Carlos Drummond de Andrade

” Nos áureos tempo que dormen no chão, pretes a acordar, tento descobrir caminhos de longe, os rios primeiros e certa confiança e extrema poesia. Não me sinto forte o quanto se pede para interpretá-los. O jeito é esperar. Carlos Drummond de Andrade. Nos áureos tempos Carlos Drummond de Andrade. A Rosa do Povo. CÍRCULOContinuar lendo “Carlos Drummond de Andrade”

O amor é singular

” O amor é singular, Alheio aos corações imperceptíveis Perene “aos amantes de sua ordem…” O amor é propósito Luz Esperança Mistério E tem como cláusula pétrea a felicidade. Livre Como pássaro que voa sobre o mar Enxerga o profundo e o suave O sublime e o imaginário. Delícia contemplativa… O amor é o bálsamoContinuar lendo “O amor é singular”

Manuel Bandeira

……………………………………………………………………… O que eu adoro em tua natureza, Não é o profundo instinto maternal Em teu flanco aberto como ferida. Nem a tua pureza. Nem a tua impureza. O que eu adoro em ti – lastima- me e [ consola-me!] O que eu adoro em ti, é a vida. ( ” Madringal melancólico “. EstrelaContinuar lendo “Manuel Bandeira”

Carlos Drummond de Andrade

“Quantos passos na rua, que atravesso. E quantas coisas no tempo, acumuladas. Sem reparar, sigo meu caminho. “ Carlos Drummond de Andrade. Morte no avião Carlos Drummond de Andrade. A Rosa do Povo. Círculo do Livro. São Paulo, 1945 Marii Freire https://Pensamentos.me/VEM comigo! Imagem:pinterest/ TrekEarth Santarém, Pá 30 de julho de 2022