O caos existe na dicotomia dos meus versos,
Na dança leve do estado dos meus sentimentos
Dentro de mim a expressão do desequilíbrio, do lamento lacrimejante.
A enfermidade, e a tristeza
São velhas conhecidas
Olho para o lado há tanta escuridão
Na garganta, um grito desumano
Uma realidade sem sentido
Não sei engolir a náusea
Minhas palavras não me permitem
O sofrido momento
Consome o pudor de minhas palavras
Vivo horas de infinitos pesadelos
Ando com o ódio estremecendo
As entranhas
Há tanto estrago que não pode ser consertado
Não há como modificar a nossa impressão sobre a vida
E seu olhar faminto
quando um grito nos guia no escuro.
Marii Freire Pereira
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Santarém, Pá 9 de janeiro de 2021

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