Solidão

Cada vez mais, é comum observar como as pessoas estão distantes uma das outras. Claro, é algo inclusive, baste comum dentro desse conceito de sociedade moderna, cada um vivendo a sua própria vida. A correria, a falta de afinidade entre as pessoas, o amor, a verdade, tudo isso contribuindo para esse campo da solidão. AContinuar lendo “Solidão”

Carlos Drummond de Andrade.

Em verdade temos medo. Nascemos escuro. As existencias são poucas: Carteiro, ditador,soldado. Nosso destino, incompleto. E fomos educados para o medo. Cheiramos flores de medo. Vestimos panos de medo. De medo, vermelhos rios vadeamos. Somos apenas uns homens e a natureza traiu- nos. Há as árvores, as fábricas, doenças galopante, fomes. Refugiamo-nos no amor, esteContinuar lendo “Carlos Drummond de Andrade.”

Ricardo Reis ( heterônimo de Fernando Pessoa)

Quando há alguma coisa de belo a dizer em vida, esculpe-se; quando há alguma coisa de belo a fazer em alma, faz-se versos. A prosa é para a correspondência quer a correspondência particular, quer a correspondência geral, chamada literatura. A poesia não é literatura: é Arte. Ricardo Reis, Fernando Pessoa Revista Prosa e Verso eContinuar lendo “Ricardo Reis ( heterônimo de Fernando Pessoa)”

Manuel Bandeira

” Vou-me embora pra Pasárgada Lá sou amigo do rei Lá tenho a mulher que eu quero Na cama que escolherei Vou-me embora para Pasárgada…” Manuel Bandeira ( Estrela da vida inteira) William Cereja e Thereza Cochar, ano: 2013 VEM comigo Marii Freire Pereira Santarém, Pá 3 de abril de 2020

Manuel Bandeira -Antologia Poética.

Antologia Poética, é o nome dado a coleção que reúne diversos poemas do autor. Criado em 1961, a idéia era reunir esses trabalhos para marcar a grandiosidade que tem Manuel no que se refere a questão da literatura, bem como, para todos nós. Manuel sempre nos será um ganho, certamente. Além do mais, dentro desseContinuar lendo “Manuel Bandeira -Antologia Poética.”

Desencanto

Eu faço versos como quem chora De desalento…de esencanto… Fecha o meu livro, se por agora Não tens motivo nenhum de pranto Meu verso é sangue. Volúpia ardente… Tristeza esparsa…remorso vão… Dói-me nas veias. Amargo e quente, Cai, gota a gota, do coração E nestes versos de angústia rouca Assim dos lábios a vida corre,Continuar lendo “Desencanto”

Descobrindo quem sou

” Tudo o que é bom, dói!” Monja Coen. É interessante quando podemos observar a vida, aliás os traçados da vida quando ela nos leva a sair da nossa própria mediocridade. Quando ela nos arranca da nossa zona de conforto, do estado de inércia que muitas vezes nos encontramos, para conseguir ir além, para sairmosContinuar lendo “Descobrindo quem sou”

Dom Quixote

” O medo é que faz que não vejas, nem ouças Porque um dos efeitos do medo é turvar os sentidos, e fazer que pareçam as coisas outras do que são!”. Dom Quixote. Imagem: via Facebook VEM comigo! Marii Freire Pereira Santarém, 3 de abril de 2020