Oswald de Andrade deglutido

No pão de Açúcar De cada dia Dai-nos Senhor A poesia De cada dia No baile da Corte Foi o Conde d’Eu quem disse Pra Dona Benvinda Que farinha de Suruí Pinga de Parati Fumo de Baependi É comê e bebê pitá e caí. Oswald de Andrade (Escapulario no Pão de açúcar) Imagem: Pão deContinuar lendo “Oswald de Andrade deglutido”

As delícias de viver a própria liberdade

Há um desejo diferente em meu olhar Há vida. Há brilho, há graça. Que vida, Nada melhor do que ter a minha boa companhia Há algo de mágico nisso. Hoje, vejo a vida pelo avesso de um jeito menos doloso, Estar comigo mesma Tem sido Maravilhoso. Depois de atravessar tantas horas O infinito de ficarContinuar lendo “As delícias de viver a própria liberdade”

A suave subversão da beleza

“Reconcilia os teus olhos sobre a beleza, sobre o que permite encontrar poesia”. ” Só quem tem olhos, ver a beleza além da aparência, ver a beleza da alma.” Reconcilia o teu olhar sobre aquilo que possível contemplar, sobre a beleza que vai além do exterior. Aqui falo da beleza interior. Muitas vezes, para vermosContinuar lendo “A suave subversão da beleza”

Legado

“Quantas lembranças boas guardo na memória do lugar aonde nasci.” O tempo passou,mas carrego na lembra a cor o cheiro do lugar em que cresci. Uma porta aberta, uma porta na cor ( laranja), me faz recordar que a casa que morei na época de criança permanece intacta até hoje em minha memória. Era umaContinuar lendo “Legado”