Descobrindo quem sou

” Tudo o que é bom, dói!”

Monja Coen.

É interessante quando podemos observar a vida, aliás os traçados da vida quando ela nos leva a sair da nossa própria mediocridade. Quando ela nos arranca da nossa zona de conforto, do estado de inércia que muitas vezes nos encontramos, para conseguir ir além, para sairmos desse conformismo a qual muitos estão acostumados.

Todo ser humano precisa escrever a sua própria história, como se diz ‘ virar o jogo’, ser capaz de se superar, de modo, a ser a idealizar a vida, mas fazê-la acontecer. Ter que aprender a competir, viver as adversidades [se quiser] ganhar. Porque viver é isso, ter coragem para sair da área de conforto e correr atrás do que almeja alcançar.

Às vezes, estamos tão acostumados com as coisas boas, que, ao identificarmos uma situação que nos incomoda, nos desestabiliza, ficamos sem norte. E que fazer? Geralmente, nos recusamos a largar o que dar prazer, por mais que muitas , isso até nos cause dor. A primeira reação do ser humano, quando isso acontece é Quer se fechar na sua própria concha. É o medo, o que simboliza essa coisa que é própria do ser humano. A primeira reação é a de querer se anular, por conta de um pouco de sossego. Todavia, qual é a ordem da vida? VÁ! É a ordem é no imperativo, clara, simples e direta. E vou dizer uma coisa, não adianta fobia, porque o que a vida quer testar os nossos limites, a nossa própria condição humana, melhor, a nossa capacidade de nos desenvolver diante de suas limitações. Ela exige o máximo. Portanto, o que resta é deixar as desculpas de lado e sair do comodismo.

Quando a monja coen diz que ” tudo o que é bom dói “, no fundo, ela afirma o seguinte: tudo na vida tem um preço. E para que se possa ser merecedor, é preciso decifrar-nos, acreditar mais em si mesmo, saber que é preciso passar pelos desconfortos, conhecer melhor as nossas dificuldades, os atritos que devemos encarar, assim infinitas definições que damos nomes aos problemas. A verdade é essa, você tem que fazer a “travessia “. Eu gosto do conceito de travessia do Guimarães Rosa, porque o mais importante não é chegar ao outro, mas valor o momento em si. A riqueza que há no caminho. O valor de tudo aquilo que você construiu. São essas pequenas coisas que não podem se perder, porque nao nos será acrescentado uma segunda oportunidade.

[…]

Na vida, nas lutas diárias que temos, é normal vir a fadiga, o desprezo por aquilo que não temos paciência, mas nós, somos o único ser modificador de nossa história. Que tenhamos a capacidade, bem como, coragem para mudar as situações que nos são contrarias. Vamos lá, coragem.

Marii Freire Pereira

Imagem pública

Santarém, Pá 3 de abril de 2020

Publicado por VEM comigo!

Bacharel em direito, cursando Pós-graduação em Direito Penal e Processo Penal.

2 comentários em “Descobrindo quem sou

    1. É um momento que tem nos ensinado muito, sem dúvida. Serve para nos aproximar, pensar na vida, no valor que ela tem, para alguns pouco, já para outros, muito…principalmente para quem perde um ente querido
      […]
      Alguém que pode ir a qualquer momento, e o que é pior, sem direito a despedidas…
      É a vida nos ensinado ‘ sem carinho ‘, o que por regra, já deveríamos saber…
      Todavia, a proposta do texto é essa, fazer com que passemos pelas adversidades para..crescer.
      Um abraço!

      Curtir

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