As delícias de viver a própria liberdade

Há um desejo

diferente em meu olhar

Há vida.

Há brilho, há graça.

Que vida,

Nada melhor do que ter a minha boa companhia

Há algo de mágico nisso.

Hoje, vejo a vida pelo avesso de um jeito menos doloso,

Estar comigo mesma

Tem sido

Maravilhoso.

Depois de atravessar tantas horas

O infinito de ficar sozinha,

Pude compreender que

Apesar dos dias nublados,

Eu sou a mudança que preciso na minha vida.

Analgésicos para aliviar o meu estresse, dores e fadiga?

Não mais.

Que bobagem, a dor era da alma,

Era das infinitas formas de abandono.

Que vida,

Que mundo, meu Deus!

Quantas janelas olhei esperando que tudo lá fora, melhorasse.

De miséria

Vivia os meus dias.

Hoje, não mais.

[Se] fizer sol, vou vivê-los.

Mas

Se o sol não brilhar, vou abraçar a vida pelo avesso com o desejo de saborear a sobremesa (…)

Vou VIVER.

Imagem pública

Marii Freire Pereira

Santarém, Pá 28 de fevereiro de 2020

Publicado por VEM comigo!

Bacharel em direito, cursando Pós-graduação em Direito Penal e Processo Penal.

2 comentários em “As delícias de viver a própria liberdade

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