” É noite. E tudo é noite. E o meu coração devastado É um rumor de germes insalubres pela noite…” Mário de Andrade, A Meditação sobre o Tietê. Textos Selecionados, São Paulo: Nova Cultural, 1990. VEM comigo! Marii Freire Pereira Santarém, Pá 27 de abril de 2020
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Frank Sinatra
“ And now, the end is near And so I face the final curtain My friend, I’II make it clear I’II state my case, of which I am certain I’ve lived a life a that’s full I traveled each and every highway And more, much more I did it, I did it interessante way “Continuar lendo “Frank Sinatra”
Carlos Drummond de Andrade
” Não morrerei agora. Um dia inteiro se desata à minha frente. Um dia como é longo. Quantos passos Na rua, que atravesso. É quantas coisas no tempo, acumuladas. Sem reparar, sigo meu caminho. Muitas faces comprimem- se no caderno de notas…” Carlos Drummond de Andrade, Morte no avião. Edição integral, São Paulo. A RosaContinuar lendo “Carlos Drummond de Andrade”
Todo recomeço é um bônus
Toda vez que a vida transforma uma realidade, é porque de uma maneira criativa ela quer nos aconselhar, mostrar que podemos fazer melhor. Melhor do que tudo aquilo que nos pertenceu um dia. Com isso, ela recolhe os cacos, e faz com que, olhando para eles, tenhamos a coragem de recomeçar. Na nossa vida, todoContinuar lendo “Todo recomeço é um bônus”
De quem é o trabalho?
Preciso compartilhar algo importante com vocês. A proposta do meu blog, ela se volta a compartilhar reflexões de minha autoria, porque gosto de escrever, e fragmentos de trabalhos de autores renomados, bem como algumas frases. Um ‘ dos ‘ grandes problemas que tenho encontrado, dar-se justamente na hora de justificar uma publicação a respeito deContinuar lendo “De quem é o trabalho?”
Olavo Bilac
Longe de ti, se escuto, por ventura, Teu nome, que uma boca indifere Entre os outros nomes de mulher murmura, Sobe-me o prato ais olhos de repente… Tal aquele, que mísero, a tortura Sofre de amargo exilio, e tristemente A língua natal, mavioso e pura, Ouve falada por estranha gente… Porque teu nome é paraContinuar lendo “Olavo Bilac”
Gregório de Matos
” Nascete de um acaso não pensado, E criou-te um olhar pouco advertido: Cresceu-te o esperar de um entendido, E às mãos morreste de um desesperado “ Gregório de Matos In: presença da Literatura. Antonio Candido e J. Aderaldo Castelo. São Paulo: 1968) Literatura brasileira: William Cereja e Thereza Cochar, 2013 Marii Freire Pereira VEMContinuar lendo “Gregório de Matos”
Vênus
Deusa do amor És o delírio A perfeição O raio de sol Nascido das mãos de Botticelli O bálsamo suave que Inspira beleza e sensualidade Fecunda entre todas Banhada de luz És tu, óh Vênus! Ou seria AFRODITE? Por que acham que Botticelli a colocou no centro de um quadro? Mirem! Além da sensualidade, percebemContinuar lendo “Vênus”
A Rua dos Cataventos
” Hoje, dos meus cadáveres eu sou O mais desnudo, o que não tem mais nada. Arde um toco de Vela amarela, Como único bem que me ficou…” Mario Quintana, A Rua dos Cataventos, 1940, Porto Alegre. Marii Freire Pereira VEM comigo! Santarém,Pá 27 de abril de 2020
Mario Quintana
” Não há nada mais triste do que o grito de um trem no silêncio noturno. É a queixa de um animal perdido,único sobrevivente de uma espécie extinta, e que corre, corre desesperado noite em fora, como para escapar à sua orfandade e solidão de monstro . Mario Quintana, Desespero. Marii Freire Pereira Vem comigo!Continuar lendo “Mario Quintana”