Amor

Quando falamos em amor parece que há uma linguagem indecifrável acerca desse sentimento avassalador, que faz com que pessoas cruzem caminhos, sem conseguir dele se esquivar.

Pode parecer ingênuo falar de amor com tantos ‘altares festivos’. Como assim, altares festivos? O amor é um sentimento nobre, portanto, merece um lugar que lhe promova a honradez a sua altura. Veja, estou falando de amor e não sentimentos genéricos.

Amor é um sentimento bom, um sentimento de valor que ocorre conosco, sempre no sentido de promover mudanças.

No campo da poesia ele é o maior de todos os sentimentos. É aquilo o poeta Carlos Drummond de Andrade, alerta acerca de um sentimento que nos deixa tão completos, tão felizes. Mas, uma felicidade no sentido de nos deixar ofendidos”. Bonito isso, não? Sim, o amor verdadeiro promove a nossa completa redenção.

Se costuma muito ouvir frases individualistas que descrevem o amor com uma certa precisão, mas o amor é mais comentado do que conhecido. Talvez isso, acabe justificando tantos fracassos quando se observa certos comportamentos que fogem dessa proposta de amar.

A pergunta que muitos fazem acerca do amor é, amor tem hora certa para chegar? “Ah, o amor chega em nossa vida quando…”.

Definitivamente, não existe um tempo e espaço estipulado para dizer com clareza quando o amor chega na vida de alguém. Você pode sonhar, fazer planos, criar um ambiente favorável ao amor, mas isso não significa que ele possa chegar.

O amor é complemento. Ninguém toma para si, aquilo que ainda não existe.

A dimensão da palavra amor é tão profunda, que torna esse sentimento desconhecido. O amor propriamente dito, é aquele despido de qualquer conceito. E posso dizer que nenhuma forma de entrega, representa o sacrifício do amor. Aliás, amor não exige sacrifício. Isso, são condições criadas muitas vezes, por nós para prender o outro. Amor não é abismo, amor não invade, não manipula. Particularmente, eu gosto de descrever o amor, como uma ” criança levada, que ria e anda descalça “. Por que? Porque aqui, a comparação entre ambos, revela a inocência, ria, porque nos trás graça e alegria. E descalça, é o não apego há absolutamente nada , ou seja, é livre. Acredito que o maior legado do amor é esse, não haver enganos.

Não por acaso, surge tantas inspirações quanto a esse sentimento. Veja, para as mulheres por exemplo, elas sonham encontram um grande amor, tanto que o seu comportamento na sociedade é voltado ao desejo de ter um ‘ príncipe encantado ‘. São as histórias infantis que nos são repassadas desde, criança. Portanto, somos invadidas por situações que nos leva a fazer essas construções.

É claro que dento desses valores, aonde o amor é sedento a encontrar pessoas dispostas a se amarem, todas nós mulheres, vale para os homens ( também), a idéia de encontrar alguém especial. Alguém que corresponda tudo que entregamos de valor. Coisas que aparentemente demontra uma singela simplicidade, mas que sobrevive entre os casais, que é direcionar o pensamento a quem se amar, desejar, fechar os olhos, pensar no outro de uma maneira especial, sentir aquela saudade que nos arrasta para dentro do outro ser. A questão das abrincadeiras, como a troca de olhares, os abraços intermináveis, o conforto, a paz na alma e todo bem que ela nos faz. O amor é assim, tecido em inifitas qualificações.

Quanto mais se tem amor, mais amor damos ao outro. É o bem de proteger, de revelar paciência, de ter o prazer da companhia de alguém especial. E o mais importante, não se tem idade para amar. O amor pode surgir com a descoberta de pessoas muito novas, ou vir depois de tantas reviravoltas, assim como também numa certa idade. É aquilo que chamamos de pôr do sol […]

O importante é amar, amar sem exceções. Todas as formas de amor são válidas…Quando são verdadeiras.

Imagem pública.

Texto: Marii Freire Pereira

Santarém, 14 de fevereiro de fevereiro de 2020.

Publicado por VEM comigo!

Bacharel em direito, cursando Pós-graduação em Direito Penal e Processo Penal.

8 comentários em “Amor

  1. Como definir o amor?São tantos amores para definirmos,cada um com o sentimento que lhe cabe,de qualquer forma,amar é bom demais,mesmo que no “sofrer ” por amor…Seja bem vindo, amor….

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