Ler é um ato fascinante

Todo amante da leitura sabe como ler algo fascinante. Ler inspira, nos faz conhecer infinitas possibilidade, e ainda relativa a importância de certos fatos, porque o ato de ler muda o nosso cérebro, digo ” a maneira de pensar, de vermos o mundo”.

Ler é gostoso. É tão bom que o nosso emocional fica horas sentindo aquela sensação prazerosa das “ideias filosofando na mente “. É o bem-estar que uma boa leitura nos provoca.

Quando pegamos um livro, não se absorve só as informações, mas a energia que muitas vezes dilui aquela sensação de ansiedade. Já sentiu isso? É tranquilizadora. Primeiro, você busca concluir cada capítulo por dentro, digo ” na sua forma de interpretar a história “. Em seguida, inspirando lentamente, solta o ar, olha para um lugar fixo, e se torna um modesto avaliador da mensagem que o autor desejou passar. (…) Quando percebe , nunca mais esquece do que o leu. O pensamento sempre vai de encontro aquela informação que você classificou como valorosa.

Um bom livro, é como um pedaço de pão, ou seja, é capaz de saciar. Basta tocar com sabedoria no universo de quem escreveu, e que tipo de mensagem tentou passar ao leitor.

Marii Freire Pereira

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Santarém, Pá 7 de março de 2022

Violência Contra a Mulher

” Mulher não é objeto “

Mulher não é objeto, nem pode continuar sendo tratada como se fosse. Evidente que, essa frase merece uma reflexão profunda. Principalmente, porque remete a ideia do marido submtê-las aos seus caprichos no casamento, e por serem economicamente dependente desses homens, elas obedeciam o chamado ” contrato tácito de troca” que se dava de diversas formas, dentre elas, cuidar da casa e servi-los sexualmente. Essa questão, tem uma ligação estreita com o patriarcado que determina o comportamento dessa mulher na sociedade. Em algumas culturas isso era bastante claro. Hoje, apesar de termos evoluído culturalmente e socialmente, e a mulher ter a sua independência financeira, ainda vemos muito a questão da objetificação da mulher principalmente em peças publicitárias.

A objetificação da mulher dar-se de muitas formas, a estética é uma delas. Se bonita, elogia-se, se feia, se costuma depreciar e hostilizar a sua imagem. A aparência conta muito neste caso. A estereotipacão da mulher segue padrões de exigência quase surreal, o que não contribui para o que se considera como primordial que a valorização dessa mulher como um ser humano dotado de sentimentos e direitos. Quer dizer, a consideração emocional por exemplo, é negado. Então, essa mulher é vista pelo masculino, como parte do processo de auto-objetificação. A nossa cultura que de certa forma ” aceita o machismo ” faz com esse pensamento sobre a mulher em ser somente ” alguém que pode ser usada e jogada fora” quando já não atender as exigências pessoais do homem por exemplo, é muito forte. É como de fato, a mulher não fosse um ser que pensasse, falasse, sentisse ou não tivesse capacidade, nem possibilidade de influenciar nada como pessoa ou cidadão. Ela estaria no mundo para servir o homem e nada mais. O que é um absurdo, porque todos nós somos capazes. Na verdade, somos indivíduos completos.

A auto- objetificação da mulher, deve ser combatida diariamente, porque do contrário, só reforça a questão do machismo que é resquício do patriarcado, e obviamente, faz dessa mulher só um objeto de satisfação sexual masculina. A mulher não pode ser isso, ela é um ser que pensa.

Marii Freire Pereira

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Santarém, Pá 7 de março de 2022

” São fáceis porque são pobres “

” São fáceis porque são pobres “

Arthur do Val.

Essa é uma frase certamente infeliz. Quem disse foi Arthur do Val pré- candidato pelo Podemos ao governo de São Paulo. De cunho machista e sexista, Arthur fez referência às mulheres ucranianas, exaltando a beleza e o estado de vulnerabilidade em que estas se encontram devido esse momento delicado que vive aquele país. Arthur foi enviado para ajudar os refugiados, e acabou criando mais embaraço a situação por agir de forma ofensiva do que cumprindo o seu papel.

Um capítulo nefasto diante da angústia de muitos. Infelizmente, a fala de Arthur atentou contra a honra de todas as mulheres do mundo. É preciso haver mais respeito, bem como, compreensão a situação daquele país que vive uma guerra. A verdade é que após todo emblema causado por um comportamento reprovável, obviamente por toda sociedade, cabe haver também providência jurídicas para averiguar a conduta de Arthur quanto a sua fala; uma vez que toda todas nós mulheres.

Chega de violência contra a mulher

” Triste, não? 8 de março tão próximo e tantas coisas para discutir acerca da mulher, e temos mais essa frase infeliz, que é certamente, reflexo de um comportamento machista; bastante comum em nossa sociedade. Infelizmente, essa maneira grotesca de se expressar do deputado, vai de encontro ao direito a todas as mulheres”.

É comum vermos certos comportamentos machistas manifestados através de falas como a de Arthur, ou seja, são situações que acontecem em diferentes ambientes, e são replicadas diariamente. Podemos dizer que são as mais diversas manifestações que presenciamos. A maioria ainda permanece de forma silenciosa, o que causa sofrimento na vida das mulheres que se tornam vítimas desse tipo de conduta com frequência. É preciso dizer que, apesar de tanto termos avançados em questão de direitos, em meio às mudanças culturais, e sociais também, muito dessa “bagagem do passado ” que se carrega, alguns comportamentos são difíceis de serem mudados. É preciso um trabalho mais sério de conscientização, para que o seu resultado promova à reflexão necessária que a sociedade precisa para atenuar essas situações que são vexatórias a todos nós. Não é só as mulheres que perdem, são os homens também.

O legado maior do patriarcado é esse: o machismo. Há resquícios dele todos os dias nos mais diversos ambientes, causando ruídos ou não, o machismo vive entre nós, e muitas vezes, de forma natural. Existe a aceitação do machismo. Hoje, diante dos novos moldes que a sociedade precisa se adequar, é que vem surgindo os questionamentos. Isso é bom, porque precisamos viver com mais respeito e forma harmoniosa, e não voltando aos modos arcaicos.

Quando pensamos que já sofremos tanta coisa, que já fomos violentadas, menosprezadas, e inferiorizadas por conta da lei do mais forte, do que manda, do que altera os fatos, a sua maneira, é que podemos calcular o nosso prejuízo. A verdade é que, a mulher ainda é vista como um objeto masculino. Alguém que tem a utilidade de servi-lo conforme as suas vontades, dentre elas, a sexual.

É sábio que numa guerra, existe uma vulnerabilidade maior em relação a mulher. Muitas são violentadas. E se quem deveria oferecer ajuda, se comporta de forma que, venhar envergonhar o seu país, o seu trabalho, torna-se desnecessário por macular a honra dessas mulheres. Definitivamente, não é isso que queremos. Nós mulheres, queremos respeito.

A minha intenção aqui, não é censurar, nem criticar, mas chamar atenção acerca de nossos direitos. Infelizmente, essa violência atinge a todas nós: pretas, brancas, indígenas, ricas e pobres. Atinge todas as mulheres!

Mulheres

A nossa nossa luta é árdua. E acredite, não permite escape. É combatendo o machismo nosso de cada dia, que vamos vencer essa violência. Vamos vencer não só, o machismo, o ódio, a misoginia, o preconceito e a intolerância. Os nossos traumas não nos paralisa. Ao contrário, mostra o caminho que devemos percorrer.

Marii Freire Pereira

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Imagem & criação: Marii Freire Pereira

Santarém, Pá 6 de março de 2022

Equilíbrio

O equilíbrio reside no momento em que, o silêncio de dentro, é maior do que o barulho de fora. Dizem que, quando a vida atinge esse patamar, o ser humano consegue lidar melhor com os seus problemas. Para quem não compreendeu o que estou dizendo- o psicológico tem que atingir um nível de paz superior, que nem as nossas melhores horas de risos seriam capaz de proporcionar. Às vezes, a gente olha muito pra fora, buscando principalmente, enaltecer o ego. É um crédito que nem sempre vale a pena. É caro! E em geral, vem envenenado.

Tudo aquilo que não nos envenena, nos ensina a ser menos reflexivos. Quer construir algo de valor? Aprimora a consciência não nos desejos, mas a si mesmo. Quando fizeres isso, encontrás um manancial de paz. Uma natureza leve que vale o seu julgar.

Marii Freire Pereira

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Imagem: pinterest/ Cal

Santarém, Pá 6 de março de 2022

Março é o mês da mulher

Fale-me sobre você!

Gostas de ler?

Uma mulher que gosta de ler, ela é dotada de muitas qualidades: pensa, instiga, avalia a dimensão dos problemas, questiona, lança discussão sobre certas questões. É polêmica porque sabe se aprofundar delicamente em temas que despertam o interesse da maioria das pessoas. Além disso, a forma delicada de como ela chama atenção, permite-lhe distanciar-se cada vez mais de estereótipos estabelecidos pelo senso comum. Aparência? Vale mais um vocabulário decente, do que um decote. Como escreveu Coco Chanel ” Não é a aparência, é a essência “. Então, os requisitos que ajudam a construir a imagem dessa mulher, é algo que vai além da ” casca dourada”.
Considere, evoluir é essencial!..

Parabéns mulher!…

Texto reformulado. Via Facebook/ Marii Freire Pereira

Marii Freire Pereira
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Frase: Marii Freire/ VEM comigo!
Santarém, Pá 6 de março de 2021

Clarice Lispector

” Não entendo, apenas sinto. Tenho medo de um dia entender e deixar de sentir.

Clarice Lispector

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Marii Freire Pereira

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Imagem: pinterest/ Cafonice intrínseca

Santarém, Pá 5 de março de 2022

Vão do tempo

Nunca se sabe,

Nunca se conhece

Além daquilo que fixamos na memória

O esforço humano é ultrapassar o imaginário

Que vai além dos livros

Dos templos do conhecimento

( Bibliotecas)

Lês e me decifras

É a eterna peleja

De cada balbuciar humano

Como uma porta

As bibliotecas são um mundo que se abrem

A névoa cinza da memória

Do homem precário

Ele conhece o caminho

Mas se sente solitário

E sem saber lidar com as suas confidências

Inclina o rosto em cada vão do tempo.

Marii Freire Pereira

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Santarém, Pá 5 de março de 2022

Quantas pautas merecem ser discutidas em 8 de março? Nós não queremos só ouvir que somos guerreiras

Como acreditar num país onde as mulheres são sexualizadas desde muito novas? Se temos adolescentes engravidando tão cedo? As vezes meninas violentadas e obrigadas a gestar e dar a luz? Transexuais que tem uma perspectiva de vida curta? Discussões sobre métodos seguros para evitar uma gravidez indesejada? Você acha que todas as mulheres têm o mesmo nível de informação sobre esse assunto? Não. E as mulheres negras que dofrem mais do que as outras mulheres brancas, principalmente por ter seus filhos e vê-los perder a vida tão cedo para o tráfico ou ser vítima de um bala perdida?! Imagine quantas realidades diferentes se tem a ser trabalhadas nesse país! As mais diversas.
Mulheres negras, elas não têm a mesma liberdade ou ganham mais que as brancas, pelo contrário. A diferença é visível. Evidente que estudam como todas as outras. Mas ter carreiras dignas é uma luta. Isso sem falar que são mais assediadas e mortas diariamente.
O 8 de março reflete mais consideração à mulher. Reflete também sobre importância de levará sério todas essas questões. Ainda existem muita desigualdades! E todas elas precisam ser trabalhadas, para se conseguir estreita tantas diferenças.

Violência

Quantas mulheres são vítimas da violência? Mulheres jovem principalmente. Mulheres com idade que varia entre 16 a 32 anos. Muitas vivem relacionamentos abusivos e nem sabem que estão vivendo isso, porque acham que é comum um ciúme em exagero aqui, um puxão de cabelo, um empurrão, um tapa como condição do parceiro em não superar alguma falta delas.
A independência financeira que é outro problema. Muitas mulheres dependem exclusivamente de seus parceiros. A violência doméstica um problema muito sério. E quanto as políticas públicas, temos de maneira eficaz? Rede apoio, existe em todos os lugares? A sociedade dialoga com a finalidade de buscar uma resposta para esses problemas? Não. Ainda há um vazio diante de todas essas questões. Claro, é preciso reconhecer que muito avancamos. Mas também existem muitas situações que não avançam Discursos que, na na prática, prevalece a questão da insegurança do tanto faz …que ignora muito desses direitos. Enquanto isso, acuada, a mulher vai permitindo aquilo que não pode mudar.
” Guerreira” nós somos. Falta garantir ainda espaço e privilégios. O ideal que se deseja anda longe de ser alcançado. Por isso, vamos continuar lutando.

Marii Freire Pereira

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Santarém, Pá 4 de fevereiro de 2022

Marii Freire Pereira

” Todo abusador, ele procura distorcer a realidade dos fatos, para lançar a culpa sobre a vítima “

Marii Freire Pereira

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Santarém, Pá 4 de março de 2022

Epicuro

” Um homem é rico em proporção às coisas que pode dispensar “

Epicuro.

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Marii Freire Pereira

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Santarém, Pá 4 de março de 2022