” Essa tal felicidade, hei de encontrar…” Tim Maia. Felicidade, o que é? Qual a origem? Será que a encontramos pronta? Bem, a palavra felicidade tem inúmeras definições. De repente, o significado que ela tem para mim, não seja o mesmo para você. Mas, ela é individual, indivisível e ao mesmo tempo única, que aContinuar lendo “Felicidade”
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Soneto ( Álvares de Azevedo)
Pálida, à luz da lâmpada sombria, Sobre o leito de flores reclinada, Como a lua por noite embalsamada, Entre as nuvens do amor ela dormia! Era a virgem do mar! na escuma fria Pela maré das águas embaladas! Era um anjo entre nuvens d’alvorada Que em sonhos se ganhava e se esquecia! Era mais bela!Continuar lendo “Soneto ( Álvares de Azevedo)”
O Ultrarromantismo
Foi um período composto por poetas desvinculados do compromisso com a nacionalidade, ou seja, eram poetas que voltavam-se para si mesmos, ou seja, havia a necessidade de conseguir desprender- se um pouco das características do período anterior que era dado por conta do Romantismo. Nessa época, houveram muitas manifestações, como a questão das agremiações estudantis,Continuar lendo “O Ultrarromantismo”
Ler
A leitura faz com que sejamos livres, mesmo vivendo dentro da nossa complexidade. Ler é maravilhoso. É tão necessário e generoso conosco, que faz nos sentir revigorados todas as vezes que pegamos um bom livro. É como a sensação de nascer novamente […] Ler consiste em sonhar, sonhar a própria liberdade!… Marii Freire Pereira Imagem:Continuar lendo “Ler”
Oscar Wilde
” A literatura antecipa sempre a vida. Não a cópia, molda-a aos seus desígnios. “ Oscar Wilde. Eu acho que a literatura é algo apaixonante. Um prazer, uma espécie de vício mesmo. Castiga, ao ponto de deixar-nos dependentes. Mas, ‘dependentes’ no bom sentido. Claro – funcionando como uma defesa a nossa vida. Na verdade, elaContinuar lendo “Oscar Wilde”
Guimarães Rosa
” O homem nasceu para aprender tanto quanto a vida lhe permita…” Guimarães Rosa Imagem: Super.abril.com.br Publicado por: VEM comigo! Marii Freire Pereira Santarém, Pá 12 de março de 2020
Nevoeiro
Nem sei nem lei, Nem paz nem guerra, Define com perfil e ser Este fulgor da terra Que é Portugal a entristecer – Brilho sem luz e sem arder. Como o que o fogo – fátuo encerra. Ninguém sabe que coisa quer. Ninguém conhece que alma tem, (Que ânsia distante perto chora?) Tudo é incertoContinuar lendo “Nevoeiro”
PARA CANTAR DE AMOR TENROS CUIDADOS
Para cantar de amor tenros cuidados, Tomo entre vós, ó montes, o instrumento; Ouvi pois o meu fúnebre lamento; Se é que de compaixão sois animados: Já vós vistes, que aos ecos magoados Do trácio Orfeu parava o mesmo vento Da lira e Anfião ao doce acento Se viram os rochedos abalados. Bem sei, queContinuar lendo “PARA CANTAR DE AMOR TENROS CUIDADOS”