Em homenagem aos 400 anos de Shakespeare, irei fazer uma breve homenagem a esse gênio que nos faz emocionar sempre pela consciência que desperta. Aqui falo não só acerca de seus poemas, sonetos, peças, etc. Mas, também pela forma em que tratou as temáticas humanas de um jeito fiel. Shakespeare abre um diálogo que nos permite analisar através de seus textos a sociedade como um todo, seja no que diz respeito, a politica, cultura, a economia e outros. Imagine isso há 400 anos atrás? Não se encerrou lá, pelo contrário, Shakespeare é atemporal, trás isso para o nosso contexto cultural hoje. Não é atoa que ele é respeitado em todos os lugares do mundo.
Shakespeare foi considerado um autor das massas, mas também rendeu-se aos palácios, os reis que ” gostavam de suas peças” , não só os reis, os menos endinheirados também, acabavam dando um jeito de de ficar em pé para assistir os espetáculos da época.
Romeu e Julieta
Tragédia , um clássico-claro, porém, uma tragédia escrita em 1591 e 1595, onde uma história de amor acabou em tragédia, todavia serviu para unir as suas famílias.
Não basta dizer que Shakespeare é um escritor de todos os tempos, ele também é um autor de todas as línguas. Todo poeta já se inspirou em suas obras. Com mais de 40 peças, comedia, dramas, gêneros narrativos, romances ele é essa ‘peça teatral viva’ que nos inspira até hoje. Pode notar que Shakespeare provoca vida não só no que diz respeito a toda sensibilidade nesse processo de evolução dos sentimentos, mas quando toca a profundeza das temáticas humanas. É perfeito em sua magnitude!
. Do popular a pomposidade da realeza
Shakespeare foi capaz de lotar teatros, que em sua época, tinha uma realidade bastante diferente de todo luxo perceptivo do qual faz ” jus” hoje. Aliás, isso é uma outra história, deixa pra lá. O que importa é que ele aguçava a imaginário humano e assim, trazia essas pessoas para assistir os seus espetáculos. Nao é atoa que, vai-se de “Romeu a Julieta, até a célebre frase do ditador Júlio César: “Até tu Brutus ?” no momento de seu assassinato. Tal frase, teria sido dita a seu filho Marco Brutus. Na verdade, muitos dizem que essa frase nunca foi dita, a não ser em Shakespeare. A mesma expressa surpresa por se tratar de uma quebra de confiança.
Canais adiante? Vamos falar a respeito de alguns trabalhos desse gênio? Aqui esta o eles:
. As suas primeiras peças era voltadas mais a comédia que baseava-se na inspiração de personagens clássicos.
. Quando os teatros foram fechados por conta da peste, Shakespeare, passou a escrever os seus poemas, dentre eles, ” Vênus e Adônis e o Estupro de Lucrécio.
. Em 1623, o Jonh Hemingway and Henry Condell, publicaram uma coletânea de obras que foram reconhecidas como de autoria de Shakespeare.
. Em 1601 e 1608 data esses trabalhos. Todavia, desde o início, diz-se que Shakespeare escrevia a respeito de tragédia. Uma das primeiras foi a Tragédia Titia Andronicius, e mais mais , surgiu Romeu e Julieta.
Shakespeare foi além de sua época, tem muito trabalho dele que se você tiver curiosidade, pode assumir o compromisso de pesquisar e descobrir muita coisa boa.
(Eu pesquisei no Wikipédia para completar aquilo que precisei).
Como sugere a frase da Martha, ninguém sabe definir com a exata dimensão o que significa a palavra ” Felicidade “. Em geral, se fala de uma felicidade de maneira fragmentada, onde através de situações diversas, a pessoa tem a sensação de satisfação pessoal. Então, ela define isso como felicidade.
Segundo Freud, a felicidade advém da sensação de prazer, ou seja, há uma busca busca que termina na medida que se alcança aquilo que se deseja O prazer é a essência básica de toda e qualquer realização, sem dúvida. Agora, a maneira que cada um faz para chegar até ele, é que é o objeto de discussão.
O Mundo pós-moderno coloca a felicidade em evidência, onde basicamente as pessoas têm a obrigação de serem felizes, e assim, fazer com tudo aquilo que estiver disposta possa colaborar para que der certo. Particularmente, não gosto da palavra ” obrigação “. Entendo que o prazer já termina nessa condição de se fazer por ser obrigado ( a). Não, se é obrigado é porque não é livre, e a primeira coisa que se deve ter em mente é que, independente de qualquer pretexto, seja livre para abraçar o que quiser. Não é atoa que, se nota tanta gente infeliz, porque na ânsia que procurar essa ‘tal felicidade’, as pessoas acabam conhecendo aquilo as distancia desse conceito.
Essa leitura da palavra felicidade deve ser interpretada de uma maneira mais sutil, porque querendo ou não há uma certa complexidade. A verdade é que devemos cultivar tudo aquilo que venha possibilita o ser humano a evoluir de modo, a ter uma compreensão melhor acerca de si mesmo, de saber se interpretar corretamente. Ninguém deve lançar um conceito é dizer, faça ‘assim para ser feliz’. Deixe que cada um aprenda a lidar com as suas inquietudes, com os seus questionamentos, de fato, até a condição de ir em busca aquilo wue ele entende por felicidade. Esse respeito, ele é fundamental para que se possa alcançar uma maior harmonia entre todos os seres.
Quem está feliz, quem tem completude e bem estar-inteiror, pode assumir esse status, ” estou feliz”. Momentaneamente, encontrei a minha felicidade.
[…]
Felicidade é algo tão simples que muitos se perdem no conceito ou ficam tentando fingir uma felicidade as quais nunca viveram. É a tal da obrigação!..Não, quando quiser ser feliz, entenda uma coisa: primeiro, procure despir a alma, chegar devagarinho, como quem passou longos anos fora, e um dia, volta para visitar a casa da suas lembranças _ ao adentrar, cerifique-se de que, lá dentro, tem o necessário para lhe fazer inteiro. Se realmente conhece o valor do que as paredes são revestidas, então ali, será o seu ‘ abrigo ‘.
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