Só você pode percorrer o caminho de suas escolhas

Às vezes a gente percorrer caminhos errados para viver. Errados não no sentido de ser escolhas que possa trazer algum constrangimento. Errado porque você não se coloca em primeiro lugar, mas porque se coloca como o último a fazer algo por si mesmo. Quer um exemplo do que falo? Se o seu telefone tocasse agora, e fosse alguém importante pedindo para você fazer um favor, você faria? Faria, certamente.

Em grande parte, conduzimos a nossa vida através de caminhos que nos levam a cometer erros irreparáveis com nos mesmos. A gente se negligência o tempo todo. Simplesmente, negamos a nós mesmos, a necessidade de se priorizar. É comum se fazer pela mãe, pelo irmão, pelo cunhado, o amigo da faculdade ou alguém que vem bater no seu portão. Agora se você é capaz de atender as suas escolhas de forma imediata, é? Mais do que isso, pergunte a si mesmo, se você é capaz de atender os seus próprios pedidos, as suas reivindicações diárias de forma imediata. Não é, isso eu posso te assegurar. Você atende o outro, porque compreende que existe muito mais a fazer por um miserável do que por você.

É comum estarmos em casa e o telefone tocar. De repente, aparece alguém dizendo algo que soa como uma ordem de emergência, coisas como: ” você pode ir pegar ” fulano” hoje às 2:30hs em tal lugar pra mim? Você tem até outras prioridades, mas por ser uma pessoa que você tem consideração, você faz o que? Vai. E a suas prioridades, o que você tinha planejado em fazer, o que vai acontecer? Você vai deixar para uma outra ocasião. Afinal, alguém tem urgência que você faça isso por ele. Você compreende como na somatório da vida, você faz mais pelos outros, do que por você mesmo? Esse é o erro. Você tem responsabilidade na sua escolha, mas deixa de viver a própria vida, só para ser útil a alguém que pode muito bem se virar sozinho. O problema é que se você não fizer, automaticamente, aparece o sentimento de culpa. Você tem que fazer por você, porque nem sempre, o outro vai sentir que ” faltou” na sua vida, quando deveria estar presente.

As nossas escolhas são como caminhos “estão abertos a nossa frente” mas por algum motivo, muitas vezes, ou situações adversas, você acredita que é o outro que merece que você faça por ele? E por você, Quem irá fazer? Você acha que no final da vida, irá receber um prêmio por tudo que fez pelas outras pessoas? Não vai. Só há uma vida!.. É preciso viver e desfrutar o pouco que resta dela, sem culpa, sem remorso. Do contrário, você sempre será aquela pessoa que não sabe dizer não. Que é prestativa, mas por dentro, existe um rombo que nunca será quitado.

” Os dias passam, e se você não vivê-los como tem que ser, no final da vida, só terá o que lamentar”

Procure viver, isso é o mais importante. Acredite: a vida é igual para todos. Há situações que não se pode retroceder. Então, antes de viver de lamúrias num futuro próximo, procure ” aparar as arestas que precisa” enquanto é tempo. Entenda que você só tem responsabilidade sobre si, não sobre o outro. O resultado de suas escolhas condiz com o estado de satisfação que aparece no seu rosto. A única responsabilidade que você tem é consigo. Procure viver pra você. Se coloque em primeiro lugar da sua vida. No final, é só você com você. Não viva para agradar a quem.

Seja a sua prioridade. Se coloque diante da vida como o centro, não como extremidades. A vida passa de forma breve. Portanto, ela tem que ser maravilhosa, e proporcionar ” paz” diante da sua capacidade de descobrí-la.

Pense nisso!..

Marii Freire Pereira

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Imagem: Bio Parque/ Rio de Janeiro/ Marii Freire Pereira

Santarém, pa 16 de dezembro de 2021

Marii Freire Pereira

” Que a vida faça valer a beleza dos nossos capítulos diários”.

Marii Freire Pereira

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Imagem & criação: Marii Freire Pereira

Santarém, pa 16 de dezembro de 2021

Olavo Bilac

Outono. Em frente aí mar. Escancaro as janelas

Sobre o jardim calado, e as águas miro, absorto.

Outono…Rodopiando, as folhas amarelas

Rolam, caem. Viuvez, velhice, desconforto..

Por que, belo navio, ao clarão das estrelas,

Visitaste este mar inabitado e morto,

Se logo, ao vir do vento, abriste ao vento as velas,

Se logo, ao vir da luz, abandonaste o porto?

A água cantou.Rodeava, aos beijos, teus flancos

A espuma, desmanchada em riso e flocos brancos..

Mas chegaste com a noite, e fugiste com sol!

E eu olho o céu deserto, e vejo o oceano triste,

E contemplo o lugar por onde te sumiste,

Banhando no clarão nascente do arrebol..

Olavo Bilac. Em uma tarde de outono

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Marii Freire Pereira

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Santarém, pa 15 de dezembro de 2021

Chico Buarque

” Também acho uma delícia quando você esquece os seus olhos em cima dos meus”

Chico Buarque

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Marii Freire Pereira

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Santarém, pa 15 de dezembro de 2021

Em briga de marido e mulher, é preciso sim, meter a colher

Em briga de marido e mulher é preciso intervir. É preciso conversar, dizer a mesma que, em hipótese nenhuma ela tem que conviver com a violência.

É saibo que o silêncio é uma ” das” principais causa de morte entre as mulheres. Então, quanto mais você alertar e encorajar essa mulher a fazer a denúncia, mais se trabalha para tentar diminuir essa triste estatística no mundo que é a violência contra a mulher.

A violência doméstica acontece dentro dos melhores e piores lares. A relação íntima do casal se vê afetada quando o agressor cativa essa violência de modo que, fere os direitos dessa mulher. Um dia, diante de um desentendimento, ele fala coisas que cooperam para o sofrimento físico da vítima. Evidentemente que, tudo abala o psicólogo, situações como: como xingamentos, menosprezo dessa mulher, o distanciamento dos amigos e parentes E aqui, a coisa que considero mais interessante: ele a mantém em cárcere privado. Exatamente. Por conta de um controle excessivo, esse homem pode usar todas as formas para ter essa mulher em rédeas curtas. Em outra situação, o homem já compreendendo que ganhou mais espaço, ele aumenta o grau dessa violência. De repente, pode empurrar, pegar pelo braço ou cabelo, socar essa mulher contra a parede, inclusive “causar alguma lesão”. É por isso que se precisa fazer um trabalho de alerta. É necessário dizer a essa mulher que vive em situde violência que, ela não precisa passar por nenhum tipo de sofrimento ou situação constrangedora para viver com ninguém.

Os maiores índices de violência hoje, vem de marido e ex-companheiros. A mulher quando tem coragem para fazer uma denúncia, necessariamente, não significa que ela esteja livre dessa violência. Às vezes, o ex-marido, ou companheiros, esses homens continuam causando algum tipo de transtorno à mulher. Tem a questão das ameaças que ocorriam no casamento, e que é comum com o rompimento da relação acontecer também. Há o monitoramento, as perseguições. É por isso que é importante fazer uso das medidas protetivas e o afastamento do agressor, inclusive a fixação de limite mínimo de distância. Você acha que se um homem respeitasse de verdade a mulher, teria porque o Estado intervir? Evidente que não. Quando as ordens judiciais são determinadas, essa tentava é para preservar a vida da mulher que já passou por inúmeras situações de violência nas mãos do agressor.

” Em briga de marido e mulher, é preciso sim, meter a colher “

A mulher que precisa de Medidas Protetivas pode pedir:

. Nas Delegacias de polícia (DP) e Delegacia de Defesa da Mulher ( DDM)

No Ministério Público e

. Por meio da Defendoria Pública do Estado

Essa mulher tem que saber usar a lei a seu favor. O que ela não pode é ficar sempre refém do silêncio, ou esperando que esse homem mude e volte a ser o que era antes.. A maior advertência em relação ao comportamento agressivo do comportamento é essa: ” O agressor não muda”.

Hoje, a mulher conta com a proteção da Lei. Ela não está sozinha nessa situação. Mas é preciso tomar a decisão de que: Tem que parar de sofrer. A única responsável pela saúde e felicidade dela, não é o homem que diz amar, é ela mesma.

A mulher precisa se conscientizar que o amor não pode ser baseado na dor, sofrimento ou maus tratos. E que, no dia que o homem amar verdadeiramente uma mulher, ele não a fará sofrer, porque o sofrimento reflete exatamente a ausência desse amor.

Marii Freire Pereira.

https://Pensamentos.me/ VEM comigo!

Imagem & criação: Marii Freire Pereira/ Pensamentos.me/ VEM comigo!

Fonte:

https://www.mpsp.mp.br

Santarém, Pa 15 de dezembro de 2021

Em briga de marido e mulher, é preciso sim, meter a colher

Em briga de marido e mulher é preciso intervir. É preciso conversar, dizer a mesma que, em hipótese nenhuma ela tem que conviver com a violência.

É saibo que o silêncio é uma ” das” principais causa de morte entre as mulheres. Então, quanto mais você alertar e encorajar essa mulher a fazer a denúncia, mais se trabalha para tentar diminuir essa triste estatística no mundo que é a violência contra a mulher.

A violência doméstica acontece dentro dos melhores e piores lares. A relação íntima do casal se vê afetada quando o agressor cativa essa violência de modo que, fere os direitos dessa mulher. Um dia, diante de um desentendimento, ele fala coisas que cooperam para o sofrimento físico da vítima. Evidentemente que, tudo abala o psicólogo, situações como: como xingamentos, menosprezo dessa mulher, o distanciamento dos amigos e parentes E aqui, a coisa que considero mais interessante: ele a mantém em cárcere privado. Exatamente. Por conta de um controle excessivo, esse homem pode usar todas as formas para ter essa mulher em rédeas curtas. Em outra situação, o homem já compreendendo que ganhou mais espaço, ele aumenta o grau dessa violência. De repente, pode empurrar, pegar pelo braço ou cabelo, socar essa mulher contra a parede, inclusive “causar alguma lesão”. É por isso que se precisa fazer um trabalho de alerta. É necessário dizer a essa mulher que vive em situde violência que, ela não precisa passar por nenhum tipo de sofrimento ou situação constrangedora para viver com ninguém.

Os maiores índices de violência hoje, vem de marido e ex-companheiros. A mulher quando tem coragem para fazer uma denúncia, necessariamente, não significa que ela esteja livre dessa violência. Às vezes, o ex-marido, ou companheiros, esses homens continuam causando algum tipo de transtorno à mulher. Tem a questão das ameaças que ocorriam no casamento, e que é comum com o rompimento da relação acontecer também. Há o monitoramento, as perseguições. É por isso que é importante fazer uso das medidas protetivas e o afastamento do agressor, inclusive a fixação de limite mínimo de distância. Você acha que se um homem respeitasse de verdade a mulher, teria porque o Estado intervir? Evidente que não. Quando as ordens judiciais são determinadas, essa tentava é para preservar a vida da mulher que já passou por inúmeras situações de violência nas mãos do agressor.

” Em briga de marido e mulher, é preciso sim, meter a colher “

A mulher que precisa de Medidas Protetivas pode pedir:

. Nas Delegacias de polícia (DP) e Delegacia de Defesa da Mulher ( DDM)

No Ministério Público e

. Por meio da Defendoria Pública do Estado

Essa mulher tem que saber usar a lei a seu favor. O que ela não pode é ficar sempre refém do silêncio, ou esperando que esse homem mude e volte a ser o que era antes.. A maior advertência em relação ao comportamento agressivo do comportamento é essa: ” O agressor não muda”.

Hoje, a mulher conta com a proteção da Lei. Ela não está sozinha nessa situação. Mas é preciso tomar a decisão de que: Tem que parar de sofrer. A única responsável pela saúde e felicidade dela, não é o homem que diz amar, é ela mesma.

A mulher precisa se conscientizar que o amor não pode ser baseado na dor, sofrimento ou maus tratos. E que, no dia que o homem amar verdadeiramente uma mulher, ele não a fará sofrer, porque o sofrimento reflete exatamente a ausência desse amor.

Marii Freire Pereira.

https://Pensamentos.me/ VEM comigo!

Imagem & criação: Marii Freire Pereira/ Pensamentos.me/ VEM comigo!

Fonte:

https://www.mpsp.mp.br

Santarém, Pa 15 de dezembro de 2021

Machado de Assis

” Depois…depois querida, queimaremos o mundo, porque só é verdadeiramente senhor do mundo quem está acima das suas glórias fofas e das suas ambições estéreis “.

Machado de Assis. Várias Histórias ( VIDA & OBRA). Série Bom Livro. Editora Ática. São Paulo. 1997

Marii Freire Pereira

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Imagem: pinterest/ Todo Estudo

Santarém, pa 14 de dezembro de 2021

Lei Maria da Penha

A Lei n°- 11.340/2006 ( Maria da Penha) que foi criada com o intuito de proteger a mulher que é vitim da violência, apesar de ser considerado uma lei nova, ao longo dos anos tem sido muito importante no enfrentado da violência doméstica. Como é sabido, a lei afasta o agressor do lar, como também proíbe a sua aproximação da mulher e familiares.

A violência contra a mulher tem sido uma brutalidade tanto na unidade do lar, como as muitas formas que ela se apresenta no dia a dia. O que se sabe a respeito desta lei é que:

” Após a criação da Lei Maria da Penha, houve um aumento significativo de denúncias “

O que é muito importante a todas as mulheres, já que essa Lei busca resguardar os seus direitos, assim como, resgatar a cidadania feminina.

A informação é uma arma poderosa

Sim, a informação e a práticas de encorajamento, têm sido fundamentais para que a mulher que é vítima de violência doméstica, quebre o silêncio. Hoje, apesar de muito se ter avanço nesse sentido, se observa que há uma certa resistência, mas também há consciência, tanto que o número de denúncias tem aumento.

Quais os tipos de violência?

A violência não é só uma ação práticada que deixa hematomas pelo corpo. Ao contrário, existem aquelas que são muito sutis, que não deixam marcas externamente, mas no psíquico da mulher causa um problema irreversível. Então, é importante ficar atenta aos detalhes que denunciam essa violência.

Violência física: essa violência dar- se com socos, pontapés, empurrões, uso de objetos, puxões de cabelos e outros.

Violênciapsicológica: essa violência é sutil. Em geral, é o tipo de violência que mexe com a percepção feminina, além da autoestima. Pode ser cenas que incluem humilhações, ridicularização, ameaça de morte. Sabe? Quando a mulher não suporta mais o sofrimento, e não consegue conviver com a pessoa, quando diz que vai deixar, surgem ameaças do comportamento ou companheira afirmando coisas como: ” se você me deixar, eu vou me matar”.

Violência Sexual: é um tipo de violência muito comum, onde o marido obriga a esposa a fazer sexo com ele. Neste caso, não precisa usar da força física, ou colocações drásticas. Pode ser situações que a mulher não queira fazer sexo, e esse homem não respeita a vontade dela. De repente, ela pode acordar por exemplo, pela madrugada ou de manhã cedo com esse homem tirando a sua calcinha, ou mesmo tentando introduzir o pênis na sua vulva sem o devido consentimento.

Violência Patrimonial: essa violência dar-se de diversas formas. O marido pode reter os bens dessa mulher. Outra situação, ele pode impedí-la de estudar, destruir documentos, bem como outras coisas do casal.

Violência Moral: essa violência acontece de forma que esse marido ou companheiro, namorado pode caluniar, difamar ou usar de injúria para com a ofendida. Quando há o término do relacionamento, em geral, se usa muito da violência moral.

A violência é um fato que acontece diariamente dentro dos lares, e fora deles também. Todavia, é preciso dizer que, o resultado da causa morte da mulher, é sempre gerada por conta do comportamento masculino. Entenda, não é que a mulher também não provoque muitas vezes, situações para que esse fato ocorra. O que se chama atenção neste caso, é a questão das agressões, dos crimes que tem aumentado, ou pelo menos, aumentado a denúncia em relação a estes. É preciso falar para a mulher que ela pode denunciar essa violência sem medo. Hoje, ela pode contar com a proteção da Justiça.

” Ainda há tempo de viver uma vida sem violência “

Marii Freire Pereira

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Frase & criação: Marii Freire Pereira/ VEM comigo!

Santarém, pa 13 de dezembro de 2021

” Sou filha da Lei, sou filha do Rei”

Esse é o título do livro da Claudia Fernanda, segunda filha da Maria da Penha. Ela conta como testemunhou a violência (que é algo inclusive bastante comum nos lares) e como esse detalhe impactou a sua vida. O livro acaba expondo relatos de dores e sequelas que Claudia carregou por muito tempo, e como ela, hoje conseguiu conviver com essa marca negativa do que a violência causa na vida da mulher.

Como eu, Marii sou uma mulher que levanta a bandeira contra a violência que a mulher sofre, não poderia deixar de trazer isso pra cá. É importante ressaltar que “as crianças são as maiores testemunhas da violência intralar”. Muitas não têm voz para falar como isso as afetas. Mas que tem, como é o caso da Claudia, isso é muito importante para nos ajudar a compreender o que se passa com a cabecinha de uma criança.

Marii Freire Pereira

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Imagem: Instituto Maria da- IMP/ Meta

Santarém, pa 13 de dezembro de 2021

Florbela Espanca

” A mais nobre ilusão morre…desfaz-se…

Uma saudade morta em nós renasce

Que no mesmo momento é já perdida…”

Florbela Espanca. A VIDA

Florbela Espanca. V.2/ Coleção L&PM POCKET) Porto Alegre, 2018

Marii Freire Pereira

https://Pensamentos.me/VEM comigo!

Imagem: pinterest/ alma- portuguesa.tumbrl.com

Santarém, pa 13 de dezembro de 2021