A bondade se veste de simplicidade

Por vezes, a vida nos surpreende quando coloca diante de nós, pessoas simples, que parece sol diante do milagre da criação. É isso mesmo, não há exagero em minhas palavras. Há coerência diante daquilo que falo, porque refiro-me a pessoas que você olha para elas, e de um jeito inexplicável, sente que as mesmas, sãoContinuar lendo “A bondade se veste de simplicidade”

Castro Alves

” Ontem plena liberdade, A vontade por poder… Hoje são livres p’ra ra morrer… Prende- os a mesma corrente _Férrea, lúgubre serpente _ Nas roscas da escravidão. E assim roubados à morte, Dança a lúgubre coorte Ao som do açoite…Irrisão…” Castro Alves. Fragmento de O navio negreiro _ tragédia no mar. Literatura brasileira: William CerejaContinuar lendo “Castro Alves”

Carlos Drummond de Andrade

Até hoje perplexo ante o que murchou e não eram pétalas. De como este banco não reteve forma, cor ou lembrança. Nem esta árvore balança o galho que balançava. Tudo foi breve e definitivo. Eis está gravado não no ar, em mim, que por minha vez escrevo, dissipo. Carlos Drummond de Andrade. Ontem. A RosaContinuar lendo “Carlos Drummond de Andrade”

Carlos Drummond de Andrade

“Não faça versos sobre acontecimentos. Não há criação nem morte perante a poesia Diante dela, a vida é um sol estatístico, não aquece nem ilumina. As afinidades, os aniversários, os incidentes pessoais não [ contam. Não faças poesia com o corpo, esse excelente, completo e confortável corpo, tão infenso à efusão lírica. Tua gota deContinuar lendo “Carlos Drummond de Andrade”

Erros: todo mundo os comete, inclusive você

Para voar devemos primeiro compreender cada etapa das provas que a vida nos impõe. E nós, começamos compreender isso ainda muito verdinhos, ou seja, criança. Começamos ralando os joelhos, pouco a pouco o primeiro passo. Depois calculamos até aonde podemos ir sem medo. Claro, precisamos nos resguardar, uma queda é algo sempre muito desagradável. Todavia,Continuar lendo “Erros: todo mundo os comete, inclusive você”