” Aproveitemos a brevidade dos momentos felizes”. A vida não nos oferece a oportunidade de sermos felizes o tempo inteiro. O significado maior daquilo que definimos como ” felicidade ” é na verdade, saber extrair o melhor de acontecimentos que aperfeiçoam situações curtas, porém prazerosas, em escolhas perfeitas.”
” Quero te dizer também que nós, as criaturas humanas, vivemos muito ( ou deixamos de viver) em função das imaginações geradas pelo nosso medo. Imaginamos consequências, censuras, sofrimentos que talvez não venham nunca e assim fugimos ao que é mais vital, mais profundo, mais vivo. A vida, o mundo dobra-se sempre às nossas decisões. “
” Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo? “.
Quem não conhece a célebre frase do nosso querido Rubem Alves: ” Ostra feliz não produz pérola”. É assim mesmo, o ser humano só revela o seu melhor, a medida que procura evoluir.
Taí a desgraça, ou um estado de insatisfação pode ser uma forma de fazer com que a gente pense na dor, nos nossos problemas de modo geral, como uma oportunidade a descobrir que merecemos mais. As dificuldades devem ser encaradas como um estímulo para conhecermos as nossas próprias dimensões.
Só nós conhecemos as nossas dificuldades. Há momentos em que elas chegam num ponto crítico- que é o confronto. Portanto, é preciso compreender que passaremos por momentos amargos, pela dilaceração de sonhos, mas a vida continua.
” Ostra feliz não produz pérola “. Ninguém vivendo em total estado de satisfação, produziria coisas extraordinárias”.
Não chegaremos a lugar nenhum se nos sentirmos confortáveis o tempo todo. É preciso um ” grão de areia”, assim como no caso da ostra, para provocar incômodo e a gente consiga reagir. A pérola é produzida através do sofrimento. Ela é a celebridade, mas para chegar a esse ponto, passa por um processo doloroso. Assim também ocorre conosco. E cada ser humano reage diferente a esse estado de insatisfação. Porém, é através de pequenos gestos que vamos nos recompondo dia a dia, assim como também tendo clareza daquilo que queremos.
. Diante de cada problema precisamos ser exigentes
Diante de cada problema precisamos ser exigentes conosco. Claro, é preciso ser persistente, isso dá um ânimo para que a gente não se abandone, mas busque o êxito de forma plena.
Superar é preciso. Evidente que, somos pessoas que ficamos extasiados diante de estímulo, mas quando não os temos, o que nos resta é buscar novos motivos para acreditar na vida, no mundo, nas suas engrenagens incertas. Mas, independente disso, digo de serem ” certas para uns, ou incertas para outros”, o certo deve ser feito pra nós.
Lamento ser tão autêntica, mas se a vida não nos tocar forte, como poderemos ser reluzentes? Lembra da pérola? O incomodo serve não só para gerar sofrimento, mas também força. E atrevo-me a dizer mais, existem dois fatores que considero primordial diante do sofrimento: tempo e maturidade.
Se formos maduros e tivermos autocontrole, tudo pode latejar, mas conseguiremos fazer uma canção silenciosa que só toca no desassossego. Todava, ela não é tão ruim, pois no mesmo tempo que incomoda, ela faz nascer também em nosso peito a esperança juntamente com a sensação de pureza. É esse detalhe que cristaliza os nossos sonhos e nos mantém vivos.
Eis o segundo passo: fazer escolhas corretas diante da dor. Se estou diante de meu próprio limite, é sinal que posso produzir uma bela pérola. ” Um grão de areia” ou “uma rocha”. Eu não sei o tamanho do seu problema, mas num mundo onde tudo soa como um desafio, feliz é aquele que consegue ser resiliente ao invés de se moldar diante de qualquer pressão.
Tenha clareza do que deseja, não tenha ânsia de poder, mas tenha pressa de ser feliz .
” Não se culpe. Não carregue feridas na alma. A culpa nem sempre é sua pelas coisas não darem certo. Às vezes, falta de clareza não é motivo para sentir vergonha de si, mas, de quem viu em você a oportunidade de ferir.”
” Estude porque o conhecimento é necessário a vida inteira. Os livros são sempre propostas extraordinárias, mas devo confessar que o que arrasta o leitor a um livro não é o prazer de ler, mas a sua consciência. Portanto, quanto mais você estuda, menos alienado e solitário você se torna.”
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