‘Se cabe no bolso, cabe no coração’. será? A princípio, essa frase dá a impressão de que estou falando a respeito de dinheiro, de coisas que se pode vender ou comprar. Não, essa colocação tem uma relação mais profunda, digamos que ela, nos faz ‘ descobrir o que é essencial ‘.
Às vezes, as pessoas buscam acreditar em tanta coisa a respeito daquilo que poderia lhes fazer feliz
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Bem, acredito que quando se busca a idéia de satisfação, de felicidade e amor, não é necessário fazer um alinhamento com o que quer que seja. A busca em si, já é algo que nos conduz A real situação que queremos. No amor por exemplo, quando estou satisfeita, a condição da minha felicidade é o que? É a entrega. É o movimento da outra pessoa que corresponder a idéia dos meus sentimentos. A busca termina quando quando eu encontro as condições necessárias desse amor no outro. A medida que os meus anseios em relação a esse sentimento, torna-se completa, a procura acaba. Eis aí, o significado de completude. Creio que, independentemente do caminho que optamos para sermos felizes, é importante valorizar o pouco que nos acrescenta emoções genuínas. E por isso, digo que não é preciso ter coerência, regras. Nada disso, o que precisa mesmo, são todas essas coisas, de fato, fazer sentido.
Fantasticamente, as pessoas correm atrás daquilo que seja leve, como disse ‘que faça sentido’ em suas vidas para que se sintam completas. Nem tudo precisa ser perfeito, mas tem uma condição: precisa ter um significado maior que é justamente a condição de fazê-las felizes. Nós somos seres temporais. Então nesse pouco tempo que temos, a gente quer viver tudo aquilo que nos complete o estado de inteireza. Queremos coisas que cabem no bolso e no coração ‘. Quando falo bolso, não me refiro a quantidade, mas qualidade. Pode ser algo pequeno. Pode ser um sorriso, um abraço, horas de conversa que você tem com uma pessoa. Pode ser um propósito, uma esperança que você tenha, pequenininha… mas, faz toda diferença. sabe, é algo que deva fazer o seu coração vibrar…de alegria. É, por isso que falo repetidas vezes ‘ cabe no bolso, cabe nas tuas escolhas ‘.
Há ‘ abra as portas’ para o muito. Não, a gente precisa mesmo é de coisas pequenas, sabe, de bons sentimentos, de coisas que potencializem a sensação de prazer, de coisas que tragam satisfação e alegria de estarmos cumprindo o nosso propósito na vida. Grandes coisas, a gente não ‘ arrasta pra onde vai. Isso, se troca, vende, negocia. O importante é guardar com carinho as coisas que acrescentam nosso o prazer, o gozo. Isso sim, é algo que nos transforma.
“
Opte sempre por aquilo que faz o seu coração vibrar.”
Desenhe, busque a felicidade. Esse é o nosso maior propósito.
” Nunca gostei de ser político, mas no fundo, acho que sou político por razões éticas. “
Memorial Darcy Ribeiro.
Darcy foi um antropólogo apaixonado por aquilo que fazia, pelos os ” Brasis”, como dizia. Amar o nosso país é primeiramente, um grande desafio. Às vezes, a gente cansa de olhar para os muitos problemas. Mas, pior seria procurar fechar os olhos para não ter nenhum tipo de frustação.
Como antropólogo, Darcy afirma que se apaixonou pelo Brasil por conta de questões fundamentais, como a Educação por exemplo. Acredito que não basta ser antropólogo, advogado ou professor para conseguir alcançar a dimensão dos nossos problemas. A nossa travessia rumo ao êxito em relação não só esse, mas uma série de problemas,é longa, quem gosta de livros, sabe do que estou falando.
O Darcy foi um cara fantástico, ele “dirigiu programas de pesquisas antropológicas no órgão de pesquisas do Ministério da Educação “. Conhecia o Brasil em várias versões. Os modelos arcaicos que predominava o modo de ser do brasileiro, a própria questão digamos mais ” complexa ” que é justamente sair dos livros e viver cada processo de transformação dentro daquilo que chamamos de desempenho histórico.
O Brasil é discutido por exemplo, por muitos historiadores, não só por pessoas que têm a formação de Darcy. Mas, sempre é um ganho significativo ter pessoas que têm a mesma preocupação de Darcy. Temos o Jessé Souza que é uma pessoa maravilhosa. Ele discute a realidade de modo a tocar questões latentes de nosso país. Situações de um Brasil bizarro, não que o país seja bizarro. Mas, se torna assim por seus administradores ter condutas desviante daquilo que se entende como correto.
Darcy, foi um profissional extraordinário por trazer a tona, essa necessidade de persarmos e aspirarmos por um país melhor.
Na vida, não se faça de ” coitadinho”. Não negue os seus valores pra conseguir por momento aquilo que lhe trará algum conforto. “Não peça de quem não tem…”. Seja uma pessoa íntegra, direta, objetiva.
Você pode. Se esforce, se avalie como indivíduo. Tenha um propósito. Procure evoluir. Falhar, todos nós falhamos. Mas, nada é tão significativo quanto ser autêntico diante de nossas atitudes.
Quer ouvir algo que vale a pena? Seja uma pessoa determinada. Corra atrás do seu propósito. Ganhe pelo esforço, não pela malandragem. Quando você descobrir que determinação é comprometimento, compreenderá que na vida existem valores negociáveis .
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