Florbela Espanca

Caem as folhas mortas sobre o lago; Na penumbra outonal, não sei quem tece As rendas do silêncio…Olha, anoitece! Brumas longínquas do País do Vago… Veludos…a ondear… Mistério mago… Encantamento…A hora que não esquece, A luz que a pouco e pouco desfalece, Que lança em mim a bênção dum afago… Outono dos crepúsculo dourados, DeContinuar lendo “Florbela Espanca”

Adão Ventura

” Minha carta de alforria não me deu fazendas nem dinheiro no banco, nem bigodes retorcidos. Minha carta de alforria costurou meus passos aos corredores da noite de minha pele.” (Adão Ventura. In: Ítalo Mariconi.org. Vem melhores poemas brasileiros do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. p. 275 ) Literatura brasileira:William Cereja e Thereza Cochar.Continuar lendo “Adão Ventura”

Sociedade sintomática: por que funciona tão bem para quem enxerga na ignorância a oportunidade perfeita de dominação?

Uma sociedade que não discute seus atos, que não avalia a dimensão dos seus problemas, ela tem um futuro comprometido. Quando se observa que numa sociedade existem pessoas perfeitamente normais, mas que têm acapacidade de cometer atos monstruosos, não porque seja ruim, mas por serem obediente as leis ou a ordens, vemos surgir aquilo queContinuar lendo “Sociedade sintomática: por que funciona tão bem para quem enxerga na ignorância a oportunidade perfeita de dominação?”

Alberto Caeiro

[…] Porque eu sou do tamanho que vejo E não do tamanho da minha altura…” (Alberto Caeiro. In: Fernando Pessoa. Obrigada poética. Rio de Janeiro: Aguilar, 1965. p. 208) Literatura brasileira: William Cereja e Thereza Cochar. Atual editora. São Paulo, 2013 Marii Freire Pereira https:// VEM comigo! Imagem: Pinterest. Portugal. hardsadness Santarém, Pá 29 deContinuar lendo “Alberto Caeiro”