” A arte de viver consiste em tirar o maior bem do maior mal.”
Machado de Assis
Marii Freire Pereira
https://Pensamentos.me/VEM comigo!
Imagem: pinterest/ Filosofando!
Santarém, Pá 5 de agosto de 2022

” A arte de viver consiste em tirar o maior bem do maior mal.”
Machado de Assis
Marii Freire Pereira
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Santarém, Pá 5 de agosto de 2022

Transborda
Teima
Estoura
Justifica
Esclarece o seu comportamento.
Sim!..
O mar também tem seus dias de contestação.
Tem os seus dias de crise…
É audaz!
Estratégico
Autoafirmativo!
Ousado
Estúpido
Voraz
Impacta às vezes!..
Seu transtorno é de pura hiperatividade
O seu comportamento eufórico, diz que ele não se sujeita a nada.
É indisciplinado
O mar…simplesmente..
Transborda
Repleto de significados
Reclama fisicamente, através de velhos hábitos. seus dias de fúria
Estresse
Bussines!
Revolto
Confrontante
É autodestruidor.
Inspira e causa alucinação.
É inebriante!
Porém, juiz de si mesmo.
Primitivo
Aventureiro
Ilusório!
Esbarra na impossibilidade de continuar a sua progressão
Recua,
E repete todo o seu processo novamente
Querendo alcançar a própria incompletude.
– transborda gigante
Persegue o teu ideal
Contesta, contesta..a própria vida.
Marii Freire
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Santarém, Pá 5 de agosto de 2022

Nenhuma relação construída com base na dor, suporta o peso da realidade.
” Não se diminua para caber na vida de alguém. Não conviva com maus-tratos. E o mais importante: NÃO INOCENTE QUEM TE MACHUCA. “
Marii Freire. MULHER Do ostracismo à luta pelos direitos nos dias atuais.
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Santarém, Pá 4 de agosto de 2022

” Se as mulheres fossem social e politicamente emancipadas, elas seriam melhor educadas e teriam melhor percepção prática sobre as coisas que a sua opinião influencia, e os pontos que eu tenho levantado mostram que tais mudanças poderiam aprimorar a participação das mulheres na formação da opinião geral. “
John Stuart Mill ( MILL, 2009, P. 53, tradução nossa)
MARQUES, Teresa Cristina de Novaes. O voto feminino no Brasil. 2 ed. Brasília: Câmara dos Deputados. Edição Câmara, 2019
Marii Freire
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Santarém, Pá 4 de agosto de 2022

Não viva para agradar os outros. Viva sim, para agradar a si mesma. Quantas mulheres se privam de fazer o que gostam para querer agradar as outras pessoas, o namorado, ou a sociedade? Muitas. Tem mulher que não corta o cabelo curto, usa uma roupa justa porque o namorado não aprova, ou porque a sociedade diminue as suas qualidades como mulher. Desconfio de boas intenções neste caso. Afinal, quem determina o que? Você ou a outra pessoa? Há relatos de mulheres que ao falar sobre essa realidade, dizem sofrer perseguições por homens e até mesmo, por outras mulheres que surgem com provocações pejorativas como ” homenzinho” ou ” sapatão” e outros, na tentava de diminuir as suas qualidades. Tudo isso reflete a questão de conceitos de uma sociedade machista e preconceituosa que recrimina e delimita as ações da mulher.
Raciocínios desse tipo repercutem de forma preconceituosa toda e qualquer ação feminina. Na verdade, essa é também uma espécie de violência, violência que acontece inclusive com o homem que deixa o cabelo crescer como o das mulheres. Obviamente que, essa manifestação tida como ” natural” por muitos é ” punir” a mulher ou o homem por contrariar o que a sociedade estabelece em relação ao gênero masculino e feminino. Cabelo curto ou longo? Azul ou rosa? É injusto compreende? Nada disso estabelece o real conceito a respeito de quem somos. Essa é uma discriminação que garante somente, a repetição de padrões ligados à um contexto retrógrado, em que diz como é que se deve ser um homem ou uma mulher de verdade em sociedade. Para um homem por exemplo, sempre é mais fácil se reafirmar como homem, porque ele pode fazer o que quiser. Já para a mulher não. Muitas vezes, para mostrar sua força, ela precisa romper com “pré-conceitos” estabelecidos de forma que diz como ela deve ser e se comportar. Não é porque cortou o cabelo curto que deixou de ser mulher. A coisa não funciona dessa maneira. Ainda que a mulher seja castrada em sua própria liberdade, ela não perde o seu valor. Pelo contrário, é através deste, que ela pede respeito, que diz que como deseja ser vista; não sob uma perspectiva negativa, mas moderna, clássica, uma mulher de autovalor. E o autovalor que me refiro, não tem que ser visto como aquelas placas de posto de gasolina, onde diz que a mulher vai mudar “esse ou detalhe hoje, e que o seu valor é tanto”. Não, essa linguagem visual tem que ser incorporada de maneira natural. É a mulher sendo mulher, sem precisar usar saia no tornozelo ou cabelo na cintura para provar a sua feminilidade. Essa repetição de velhos comportamentos, onde se nota a presença de preconceito, assim como o uso de práticas machistas que tentam punir a mulher, só fortalece a discriminação desta na sociedade. Mulher não pode ” fazer isso ou aquilo” porque não é bom para a sua imagem. Quantas vezes você já não ouviu isso? Inúmeras. Se cresce ouvindo esse tipo de coisa. Mas é a verdade, é que nada disso, diminui as nossas qualidades. Compromete sim, a nossa maneira de pensar.
Cortou o cabelo e o namorado não aprovou?
Cortou o cabelo e o namorado não aprovou? Ótimo. Não é ele que tem que gostar, é você que deve se sentir bem. Você tem que ser você, viver para agradar a si mesma. Você é um ser único, por isso deve saber o seu valor. Não precisa agradar a quem, nem se encaixar em padrões que a sociedade estabelece para se sentir “querida” por ninguém. Veja quanta gente é diferente de você, e todos tem o seu valor. É preciso se amar e dizer ” Eu me sinto bem dessa forma “. Ninguém é igual ao outro, somos ser diferentes. E a riqueza de cada um, existe exatamente por essa diferença.
As nossas qualidades vem de muitos fatores. Ninguém precisa ser igual ao outro. O que torna o mundo bonito é essa somatória de diferenças. Seja uma mulher, seja um homem que tenha personalidade forte, e que queira mostrar isso de forma consciente, e dizer inclusive que tem um estilo próprio, é maravilhoso. Cada um tem o direito de ser o que é. O importante é ser feliz com suas escolhas. A mulher mais do que nunca deve lutar por seu espaço na sociedade. Isso é inclusive, parte dele. Ela não precisa ser que nem todas. Precisa sim, ser uma mulher incrível.
A mulher determinada, forte e que sabe se impor, ela não se sujeita a ninguém. E ainda que seja ” rejeitada” em parte, ela compreende que, o seu valor. A mulher forte e decida, sabe “romper com o social justificável” para dizer que é dona de si, de suas escolhas, ela sabe dirigir a vida, quem entra e sai dela. Ela não busca, na verdade, reivindica o que é seu por direito.
Marii Freire. Não viva para agradar os outros.
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Santarém, Pá 4 de agosto de 2022

” Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado de nossa miséria.
Brás Cubas/ personagens de Machado de Assis.
Literatura brasileira em diálogo com outras literaturas e outras linguagens. 5 ed. reform. Atual Editora. São Paulo, 2013
Marii Freire
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Imagem ( crédito: Arquivo Pessoal)
Santarém, Pá 3 de agosto de 2022

Ardiloso sorriso
alonga-se em silêncio
para contemporâneos e pósteros
ansiosos, em vão, por decifrá-lo.
Não há decifração. Há o sorriso.
Carlos Drummond de Andrade “Gioconda ( Da Vinci)”
( Em Farewell. Rio de Janeiro: Record, 1996) Literatura brasileira em diálogo com outras literaturas e outras linguagens. William Cereja e Thereza Cochar. Atual Editora. 5 ed reform. São Paulo. Atual, 2013
Marii Freire
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Santarém, Pá 3 de agosto de 2022

O que você tem feito de extraordinário agora? O que você feito de bom para viver o presente? A vida é essencialmente composta de momentos. O que tem feito hoje para aproveitar o momento presente? O nosso caminhar é a grande estratégia de conquista. A inquietação terrível, ou o desejo de voltar às coisas passadas, já passaram. Por que você não vive o agora? Para dar forma as nossas alegrias, as boas surpresas e delírios, você precisa começar agora o que é latente dentro de você. Precisa ter coragem. Não existe hora certa, lugar, pessoa ou momento oportuno. Somos nós que nos retiramos, encolhemos ou simplesmente, num ato de coragem, se contrapõe o delírio. Sim, ” delírio ” é o que as pessoas que não nos entendem, dizem sobre a maneirade agirmos. Mas a verdade é que, não existe nada de errado nisso. Só nos sabemos o quanto é necessário se arremessar na vida.
Entre as oportunidades que te acompanham, aproveite o momento presente. Insisto, viva o agora. Há sempre um prazer, uma paisagem bonita, um sorriso que te faz ficar fascinado pela naturalidade com que a vida se apresenta diante dos seus próprios olhos. O tempo não é irreal, ao contrário, ele mostra que muitos aspectos do que você tenta compreender, vem da sua força de insistir, de lutar para ser quem é.
Não se distancie das pessoas, das coisas boas que só você pode fazer. Viva o que “vira poesia em você”. Quer um conselho? Os personagens das histórias antigas, eles não existem mais. É necessário recusar os excessos, e detalhe: não se preocupar com o que virá amanhã. Viva o hoje! Não viva pela angústia do que pode ou não acontecer. Se você tiver que colocar aquela música que gosta e ouvir sozinho, faça isso. Se tiver vontade de tomar um vinho, tome! Embriague-se do que te faz feliz. Cada momento é único, e acredite: ainda que repita essa cena duzentas vezes, ela nunca terá a autenticidade, nem a linguagem que tem agora. É um privilégio separar histórias escritas na memória. Então viva como se a angústia e a loucura não existissem. Acredite, não existem. Esses termos então presente no nosso cotidiano para para confundir a vida, a sociedade, a condição humana, suas ações. Não busque pela perfeição, isso é palavra bonita para tornar interessante a arte de viver.
Não procure o difícil, procure o melhor de todos os acontecimentos, ainda que estes sejam os mais simples possíveis. Queira vivê-los. Não existe nada de errado ou qualquer defeito nisso. Existiria erro sim, se você os sonhasse. Se houvesse revolta por querer sentir um gostinho de vida, e não poder viver. Mas você pode. Aproveite o pouco de lucidez que tem, misture isso a devaneios criados com o sei monólogo interior e viva com voracidade a abundância dos bons momentos.
Marii Freire. Viva o agora
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Santarém, Pá 3 de agosto de 2022

” A sociedade humana não lhe tinha feito senão mal: nunca lhe encarara senão o rosto carregado a que ela chama justiça, e que mostra àqueles a quem fere.”
Victor Hugo. Os Miseráveis
Fonte: ” Os Miseráveis ” Tomo I, parte primeira, livro segundo, cap VII. ( O Âmago da Sesesperação) sobre Jean Valjean, o condrnado das galés
Marii Freire
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Santarém, Pá 3 de agosto de 2022

Muitas mulheres em nome do amor que dizem ter por seus parceiros, suportam todo tipo de situação. Elas deixam ser quem são, para viver totalmente para os seus parceiros/ parceiras. É a mulher desinformada que também é chamada de presa ingênua, que suporta ficar anos numa relação familiar fracassada. Do amor, a cura das feridas, essa mulher acredita que todas as respostas que precisa na vida, sempre virá do parceiro, ou seja, ela tem total dependência desse homem. Diz-se que, simplesmente, ela se abandona, deixa de viver para viver para a outra pessoa.
A mulher que se afasta dos próprios caminhos, que põe a sua vida nas mãos de quem diz amar, ela é ingênua, pois “se acostuma com tudo, até com a violência “. Dentro de situações abusivas por exemplo, esse parceiro manipula essa mulher, comete erros imperdoáveis, e lança sobre ela toda culpa. E, por incrível que pareça, ele a convence de que a sua má conduta é resultado das ações de sua parceria.
Do ponto de vista psicológico é bastante comum esse tipo de situação. Pelo fato da pouca informação, e essa vítima confiar extremamente nesse homem, que às vezes é carinhoso e em outro momento, a manipula com naturalidade, ela aceita aquele raciocínio rotineiro de convencê-la de que ele está certo. Ignorante aos próprios aspectos de sua vida, ela acredita quando ele diz que a ama. Assim quando a seduz com palavras, prazer: sexo caprichado. O problema é que, quando esse homem usa a ingenuidade dessa mulher no sentido de prejudicá-la, de maltratar, faltar com respeito e até machucá-la, ele faz com ela o que bem entende. É como se fosse só um objeto nas mãos desse homem, como é o que acontece com inúmeras situações abusivas.
Muitas mulheres aceitam viver nesse tipo de situação, mesmo compreendendo que há coisas que a desagrada ou deixe triste. Meio que falsamente, ela acha que aquilo é natural, porque que faz parte da vida a dois. Então, por aceitar uma vida razoável e acreditar que é indefesa e também por ter a questão da dependência emocional, ela vai aceitando tudo aquilo que a sua intuição ignora, que é os pequenos abusos, a violência, a falta de respeito em alguns casos. Isolada e pensativa ela mesma passa a se perguntar: ” Quanta dor você já suportou calada? Ou quantas coisas já silenciou para não criar uma situação embaraçosa, para não desagradar o parceiro.” Aos poucos, ela mesma, começa a fazer várias indagações sobre o que acontece ao redor, e passa a compreender que algo precisa ser mudado.
É interessante como a mulher deve aprender a confrontar a sua dor, ou no caso, a violência. Na verdade, tudo o que machuca. É preciso que ela esteja “cara a cara” com a dor, porque só assim, digo “entendendo o que causa desconforto” é que irá olhar para o que antes ignorava, ” Quando tiver consciência disso, ela saberá que é o momento de sair da relação abusiva“. É a própria imagem dessa mulher que deve servir de porta indicativa que é o momento de cuidar dela, do que sobrou e seguir a própria vida.
Marii Freire. Presa Ingênua
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Santarém, Pá 2 de agosto de 2022

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