SE ALGUMA VEZ, NOS SALÕES DE UM PALÁCIO

Se alguma vez, nos salões de um palácio, sobre a erva de uma vala ou na solidão morna do vaso no quarto, acordardes de uma embriaguez evanescente ou desaparecida, perguntai ao vento, a vaga, ao passaro, ao relógio, a tudo o que foge, a tudo o que geme, a tudo o que rola, a tudoContinuar lendo “SE ALGUMA VEZ, NOS SALÕES DE UM PALÁCIO”