Liberdade: substantivo feminino

” Que nada nos defina,

Que nada nos sujeite.

Que a liberdade seja a nossa própria substância

já que viver é ser livre”.

Simone de Beauvoir.

Pensador.com.

É sábio pela maioria que a Simone é um dos símbolos da luta pelos direitos femininos. essa imagem dela entre os livros, não foi por acaso que ela veio parar aqui. Na verdade, Tem sim, uma razão maior dela vir para cá. A idéia é trabalhar a Simone e a Maria da Penha juntas.

” Que nada nos sujeite,

que nada nos defina”.

[…] que nada tire de nós mulheres, a vontade de lutar por nossos direitos. Que sejamos capazes de vencer o medo, a insegurança e todas as limitações. E como a própria Simone sugere, façamos isso, através do conhecimento ( livros). A gente sabe que só pode expandir os pensamentos quando se estuda, porque o conhecimento é algo transformador, é um fator positivo que nos auxilia nesse processo de construção crítica. Eu costumo dizer que quem estuda, sai sempre ganhando porque tem condições de alcançar novas perspectivas, “nossos olhares” sobre o momento, digo a necessidade que a situação vivida por muitas de nós, pede.

Eu estou sempre tentando contribuir com muitas de vocês. Aqui falo para mulher, mais para homens também, porque a gente sabe que muitos ” abraçam essa causa feminina “. É sempre muito gratificante ouvir o discurso masculino sugerindo que as mulheres possam se mostrar mais receptivas a idéia de aprender a se defender, ou seja, lutar por elas mesmas. Muitas parecem que ainda, não despertaram para essa necessidade.

Eu estarei encerrando a ” série: leitura em foco-“. Foram 10 ou 11 publicações que fala sobre a importância da leitura. Na verdade, uma idéia que começou pequena, como disse, era para ser dez postagens, que abordava a questão da leitura e muito muito bom, foi uma experiência muito produtiva. Evidente que se vocês quiserem, eu posso continuar postando sem problema.

Todavia, esse final de semana, eu estudei algo diferente, e resolvi fazer mais um ciclo de postagens, só que agora voltados ao direito de todas nós, mulheres. Como já postei vários textos falando da violência contra a mulher, dentre eles, a violência psicológica, física e outras, eu vou fazer uma nova série evidenciando como essa violência acontece e os passos a seguir para denunciá-la.

À idéia é fazer com que se reflita a respeito dessa questão tão vinculada aos meios de comunicação, mas que pouco se avançou. Temos direitos assegurados pela Constituição, lei que trabalha essa temática ligada à violência, porém, a gente sabe que os desafios para enfrentar esse problema são muitos, é uma luta diária, e a mulher o ponto principal de toda essa questão porque ela tem que falar. A essa nova edição irá se chamar: Violência: esse diálogo está sempre aberto, só falta você participar “. Espero ser essa também uma experiência bem produtiva. Conto com vocês!

Vou escrever textos abordando temas relacionados a Maria da Penha, na verdade, construindo esse diálogo com você leitor, e espero que gostem.

VEM comigo!..

Marii Freire Pereira

https://pensamentos.me/ VEM comigo

Imagem: Pinterest. Flickr/ El Segundo Sexo.

Santarém, Pá 11 de janeiro de 2021

Publicado por VEM comigo!

Bacharela em direito, Pós graduada em Direito Penal e Processo Penal.

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