“A mulher sempre teve o espírito inquieto. Talvez isso, tenha sido o combustível principal dela lutar por um lugar de destaque e igualdade. A verdade é que a mulher sempre buscou defender a sua própria causa.
Direcione o rumo, obedeça o percurso correto [ reto], faça a mudança necessária para chegar ao seu destino. Seja direta no que quer, porque os corredores te levaram aonde você desejar chegar. Não vá pelo caminho que todos costumam ir, vá pelo seu. Lembre-se: caminhos difíceis levam a lugares incríveis.
Apresente-se com coragem e determinação diante da vida. Trabalhe a sua capacidade de compreender sentimentos e emoções. Vá, no final descobrirá o seu potencial. Ainda que a vida apresente muitas curvas, é você quem mantém o sinal da sabedoria aceso. A sua mente é despetta, isso não muda. O que muita é a atenção, a forma de olhar e corrigir o que desperta ou não o nosso interesse.
A sua mente é plena!..
Respire fundo, aprecie a vida de maneira consciente e aproveite o momento. Caminhe. Dedique algumas horas a sua saúde. Corpo e mente precisa ter equilíbrio. Por isso coloque uma roupa confortável e pratique qualquer atividade física.
Caminhe rumo à felicidade. Felicidade também é poder ter um corpo sadio.
Caminhar é ótimo pra saúde, dentre outras coisas, faz com que você fortaleça a sua confiança. Respeite o seu limite, sua intimidade, pratique diplomacia em silêncio, [ medite], e aproveite para exercitar os músculos, porque nada mais incrível do que olhar para nós mesmos, e gostar da imagem que vemos. A verdade é que, o conceito de saúde não está numa pele bonita, num rosto bonito, mas como o corpo responde em forma de saúde. Por isso, aproveite o Sol, o Mar, o rio, qualquer lugar que traga harmonia entre você e as suas necessidades. Tire um tempinho para cuidar da saúde, não resmungue porque cansa. Nada é de graça, a vida exige, viu?Aproveite. Faça acontecer.
Viva com saúde.
Marii Freire. Caminhos difíceis levam-nos a lugares incríveis
O amor é um fio invisível que conecta o coração daqueles que estão destinados a se encontrar. Não importa a aridez da vida, as impossibilidades, e o tempo. As almas, simplesmente, se enlaçam, se conectam e encontram paz em si mesmas. Pois, o amor é o combustível que alinha os dois desejos, transformando-se em um único coração. Ele permite duas pessoas que nunca se viram, se tocar. Começa no escuro ( fio invisível) e ignora a invisibilidade, porque reflete na consciência, o desejo autêntico de se completar.
26 de agosto- Dia Internacional da Igualdade Feminina. A data lembra dentre outras coisas, a luta das mulheres pela equidade de gênero.
Por que lutar por equidade?
É preciso lutar pelo óbvio: Homens e mulheres têm os mesmos direitos e oportunidades. Ora, peguemos como exemplo, o caso da mulher. Veja, ela trabalha fora, cuida da casa, dos filhos, marido, ou seja exerce tripla função e muitas vezes esse esforço todo, não é reconhecido. O trabalho doméstico é quase invisível por todos. Isso sem falar que é extremamente cansativo. Mas a gente sabe que essa história é de longa data, e mesmo hoje, apesar dos muitos avanços, a mulher ainda tem que continuar a sua luta, pois essa é incessante.
É sabido que hoje, a mulher ocupa vários espaços na sociedade, mas nem sempre foi assim. Como dito, a mulher sempre foi um ser visto atreladado ao lar, alguém representatividade, sem voz, ou reconhecimento. Pode-se que, foram séculos de exclusão de direitos e reconhecimento. Todavia, a sua história só começa mudar quando a mulher passa a votar e ser reconhecida como cidadã.
Direito ao voto
Foi com a Constituição de 1932 que a mulher, no governo de Getúlio Vargas, passou a votar. Mas somente anos mais tarde, em 1965 que o voto igualou entre homens e mulheres. A partir de então, ela passou a ser reconhecida como cidadã. Já que antes, não havia qualquer referência nesse sentido. Após o direito ao voto e a sua inserção no mercado de trabalho, a mulher passou a ter mais autonomia. Mas o problemas não param por aí, pois ainda que, exercendo as mesmas funções dos homem, ela ganhava e ganha menos que estes. A luta contra a desigualdade salarial é uma realidade. Essa é uma maneira clara de desvalorizar a mulher? Sem dúvida, as muitas dificuldades que a mulher tem que enfrentar, esbarra nesse tipo de situação. Por isso que devemos é reflexo das nossas muitas desigualdades.
É possível se dizer que, com a conquista do voto feminino, e a inserção da mulher no mercado de trabalho, e muitas outras lutas, facilitaram diminuir as desigualdades, pelo menos, as mais latentes. Porém, no que se refere a briga por reconhecimento de sua capacidade, devemos compreender que o caminho para ganhar espaço, respeito e reconhecimento, é longo. Mas também é preciso lembrar que essa igualdade tão desejada, irá acontecer aos poucos, porque os desafios são imensos. É obvio que nessa pirâmide de poder, se observa que o protagonismo feminino tem sido maravilhoso. Mas enquanto muitas estão no topo, a base que sustenta todos ganhos, ainda assim se alarga, porque grandes desafios são vistos, como impossíveis. A violência violência contra a mulher é um deles.
É sabido que os casos de violência doméstica só ganham de fato, visibilidade, graças a Lei Maria da Penha, sancionada no governo do então Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Essa lei representa um norte na vida da mulher que sofre violência. Como se sabe, os índices de notificações de violência contra a mulher são alarmantes, assim como os casos de feminicídio, que é algo lamentável. Ora, imagine, o Brasil ocupar o 5° lugar no ranking mundial de mortes de mulheres, o é que preocupante, você imagina como é lidar com essa realidade, quando se sabe que a mulher independenteda, da idade, sexo ou religião morre com facilidade pelas mãos de seus algozes? Então, viver com dignidade também é um direito. A gente sabe que, aonde existe ganhos, também impera a questão do retrocesso. Todavia, vale ressaltar que, após de 16 anos da criação dessa lei, a mulher mesmo com toda resistência, ela tem denunciado mais o seu agressor. Isso é bom, porque mostra que ela vem se tornando cada vez mais consciente do seu papel de cidadã que, é continuar lutando para viver uma vida digna…” uma vida sem violência “. Por mais respeito e consideração a nossa história.
– Salve 26 de agosto- Dia Internacional da Igualdade Feminina
Marii Freire. Dia Internacional da Igualdade Feminina.
Fonte: O Voto Feminino no Brasil. Teresa Cristina de Novaes Marques. 2ed. Brasília: Câmara dos Deputados. Edição Câmara, 2019
MULHER Do ostracismo à luta pelos direitos nos dias atuais/ Marii Freire Pereira
Você precisa fazer login para comentar.