Cárcere das almas.

Ah, Toda a alma num cárcere anda presa, Soluçando nas trevas, entre as grades Do calabouço olhando intensidades, Mares, estrelas,tardes, natureza. Tudo se veste de uma igual grandeza Quando a alma entre grilhões as liberdades Sonha e, sonhando, as imortalidadesRasga no etéreo Espaço da Pureza. Ó almas presas, mudas fechadas Nas prisões colossais e abandonadas,Continuar lendo “Cárcere das almas.”

O silêncio é um poema ousado.

Olhar frágil, exausto e confuso, O tempo parece retê-lo, mas rígido ele misura-se a paisagem que se vai numa despedida dolorosa, mística cheia de reticências. Um pequeno suspiro e mil versos são ditos no silêncio de cada palavra Na fuga de um dia que se desfaz… Eu distraída, vejo matizes de luzes …alaranjadas, explosões deContinuar lendo “O silêncio é um poema ousado.”