” Levou tempo, eu sei, para que Eu renunciasse à vacuidade de persistir, fixo e solar, e se confessasse jubilosamente vencido, até respirar o júbilo maior da integração. Agora, amada minha para sempre, nem olhar temos de ver nem ouvidos de captar a melodia, a paisagem, a transparência da vida, pedidos que estamos na conchaContinuar lendo “Carlos Drummond de Andrade”
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Chico Buarque
” Flutuou como se fosse pássaro” Chico Buarque- Construção Fonte: LyricFind Imagem do WordPress Marii Freire Pereira VEM comigo! Santarém, Pá 30 de abril de 2020
Ferreira Gullar
” Canta coração que essa alma necessita de ilusão Sonha coração não te encha de amarguras…” Fagner ( Borbulhas de amor) Letras.mus.br Ferreira Gullar e J.L.Guerra ( Borbulhas de amor) Imagem: Marii Freire Pereira VEM comigo! Marii Freire Pereira Santarém, Pá 30 de abril de 2020
Não há vaga
O preço do feijão não cabe no poema. P preço do arroz não cabe no poema. Não cabem no poema o gás a luz o telefone a sonegação do leite da carne do açúcar do pão O funcionário público não cabe no poema com seu sério de fome sua vida fechada em arquivos. Como nãoContinuar lendo “Não há vaga”
Ferreira Gullar.
“Que importa um nome a esta hora do anoitecer em São Luís do Maranhão à mesa do jantar sob uma luz de febre entre irmãos e pais dentro de um enigma? mas que importa um nome debaixo deste teto de telhas encardidas vigas à mostra entre cadeiras e mesa entre uma cristaleira e um armárioContinuar lendo “Ferreira Gullar.”
Desilusão
De repente, você descobre que uma realidade não é aquilo que parecia ser, e a partir disso, começa perceber que entre o começo e o final, a história podem conter fragmentos de uma infinidade de outras histórias, nem sempre boas, mas com um detalhe importante, o de te fazer forte, porque a finalidade do purgatórioContinuar lendo “Desilusão”
Ariano Suassuna
” Sopra o vento _ o Sertão incendiário! Andam monstros sombrios pela Estrada e, pela Estrada, entre esses Monstros, ando!” Ariano Suassuna, A estrada. Cultura genital. com Marii Freire Pereira VEM comigo! Imagem: via Facebook Santarém, Pá 30 de abril de 2020
Tomás Antônio Gonzaga
Nesta cruel masmora tenebrosa ainda vendo estou teus olhos belos, a testa formosa, os dentes nevados, os negros cabelos. Vejo, Marília, sim; e vejo ainda a chusma dos Cupidos, que pendentes dessa boca linda nos ares espalham suspiros ardentes.” Tomás Antônio Gonzaga. Marília de Dirceu. Literatura brasileira: William Cereja e Thereza Cochar, 2013 Marii FreireContinuar lendo “Tomás Antônio Gonzaga”
Guimarães Rosa
” Mesmo ao sonhar contigo, só consigo que me ames noutro sonho dentro do meu sonho primitivo “ Guimarães Rosa, Distância Sentimental ( Magma – editora Nova Fronteira) Jornaldepoesia.jor.br Imagem:imigrante.com Marii Freire Pereira Vem comigo! Santarém, Pá 29 de 2020