” A tarefa de viver é dura, mas fascinante.
Ariano Suassuna
Marii Freire Pereira
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Santarém, Pá 24 de fevereiro de 2022

” A tarefa de viver é dura, mas fascinante.
Ariano Suassuna
Marii Freire Pereira
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Santarém, Pá 24 de fevereiro de 2022

” A guerra é lucrativa para uns. Ela condiz com o ideal de quem progride até o último limite. Mas, esse não é o mesmo sentimento que nutri seus órfãos “
Marii Freire Pereira
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Santarém, Pá 24 de fevereiro de 2022

24 de fevereiro de 1932, as brasileiras conquistaram o Direito ao Voto
O dia 24 de fevereiro é uma data histórica as brasileiras. Neste dia, elas conquistaram o direito ao voto. Isso significa muito a todas nós que formamos metade da população.
Nesta data que corresponde o ano de 1932, até os dia atuais, a luta por direitos é árdua, principalmente em ambientes hostis para as mulheres, pois de comentários impróprios, a assobios, vaias e violência, se observa que, mesmo no período que se vive que é o pós-moderno, a intensidade e urgência dessa luta, são necessárias para colocar a questão de direitos entre homens e mulheres, numa mesma linha de igualdade. Ora, existem questões políticas que se precisa trabalhar obviamente. Assim como também se luta por coisas básicas como respeito. É comum no dia a dia, a mulher por uma roupa que ela gosta, ou sair para praticar exercícios ao ar livre e ser importunada. Não acontece? Acontece. Às vezes chega ao extremo inclusive. Já imaginou, você chega no final da tarde, saí para caminhar ou correr, vem um homem que você nunca viu, e ele “achando que pode” e passa a mão no seu bumbum? São situações simples, mas que viola direitos.
Hoje, apesar de se desfrutar muito daquilo que já se conquistou, vemos mulheres lutando pela vida, ou pelo direito de não querer morrer nas mãos de um parceiro violento. Mas muitas morrem, infelizmente. Quando se fala em ” empoderar a mulher ” para que ela saiba dialogar de uma maneira consciente, porque o empoderamento tem essa ligação com o ” conhecimento ” e não um juízo errôneo que muitos fazem, se diz para essa mulher o seguinte: ” aprofunda a sua fala” mostra a importância de lutar pelos seus direitos. Porém, na prática, o que vemos? Vemos em algumas situações esse esforço ser visto com desprezo. Sim ‘desprezo’. Falar sobre violência, falar sobre a Lei Maria da Penha, é motivo de ser questionada, porque existe uma parcela da população que procura olhar para essa situação através de uma realidade distorcida. E, essa forma de pensar atrapalha. Só para você ter uma ideia, quando se fala de assédio, os homens ( não todos) , mas uma parcela que pratica isso, age de maneira grosseira, e com a intenção de ” coagir” a mulher, ou mesmo desvalorizar, ou ainda ” depreciar ” a imagem desta. Como? Associando o direito dela não querer aquela situação que é “incomoda” com o lesbianismo. ” Ah, você não aceita a minha ” cantada?” Então fica com as tuas ” amiguinhas de cabelo colorido”. A vítima tem que saber questionar, se posicionar inclusive. O fato do homem agir dessa maneira, é que ele não aceita ser contrariado. E, quanto a mulher, não é um direto dela dizer não? Não é ofensivo. Ofensivo é você compreender que a mulher não quer (porque ninguém é ” obrigado ” a nós querer) e não respeitar o direito da outra pessoa. Quer outro exemplo? A importunação sexual nos ônibus, também é um problema que acontecia de uma forma absurda. O assédio no ambientes de trabalho, na boate, e/ou qualquer situação com comentários impróprios, mostrando o reflexo de uma cultura machista.
Todavia, os nossos problemas vão além dessas situações trabalhadas através de exemplos nesse texto. A questão da conquista ao direito ao voto às brasileiras, na verdade, foi um norte na conquista de todos os outros direitos. A mulher só passou a ser respeitada apartir do momento em que ela tornou-se uma cidadã. A gente fala da entrada dessa mulher no mercado de trabalho, o direito ao divórcio, a participação na política, o que vai muito além de brincadeiras e piadas que alguns homens fazem. Nesta data, se lembra o nome de Bertha Lutz, Mary Wollstonecraft, além de muitas outras mulheres, que através da educação e seus conhecimentos, usaram esse instrumento ( educação), para ampliar uma série de interesses para mulheres, que é o que se coloca em prática hoje.
Que se tenha mais mulheres que inspiram, defende, e ensinam a defender os nossos direitos.
Marii Freire Pereira
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Santarém, Pá 24 de fevereiro de 2022

” Mulheres ricas, são agredidas! Mulheres ricas também apanham. E muitas vezes, estas mulheres se tornam vítimas de feminicídio “
Marii Freire Pereira
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Santarém, Pá 23 de fevereiro de 2022

” Às vezes a gente pensa está num asilo de loucos. E de certa forma está.
Charles Bukowski
Marii Freire Pereira
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Santarém, Pá 23 de fevereiro de 2022

” Chega um tempo em que não adianta morrer. Chegou um tempo que a vida é uma ordem.
Carlos Drummond de Andrade
Marii Freire Pereira
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Santarém, Pá 23 de fevereiro de 2022

” Diferente de outras mulheres, eu não gosto de “lamber as minhas próprias feridas “. Antes, vislumbro tudo, como uma espécie de esboço imaginário, onde transformo aquilo que enxergo de forma desagradável, num mosaico ilusório, e deixo adormecido numa ordem íntima, tudo aquilo que é bom. De modo que, posso viver em paz comigo mesma sem nenhum alarde.
Marii Freire Pereira
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Santarém, Pa 23 de fevereiro de 2022

A Maria da Penha é uma mulher que se tornou um exemplo de [ consciência], luta, e persistência no combate à violência contra a mulher em nossa sociedade. O que a Penha sofreu, salienta a importância de trabalhar mais do que nunca, a questão da violência doméstica, que sabemos que é um problema social grave, e que infelizmente, tem muitas barreiras a serem vencidas. Ao invés, de “sentir muito” – que é o sentimento que se alimenta pela vítima, que tal termos uma política pública que de fato, ajude essas mulheres? É fundamental não estar sozinha, ou se “sentir desamparada” após uma separação traumática. Talvez, esse seja mais um “dos” medos enfrentados por essas vítimas.
A violência contra a mulher no Brasil, mostra dados estatísticos alarmantes. Infelizmente, o país ocupao 5° lugar no ranking mundial de feminicídio, o que vergonhoso para nós. Portanto, mais do que nunca, é preciso intervir nessa realidade, é preciso falar, motivar essa mulher que vive em situação de violência, a vir a ter consciência acerca dos riscos” que correm estando com um companheiro violento. Muitas não sabem, mas vão morrer nas mãos desses homens.
Grande parte das mulheres que vivem em situação de violência, elas não fazem ideia do perigo que correm. Só para enfatizar a situação, muitas mesmo vivendo sob maus tratados, abusos e violência, preferem não denunciar o marido ou o companheiro e, por um motivo simples: ela sente “Culpa” em ter que ” Sacrificar ” o pai dos seus filhos”. Ainda que, diante da dor, essa mulher imagina o seguinte: “Eu não posso ” ferrar” tanto assim com a vida desse homem. Todavia, ele que é a pessoa por quem ela tem ” consideração ” antes mesmo, de sentir culpa em não querer prejudicar, não pensa da mesma maneira que ela, e no momento do desequilíbrio, a reação dele é “ir pra cima”, é por pra matar essa mulher, ou seja, ele extrapolar todos os limites humanos, guiado muitas vezes pelo ódio, pela raiva de não saber lidar com a sua própria falta de controle.
De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada ( IPEA), a cada uma hora e meia, uma mulher morre no Brasil. É triste esse resultado! Assim como, também é triste debruçar-se sobre ele, e não enxergar a sua complexidade. É preciso questionar determinados comportamentos masculinos, e procurar descobrir porque isso tem contribuído diretamente, com a morte dessas mulheres. É perverso e vergonhoso para todas nós mulheres, vivermos com tanta insegurança. Isso inclusive, viola um direito constitucional que é a nossa dignidade. Não precisamos morrer, nem ser maltratas, precisamos sim, ser respeitadas .
Apesar de enxergarmos soluções ainda longe do que se espera, é necessário encontrar meios legais que ajudem ” diluir” essa violência, assim como, o comportamento violento desses homens. A realidade existe para que se possa contestar, para se extrair soluções das quais se precisa, e não para se ter um problema e permanecer diante nele, como não tivéssemos condições de resolver aquilo que nos é desafiador. Afinal, de quantas ” Penhas” a mais, se precisa para tentarmos atenuar o problema da violência contra a mulher? De Nossas avós, mães, filhas, e (netas) porque infelizmente, ainda terão que lidar com essa dura realidade, eu e você precisamos para juntos buscar pela resposta que soluciona esse problema? A violência contra a mulher é um problema de todos.
Marii Freire Pereira.
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Fonte:
Santarém, Pá 22 de fevereiro de 2022

” O último refúgio do insone é um sentimento de superioridade ao mundo adormecido”
Leonard Cohen
Marii Freire Pereira
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Santarém, Pá 22 de fevereiro de 2022

” Não isente um abusador da culpa. Acredite: Ele sabe te manipular de um jeito que você não percebe. E se percebe, não reage por medo de perdê-lo.
Marii Freire Pereira
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Santarém, Pá 21 de fevereiro de 2022

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