Carlos Drummond de Andrade

[…]

Em verdade temos medo.

Nascemos escuro.

As existências são poucas:

Carteiro, ditador, soldado.

Nosso destino, incompleto.

Carlos Drummond de Andrade.

Literatura brasileira. William Cereja e Thereza Cochar. 5 ed.reform. Atual editora. São Paulo, 2013

Marii Freire Pereira

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Imagem:Pinterest. nessacarrer.tumblr.com

Santarém, Pá 12 de janeiro de 2021

– Violência: o diálogo está sempre aberto, só falta você participar-

” Nem culpa, nem medo. A mulher precisa ter coragem para denunciar a violência que sofrem diariamente “.

Marii Freire Pereira

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Imagem: google/m.brasilescola.uol.com.br/ Maria da Penha.

Criação/ frase: Marii Freire Pereira

Santarém, Pá 11 de janeiro de 2021

Eduardo Galeano

” A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar.”

Eduardo Galeano.

frasesfamosas.com.br

Marii Freire Pereira

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Imagem: Pinterest. veja.abril.com/ cultura

Santarém, Pá 11 de janeiro de 2021

Vida e livros: o que nos ensinam?

Tem uma frase do Machado de Assis que diz o seguinte: ” Nem tudo é claro na vida e nos livros “. Sensacional, um gênio. Os livros mais que a vida, talvez, sirvam para nos ajudar um pouco nessa coisa de refletir a palavra. Todavia, são nas ações de outras que buscamos refletir a própria vida. É com base nos exemplos delas, que vamos melhorando os nosso erros. Pena que o raciocínio tardio, só chega na hora desnecessária. Logo, todo aprendizado acaba sendo lento. É claro que tanto a vida quanto os livros, eles nos dão prazer. Mas como medir isso? Refletindo sobre os aborrecimentos. O que tiramos de bom é saldo.

Existe uma régua em que posso medir o que entendo como prazer e aborrecimento? Momentos felizes, e dor? Sim. É através da consciência, essa régua fininha que podemos notar, aonde damos mais ênfase, em que situações atribuímos valor e aquelas, onde não se daria nada. Um exemplo disso? As escolhas. Se felizes nos sentimos seguros. Agora, se por vezes, estamos diante de situações que nos aflige, resta-nos ficar mais atentos para não incorrer nos mesmos erros.

O interessante da vida é que ela nos pede sempre para não nos intimidar diante daquilo que ainda continua seguindo o seu percurso. Isso vale pra você, viu?! Não se deixe intimidar por nada, pois ainda estamos vencendo o mundo. Naturalmente, vamos insistir, porque o que nos leva para frente é essa teimosia honesta de não arredar o pé, de não desistir daquilo que queremos.

Marii Freire Pereira

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Santarém, Pá 11 de janeiro de 2021

Faça ao outro aquilo que você gostaria que ele fizesse por você

Você já deve ter ouvido falar de fazer o bem as pessoas. Mas, o bem que se faz em silêncio, é aquele gesto, onde generosidade ofertada volta pra você, a autoconfiança, o prazer e muita coisa boa. Isso significa dizer que essa é uma atitude de saber se colocar no lugar do outr, e fazer bem sem teatro, ou caridade para se beneficiar de alguma forma. Em outras palavras, querer aparecer, fazer política, marketing ou coisa parecida.

Quando se fala em fazer o bem, algumas pessoas têm uma certa dificuldade para entender o significado de fazer o bem sem levar crédito. Ah, mas se fizer algo pensando em crédito, ou seja, obter vantagens, então nem bem é. Ora, por que você acha que tem tanta gente que gosta de holofote? Prática. Há pessoas que por fazer qualquer ação, elas gostam de enaltecer os seus gestos. E em boa parte é possível encontrar gente assim.

Já ouviu falar em pessoas notáveis por seu potencial? É, tem muita gente que bate recorde em querer aparecer. Mas, a reflexão que deixo a você aqui, é a de que sejas capaz de fazer pelo o outro, o que gostaria que ele fizesse por você. Esse é um gesto nobre, uma coisa que tem ligação mais com as suas atitudes íntimas do que ligação com as suas ambições. Fazer o bem é um ato ligado a sua consciência, com o gesto afetivo que você tem pelo outro. Agora é importante também saber o que o outro realmente precisa para não ocorrer de você fazer por ele, e no final tudo isso, digo os seus gestos serem transformados em ingratidão. Quando se fala em fazer o bem, tem muito aquela coisa de não jogar ” pérolas aos porcos “, porque às vezes você faz muito pela outra pessoa, sendo que no final, ela é incapaz de decifrar a autenticidade dos seus gestos.

Fazer o bem é como amar a si mesmo. É ter essa capacidade de fazer o melhor que pode pela outra pessoa porque, o que você deseja é que ela fique bem. Às vezes, a recompensa não é nem do outro, mas sua. Fazer o bem, requer atitudes de um coração bom. A consciência ajuda claro, porém, esse gesto de construir, na verdade, de transformação pensamentos em ação é o que nos humaniza. Fazer o bem é acreditar que um dia, quando menos esperamos, esse gesto se volta a nós novamente.

Existe um ditado que diz ” é fácil ser bom, difícil é ser justo”. Bons, nós somos para os outros E, na maioria das vezes, injustos para conosco. Mas, independentemente de qualquer coisa, se puder, faça bem porque você não imagina como isso, acaba sendo gratificante a você mesmo.

Marii Freire Pereira

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Santarém, Pá 11 de janeiro de 2021

Ferreira Gullar

” A Arte existe porque a vida não basta”.

Ferreira Gullar. G1. Globo.com

Marii Freire Pereira

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Santarém, Pá 11 de janeiro de 2021

– Violência: o diálogo que está sempre aberto, só falta você-

” Muitas vezes, a violência começa na mesa. É no café da manhã que a mulher recebe tratamentos que envolve o ciclo da violência, como palavras de ameaças “

Marii Freire Pereira

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Imagem & criação: Marii Freire Pereira/ VEM comigo!

Santarém, Pá 11 de janeiro de 2021

Liberdade: substantivo feminino

” Que nada nos defina,

Que nada nos sujeite.

Que a liberdade seja a nossa própria substância

já que viver é ser livre”.

Simone de Beauvoir.

Pensador.com.

É sábio pela maioria que a Simone é um dos símbolos da luta pelos direitos femininos. essa imagem dela entre os livros, não foi por acaso que ela veio parar aqui. Na verdade, Tem sim, uma razão maior dela vir para cá. A idéia é trabalhar a Simone e a Maria da Penha juntas.

” Que nada nos sujeite,

que nada nos defina”.

[…] que nada tire de nós mulheres, a vontade de lutar por nossos direitos. Que sejamos capazes de vencer o medo, a insegurança e todas as limitações. E como a própria Simone sugere, façamos isso, através do conhecimento ( livros). A gente sabe que só pode expandir os pensamentos quando se estuda, porque o conhecimento é algo transformador, é um fator positivo que nos auxilia nesse processo de construção crítica. Eu costumo dizer que quem estuda, sai sempre ganhando porque tem condições de alcançar novas perspectivas, “nossos olhares” sobre o momento, digo a necessidade que a situação vivida por muitas de nós, pede.

Eu estou sempre tentando contribuir com muitas de vocês. Aqui falo para mulher, mais para homens também, porque a gente sabe que muitos ” abraçam essa causa feminina “. É sempre muito gratificante ouvir o discurso masculino sugerindo que as mulheres possam se mostrar mais receptivas a idéia de aprender a se defender, ou seja, lutar por elas mesmas. Muitas parecem que ainda, não despertaram para essa necessidade.

Eu estarei encerrando a ” série: leitura em foco-“. Foram 10 ou 11 publicações que fala sobre a importância da leitura. Na verdade, uma idéia que começou pequena, como disse, era para ser dez postagens, que abordava a questão da leitura e muito muito bom, foi uma experiência muito produtiva. Evidente que se vocês quiserem, eu posso continuar postando sem problema.

Todavia, esse final de semana, eu estudei algo diferente, e resolvi fazer mais um ciclo de postagens, só que agora voltados ao direito de todas nós, mulheres. Como já postei vários textos falando da violência contra a mulher, dentre eles, a violência psicológica, física e outras, eu vou fazer uma nova série evidenciando como essa violência acontece e os passos a seguir para denunciá-la.

À idéia é fazer com que se reflita a respeito dessa questão tão vinculada aos meios de comunicação, mas que pouco se avançou. Temos direitos assegurados pela Constituição, lei que trabalha essa temática ligada à violência, porém, a gente sabe que os desafios para enfrentar esse problema são muitos, é uma luta diária, e a mulher o ponto principal de toda essa questão porque ela tem que falar. A essa nova edição irá se chamar: Violência: esse diálogo está sempre aberto, só falta você participar “. Espero ser essa também uma experiência bem produtiva. Conto com vocês!

Vou escrever textos abordando temas relacionados a Maria da Penha, na verdade, construindo esse diálogo com você leitor, e espero que gostem.

VEM comigo!..

Marii Freire Pereira

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Imagem: Pinterest. Flickr/ El Segundo Sexo.

Santarém, Pá 11 de janeiro de 2021

O ser humano é o mesmo em qualquer situação?

Antes de começar a comentar a respeito dessa pergunta, vamos imaginar que os problemas ligados a vida intrauterina, são considerados como uma espécie de metáfora. Será? As vezes não. Dependendo da situação, o ser humano já enfrenta os seus problemas de forma prematura. Agora, ‘ cá pra nós, que imagem essa hein? Eu poderia dizer que ” A vida é um poema brevíssimo”. Portanto, saibamos aproveitar a riqueza contida em cada etapa, boa ou ruim.

Para fazer essa construção respeito da vida, eu precisei usar esse momento do ” nascer”, do aflorar para fora, para fazer com que muitos tenham leituras diferentes a respeito do que chamo a atenção que é justamente, o título desse texto: o ser humano é o mesmo em qualquer situação? O princípio da vida para a psicologia é compreendida como uma fase perfeita, ‘completa’ – porque existe aí, um ambiente que nos foi favorável o tempo inteiro. Estamos guardados no útero de nossa mãe, portanto, ‘ protegidos. Um lugar, onde não se sentia dor, angústia, tristeza, e outras circunstâncias que se vive no mundo exterior.

Quando a criança vive no ventre da mãe, ela tem um ambiente favorável, sereno e seguro. Talvez, por isso, se queira voltar a essa segurança diante de situações em que ficamos com as nossas estruturas abaladas.

Exemplos imagináveis

Os psicólogos dizem que o mundo terreno se alonga de todo esse estado de perfeição, e que por isso, diante das dificuldades, o lugar que se recorre em nossas lembranças é a princípio, o ( ambiente materno) porque psiquicamente, foi nele que se viveu as experiências mais ricas, e que elas ficaram guardadas, na verdade, registradas na mente por conta dessa idéia de proteção. Já o mundo humano é visto como uma espécie de mundo infatigável porque a mente sofre alguns transtornos, e a dos os bebês não. Agora uma coisa é preciso dizer, eles sentem emoção.

Um bebê é capaz de responder aos estímulos da mãe ou do pai, ainda na barriga, quer dizer, a criança consegue reagir de maneira imprevisível a questão situações ligadas a irritabilidade, choro, euforia, é o amor. Então a emoção e um fenômeno a se considerar.

A mente humana, ela vai arquivando todas essas experiências até lidar de fato com aquilo que se chama de conflito. O conflito é um fenômeno que nos deixa tensos, sem clareza diante de certas questões. Se costuma dizer que algumas pessoas ficam até meio débeis, porque vêem tudo de forma distorcidas. O ser humano diante de um conflito, ele perde a total lucidez […]. Pode-se dizer que muitos se fecham para si e para o mundo. A medida que as pessoas têm problemas, e pasam por esse processo de se fechar, elas perdem um pedaço de suas histórias. Diante de tanta pressão, o cérebro tem dificuldade de reagir. Dependendo do problema, simplesmente, algumas pessoas perdem a confiança em si. E se perder o emprego por exemplo, elas sentem tanta culpa que não conseguem acrefitar de volta em suas capacidades.

Qual é o grande desafio da mente humana? Reagir.

O grande desafio é reagir. Quando reagimos, damos uma resposta consciente ao que nos desafia. Imagine a vida como uma grande prensa, ela esmaga, não? Sim, só que precisamos ser mais rápidos a ponto de encontrar uma saída. Parece fácil falar, mas na prática vencer aquilo que nos desafia, nos torna mais ágeis.

Evidente que somos os mesmo. Somos inclusive, compostos do mesmo material genético, mas cada etapa tem a sua particularidade, e penso que esse, é o detalhe que faz com que essas diferenças sejam observadas por pontos de vista que nos humaniza, porém, a ciência dessas diferenças são distintas entre si. O choro de um bebê pode ser visto como um som excelente. Alguém pode dizer: ” quanta vida há nesses pulmões. Porém, o choro de um adulto ganha outro sentido. Podem inclusive, chorar pelo mesmo motivo: dor, mas a classificação quanto a isso, é outra.

Somos os mesmos, sem dúvida na essência. Corremos o risco que o útero social nos esmaga, mais do que nos protege. E embora adultos, choramos como crianças nos momentos frágeis e perante grandes espetáculos da vida.

Marii Freire Pereira

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Imagem: Pinterest. mirror.co UK/ news/ world-n

Santarém, Pá 10 de janeiro de 2021

Shakespeare

” Os loucos guiam os cegos “.

Shakespeare, Rei Lear.

Essa frase foi frase foi citada por Eduardo Galeano em um vídeo particular. Aos que desejarem, podem encontrá-lo facilmente na internet. Vale a pena assistir!

Marii Freire Pereira

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Imagem & criação: Marii Freire Pereira

Santarém, Pá 10 de janeiro de 2021