair quando não conseguir realizar essa tarefa sozinha. Se você é mulher e passa por situação de violência, peça ajuda! Temos Campanhas importantes como o Sinal Vermelho do CNJ quem tem ajudado muitas mulheres a denunciar de forma anônima. Existe também o 180 que você pode ligar e muitas outras formas de você mulher quebrar o silêncio. Vá a uma delegacia especializada, fale com uma amiga, familiares, mas não sofra calada.
Denuncie!
Marii Freire. Sinal Vermelho Contra a Violência Doméstica
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Imagem: pinterest/ Portal CNJ
Mulher Do ostracismo à luta pelos direitos nos dias atuais
Santarém, Pá 28 de dezembro de 2022
” Costuro o infinito sobre o peito. “
Hilda Hilst
Marii Freire
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Imagem: pinterest/ BEAUTY WILL SAVE THE WORLD
Santarém, Pá 28 de dezembro de 2022

“O extremo é necessário para que se continue caminhando rumo ao que se deseja. Se você tem disposição, acredite: a vida do outro lado é linda.”
Marii Freire.
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Imagem: pinterest/ drscdn.500px.org
Santarém, Pá 28 de dezembro de 2022

Eu sempre fui uma pessoa que escolhi fazer o bem ( independente da situação), que me façam. É um trabalho que exige muito, mas no final, você sente que o resultado das suas escolhas, te deixam em paz. Evidente que existe muita pessoas que escolhe o oposto disso! E tá tudo bem ” cada louco com as suas perturbações “, o que importa mesmo, é o quanto o resultado das nossas escolhas nos agrega. Não podemos mudar a natureza das pessoas, mas é preciso saber lidar com todo tipo de situação, e garantir o livre acesso entre o direito que temos de ” ir e vir “. Eu e você, temos o dever de fazer ” boas escolhas”, porque do contrário, iremos ficar sempre agonizando entre os nossos problemas, e às vezes, não tão nossos, mas dos outros. Porém, mesmo sendo daqueles com quem temos algum tipo de ligação, também nos afeta. E o que é interessante em tudo isso? Garantir a harmonia entre “os iguais e os que são visto como “diferentes”, mas que também merecem o nosso respeito e consideração. Fazer o bem é uma escolha, não é uma obrigação. Portanto, compreenda que “lutar pelos seus”, é uma forma contínua de garantir que, apesar dessa busca pela sabedoria, benevolência e generosidade, ser árdua, é ela que faz a diferença no mundo e na vida das pessoas.
Marii Freire. Via Facebook
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Santarém, Pá 28 de dezembro de 2022
” Interesses diferentes, geram expectativas e opiniões conflitantes. “
Marii Freire
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Santarém, Pá 28 de dezembro de 2022
” A resposta da mudança que queremos, começa sempre sob a expectativa do olhar daquilo que queremos modificar. “
Marii Freire
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Imagem: pinterest/ Sandri
Santarém, Pá 28 de dezembro de 2022

O intuito do alerta é falar sobre maus tratos e violência.
Marii Freire
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Imagem: pinterest/ ISTOÉ
Criação: Marii Freire/Pensamentos.me
Santarém, Pá 27 de dezembro de 2022

Precisamos falar sobre violência, mas falar sem ter a nossa fala desqualificada como mulher, ou ser ser vítima de comentários machistas. Nós mulheres, Precisamos da ajuda de homens- lúcidos quanto ao problema – da violência contra a mulher, sobretudo a violência doméstica. A maior dificuldade que se encontra ao falar a respeito do tema, é o preconceito, muitas vezes atrelado a falas de cunho machista. E por que? Porque muitos homens não compreendem que o problema é algo que tem que ser trabalhado também por eles. Mas alguns, não é o caso da maioria, recebe a situação em si, como um ataque das mulheres em relação a eles. Então, ao invés da situação ser recebida com respeito e seriedade, as justificativas que se observa com frequência é coisas como: ” Ah, mas ela é machista!. Sim, nós temos também mulheres machistas. Infelizmente, essa realidade não diz respeito só ao masculino. Diz respeito ao jus que você tem sobre essa e outras situações. Mas o que de fato, faz com que essa realidade não ganhe força, ainda diz muito a respeito da falta de conhecimento e participação de ambas as partes. Enquanto uns trabalham para mudar essa realidade, outros se fecham dentro de seus próprios conceitos e pré-conceitos.
A violência Contra a Mulher é um problema social e de saúde pública. E, para que se tenha um bom resultado, é necessário a participação de todos.
Homens precisamos de vocês!
Marii Freire. Violência Contra a Mulher
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Imagem ( Autoral)
Santarém, Pá 27 de dezembro de 2022

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