” Nenhum destino biológico, químico, econômico define a forma que a fêmea humana assume no seio da sociedade, é o conjunto da civilização que elabora esse produto intermediário entre o macho e o castrado, que qualificam de fêmea.”
Murilo Mendes. Pré-história ( In: Antonio Candido e J. A Castello. Presença da literatura brasileira. 7 ed. São Paulo/ Rio de Janeiro: Difel, 1979. p.185)
Literatura brasileira: William Cereja e Thereza Cochar. Atual. São Paulo, 2013
VEM comigo!
Marii Freire Pereira
Imagem: Ophelia ( 1900- 5) de Odilon Redon. arquivo pessoal
” Viver devagar é que é bom, e entreviver- se, amando, desejando, sofrendo, avançando e recuando, tirando das coisas ao redor uma íntima compensação, recriando em si mesma a reserva dos outros e vivendo em uníssono. Isso é viver, viver afinal é questão de paciência.
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