Alberto Caeiro

” Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver no Universo…” Alberto Caeiro ( heterônimo) de Fernando Pessoa. Literatura brasileira: William Cereja e Thereza Cochar. 5 ed.reform. Atual. São Paulo, 2013 Marii Freire Pereira https://pensamentos.me/ VEM comigo! Imagem:Pinterest. plus.google. com Santarém, Pá 1 de dezembro de 2020

Alvarenga Peixoto

” Que importância tribunais e magistrados, asilos da inocência. Se pudessem témer-se declarados patronos da inocência? De quê servirão tantas tão saudáveis leis, sabias e santas, se, em vez de executadas, forem por mãos sacrílegas frustadas?” (Alvarenga Peixoto. Ode ao Marquês de Pombal. In: Antonio Candido e José A. Castello, op. cit, v. p.172 –Continuar lendo “Alvarenga Peixoto”

João Cabral de Melo Neto

[…] Tudo carrega o seu caruncho. Tudo: desde o vivo ao defunto, Da embaúba das capoeiras à economia canavieira. “ João Cabral de Melo Neto. ( Poesias completas, cit, p. 148). Literatura brasileira. William Cereja e Thereza Cochar. 5 ed.reform. Atual. São Paulo, 2013 Marii Freire Pereira https://pensamentos.me/ VEM comigo! Imagem: Pinterest. Yahoo Brasil Santarém,Continuar lendo “João Cabral de Melo Neto”

Vamos embora porque a vida não espera por nada, nem ninguém

“Ninguém conquista nada sozinho”. Então, vamos a luta, porque ainda nos falta um bocado de chão para caminhar. Marii Freire. Quem nunca se deparou com essa paisagem? Quem nunca andou numa estrada de terra, certamente terá um pouco de dificuldade para compreender do que estou falando. Essa é uma paisagem linda, que dentre outras coisasContinuar lendo “Vamos embora porque a vida não espera por nada, nem ninguém”