A Rua dos Cataventos

” Hoje, dos meus cadáveres eu sou

O mais desnudo, o que não tem mais nada.

Arde um toco de Vela amarela,

Como único bem que me ficou…”

Mario Quintana, A Rua dos Cataventos, 1940, Porto Alegre.

Marii Freire Pereira

VEM comigo!

Santarém,Pá 27 de abril de 2020

Publicado por VEM comigo!

Bacharel em direito, cursando Pós-graduação em Direito Penal e Processo Penal.

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