O indivíduo que tem a necessidade de se mostrar, de fazer algo, mas de querer ‘ aparecer, não age por ser uma pessoa boa. Age por ter a necessidade de se fazer notar.
A bondade é uma escolha. Eu escolher ser bom, eu escolho fazer o correto. O que pode parecer um defeito para quem não tem as mesmas condições de assim como eu, compreender o que é bondade.
Se tenho uma consciência voltada a valores humanos, sempre vou procurar sendo íntegro nas minhas relações, no meu posicionamento, até quando eu perco, mesmo quando o mundo vira de cabeça para baixo. Eu não vou ser bom, só quando as coisas estão indo bem. Quem é é bom, procura fazer dessa característica uma marca forte.
Às vezes encontramos pessoas que rompem com elas mesmas quando, por algum motivo, sofrem uma desaprovação, se sentem rejeitadas são incompreendidas, machucadas, etc. Essas pessoas mudam, porque sentem que perderam a sua utilidade. Acabou a necessidade, acabou o respeito por elas e pelos outros. Deixa dizer uma coisa: bondade não é uma condição, é uma característica. Se acontece algo, em vez de ficar pensando que deu errado, é melhor buscar a razão, procurar compreender qual foi o sinal que a vida deu e você não entendeu. Não culpe as outras pessoas por aquilo que de repente, tomou um novo sentido.
” Pessoas boazinhas, são sempre enganadas”.
Pessoas boas não são enganadas. Ninguém engana ninguém. Você pode agir de maneira desleal com o outro por um motivo ou ainda fazer isso por um determinado período. Pode fazê-lo sofrer, provocar para que ele ou ela investa nas as suas provocações. E, digo mais, dependendo da situação, essa pessoa ao invés de usar as mesmas cartas do seu jogo, ela pode deixar de que você descubra aquilo que precisa fazer sozinho. Pessoas boas têm o coração tomado por bons sentimentos.
Pessoas verdadeiras, geralmente são sensíveis, virtuosas, não gostam de criticar as ações alheias. Não é que esse tipo de pessoa, não se machuque com provocações, ou se sintam inatingíveis, é que por natureza, são nobres, autênticas, fortes por saber dedicar mais tempo ao silêncio. O mundo delas é mais interno do que externo. Não falo isso com o intuito de prejudicar a qualidade de quem quer que seja. Mas é que pessoas bondosas, são preenchidas com sensações boas. E detalhe, tem o silêncio como um grande aliado.
O silêncioé bom, porque nos permite criar. Reforçar a confiança, a autoestima. Acreditar que assim como nós, também existem uma porção de pessoas boas. Há pessoas que dizem assim ” Ah, apareceu um anjo na minha vida, foi essa pessoa quem fez isso por mim, foi através dela que obtive ajuda”. Embora, pareça que ela fala de um ser celestial, na verdade, é uma pessoa que teve a nobreza de olhar para aquela outra como um ser humano que é. Em geral, é uma pessoa que não procurar olhar para as limitações do outro, mas procurar ajudar nas situações que mais se precisa. O objetivo final é o gozo. Isso explica por exemplo, porque tantas pessoas nas diferentes situações que temos, elas recebem ajuda. Não é uma troca , eu te ajudo porque tenho condições para ajudar. Claro- não conta o lado financeiro, mas muita gente também têm respostas quando se trata se dinheiro.
A bondade é uma característica de pessoas despretensiosas, de gente que carrega o privilégio de ser forte, independente ‘das amarras do mundo ‘.
” A bondade nasce do interior e manifesta-se em nossas ações, e o mais importante, concretiza-se no nosso lidar com o outro”.
Uma pessoa boa, ela também nos ajuda melhorar. Como? Fazendo-nos ter um bom comportamento, sendo mais honesto em nossas atitudes, seja no dia a dia, no trabalho, na relação com as outras pessoas.
Quando fizer o bem, não espere receber nada em troca, porque um dia você vai agradecer por receber a ajuda de alguém.
Uma ‘ das ‘ melhores coisas da vida: escrever, sem dúvida. Você não escreve só para ajudar as pessoas que por algum motivo, querem encontrar uma resposta para as suas pendências emocionais. Você escreve para si próprio. O motivo? Pode ser qualquer um. Você pega uma caneta, uma folha em branco o pensamento flui.
Escrever é um uma tarefa tão prazerosa que nos ajuda a ser humilde. Quem escreve não é conhecedor de tudo. Muitas vezes, aprende, porque ao tomar consciência de um fato, tudo se aprimora, aliás, nos aprimorar. Eu acredito que todas perdas, assim como, também toda espécie de fracasso, tem um lado positivo, porque esses acontecimentos, acabam nos ensinado algo novo, ou seja, vivemos experiências que servem para nos tornar pessoas melhores. E se você reúne isso num pedaço de papel, é capaz de fazer muita coisa, certamente.
Aqui, deixo um conselho: escreva, comece devagar. Todos os dias escreva um pouco e quando perceber, você será capaz de escrever um livro.
Diante das renúncias, o ser humano, torna-se verdadeiro, porque aprende a relativizar a importância dos fatos da vida. Agora, difícil é ser justo com o que sacrifica e ninguém vê.
Hoje, 6 de dezembro é uma data que tem o objetivo de sensibilizar os homens na lutar pelo fim da violência de gênero.
Nessa mesma data houve uma tragédia ocorrida no ano de 1989, em Montreal, Canadá.
Neste dia, um homem teria entrado armado numa sala e ordenado que todos os outros saíssem, restando portanto só as mulheres. Esse homem de posse de uma arma teria disparado contra as mulheres, matando 14 delas, e deixando dez feridas. O motivo? Ele era contra o avanço das mulheres na sociedade. Em seguido, ele teria tirado a própria vida.
Essa história é inclusive, lembrada pela ONU ( Organização das Nações Unidas), como a maior iniciativa contra a violência.
Na nossa sociedade, apesar da legislação assegurar direitos no combate à violência, muitas vezes, sentimos que ainda há um despreparo no Congresso Nacional que assegure medidas mais severas em relação aos caso de violência os quais continuamos sendo vítimas. O risco de morte continua o mesmo, quer dizer, a mulher continuam fazendo parte de uma estatística absurda. Dados revelam que a violência contra a mulher não deve só despertar polêmica, mas, ganhar uma nova consciência no intuito de tentar inibir histórias trágicas.
Até quando vamos viver em busca de um hospital, ao invés de uma delegacia? Porque é mais fácil curar aonde foi ferido, ou lesionado, ainda que superficialmente, ao invés disso ter um basta? Quantas mulheres irá precisar morrer para que sejam vistas como pessoas de direito? Não basta dizer ” morreu porque foi vítima da violência “. Morreu porque estava disponível demais, ou porque se recusou a fazer algo para o marido.
Considere os fatores que gera essa violência que na maioria das vezes acontece de modo silencioso. Diferente dos hospitais, das unidades de saúde de modo geral, a delegacia é um lugar, onde a vítima de violência tem que se sentir segura. É triste olhar o mapa da violência, os dados, números crescentes, casos que continuam ganhando repercussão na mídia nacional e perceber como essa mulher continua insegura dentro do lar, bem como, fora dele. Quando uma mulher vai a uma delegacia por exemplo, dizer que não suporta mais tanta agressão e humilhação, ela já tem o corpo e a alma cheios de dores de tanto apanhar do companheiro, do marido ou do namorado. A maioria não vai, por não querer se expor e passar por constrangimentos novamente. Porém, quando ela faz isso, compreende que não precisa mais passar por nada disso. Simplesmente ela quer respeito.
Todavia, quando a mulher será respeitada pelo fato de ser mulher? E não de sofrer porque é mulher? Quem irá nos oferecer essa resposta? Nós, obviamente. A mulher tem que resistir. A mulher, a sociedade devem atuar juntos, serem firmes em relação ao enfrentamento da violência.
Nós, construímos os nossos caminhos. Cada passo dado, representa o quanto amadurecemos em relação às nossas escolhas.
É possível pensar, ” ah, mas a frases é óbvia demais “. Sinto em dizer, para você, não para a maioria. Tem pessoas que são que nem folhas ao vento […]. Mas, o que quero dizer é que só você é a pessoa responsável pelas suas escolhas. Boas ou ruins, você é quem as faz. Por isso nada de justificativa para comparar algo que você foi desatento. Se errou, ótimo. Assuma isso. Uma falta sempre pode ser positiva quando você assume a sua falha. Afinal, errar é humano. E assumir isso não é feio. Feio é ter que usar de desdobramentos para se livrar de um peso ou culpa que carrega.
Entre o passado e o futuro há uma lacuna chamada presente. É ela que ocupamos. O presente é um desafio diário, porque o resultado de um futuro bom, irá depender de suas ações no hoje, digo no momento atual. O futuro, sabemos que vai além da nossa existência e se estende, inclusive. Mas os nossos valores éticos e morais se perpetuam aqui. Portanto, é pertinente discutir as nossas dúvidas, questionamentos, comportamento no hoje. O ontem não conseguimos modificar, e a questão é o amanhã. Será que se eu fizer tudo correto agora, amanhã, eu posso olhar para trás e não sentir culpa pelo o que fiz? Eis a questão. Você pode ser verdadeiro, não justo. Talvez, o maior erro do ser humano seja pensar que aquilo que faz, de fato, seja o suficiente, seja, o correto. Cuidado, nem sempre. Às vezes, o resultado de nossas escolhas só refletem lá na frente. Portanto, fique atento para o que você considera correto.
Sabemos que a vida é cheia de conflitos. Mas uma coisa, eu tenho que ter clareza: eu sou dono das minhas escolhas, ou seja, de tudo o que faço. Das minhas desconfiança, traições, buscas por justificativas e tudo mais. Agora, o que tenho a dizer a você é ” não se deixe-se manipular por aquilo que outra pessoa acrescenta a você. Você tem o direito de conhecer, se sentir fascinada, odiar, viver momentos de dúvida, de querer se afastar. Mas, entenda: é um momento seu. Portanto, terás que enfrentar tudo sozinha ou sozinho, porque ninguém será dono ou dona de suas decisões. As outras pessoas podem até colaborar, mas você é responsável por suas escolhas.
Nós, evoluímos quando pensamos e também a medida que conseguimos criar e cocriar. Veja, o nosso conhecimento expande, a partir do momento que consegue agregar outra forma de conhecimento. Mas, nesse caso, age com a ajuda do coletivo, é uma parceria. Porém, nos temos a capacidade de criar, de ser intuitivos, de fazer sozinhos. E as nossas escolhas têm resultado que são refletidas a partir disso, eu sou um ser humano com responsabilidade por aquilo que respondo e faço.
Não adianta dizer que o outro influencia as suas escolhas, você é quem determina, quem decide o que deve ou não fazer. Evidente que influenciar alguém, dependendo do tipo de conhecimento é bom. Se você avaliar, tem-se grandes pensadores que nos influenciaram com as suas idéias. Todavia, o resultado final de acolhe aquele pensamento, é da pessoa que se identifica com ele.
Nós, somos heróis de nossas decisões, de nossas descobertas, ou seja, de tudo aquilo que conseguiu nos transformar em pessoas que somos hoje.
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