Carlos Drummond de Andrade

[…] Se por toda parte o tempo desmorona aquilo que foi grande e deslumbrante, o antigo amor, porém, nunca fenecer e a cada dia surge mais amante. Mais ardente, mas pobre de esperança. Mais triste? Não. Ele venceu a dor, e resplandece no seu canto obścuro, tanto mais velho quanto mais amor.” Carlos Drummond deContinuar lendo “Carlos Drummond de Andrade”

Mal necessário

Mal necessário… O que faz sentido pra todos, não é a existência humana? O que sobraria se por acaso, deixássemos de existir? Será que a sua arrogância, as considerações antipateticas seriam referência para as incógnitas que ficariam? Aliás, existiria isso, caso as pessoas não? Pense e responda, meu caro leitor!…A carga pessimista é tanta queContinuar lendo “Mal necessário”

Gregório de Matos

[…] Nascentes de um acaso não pensado, E criou-te um olhar pouco advertido: Cresceu- te o esperar de um entendido, E às mãos morrestes de um desespero. “ Grégorio de Matos ( In: Presença da literatura brasileira. Antonio Candido e J.Aderaldo Castello. São Paulo: Difel, 1968.v. 1.p. 75-6). Literatura brasileira em diálogo com outras literaturasContinuar lendo “Gregório de Matos”

Manuel Maria Barbosa du Bocage

Lá quando em mim perder a humanidade Mais um daqueles, que não fazem falta, Verbi-gratia- o teólogo, o peralta, Algum duque, ou marquês, ou conde, ou frade. Não quero funeral comunidade, Que engrole sub- venites em voz alta; Pingados gatarrões, gente de malta, Eu também gosto disperso a caridade: Mas quando ferrugenta enxada idosa SepulcroContinuar lendo “Manuel Maria Barbosa du Bocage”