Em cada dia, existe uma relíquia breve; o resultado daquilo que ainda não fizemos. Mas acordamos cedo, com a vontade de que nossa ação derradeira tenha como resultado, o prazer de pensamentos bons, algo que dentro do nosso silêncio, traga paz e faça- nos acreditar que no dia seguinte, sejamos capazes de fazer melhor. Não é? A vida é uma conquista, ainda que no nosso modo rude e agressivo de discipliná- la, a gente só queira fazer um esforço humilde…para ter o privilégio de se reconciliar com o que a nossa consciência elogia.
” Sentiu uma coisa boa dentro de si, uma certa de que nem tudo se perde na confusão da vida e que uma vaga mais imperecível ternura é prêmio dos que muito souberam amar.
” Para mim, o ato de escrever é muito difícil e penoso, tenho sempre de corrigir e reescrever várias vezes. Basta dizer, como exemplo, que escrevi 1.100 páginas datilografadas para fazer um romance, no qual aprovetei pouco mais de 300
Às vezes, chega de um jeito desconhecido, outros vem em forma de gentileza, em meio às decepções, angústias, traumas. Mas chega, e chega com um objetivo: o de mudar as nossas vidas.
Diariamente vivemos inúmeras experiências, algumas com mais dificuldades e que nos faz enfrentar os desafios, já tem aquelas que nos fazem beber da própria felicidade. É como se a vida nos desse uma espécie de recompensa por termos sido dignos diante de nossos fracassos. Então, você descobre que em meio a desordem ( caos), as coisas surgem em forma de paz…de calmaria para para dizer que de um jeito despercebido, elas nos pertencem.
Apesar das inúmeras formas de sofrimento humano, ninguém ricou ou pobre, homem ou menino, perde a esperança. Não importa se é por acidente de percurso, ou porque de fato, havia algo bom destinado a nós. O que importa é que as coisas boas, sempre chegam em nossas vidas trazendo um pouco de alegria, aconchego e calor.
Tudo que chega, chega por alguma razão, chega porque assume um formato que é só nosso. Da mesma forma, diz-se que o que parte para longe, vai em busca de outro de outra brisa.
” Mergulhado por muito tempo em profundos pensamentos como os do valor da obscuridade e a delícia de não ter nome, mas de ser como a onda que retoma ao profundo corpo do mar.
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