“Qui dove il mare luccica E tira forte il vento Sulla vecchia terrazza Davanti al golfo di surriedo Uno uomo abbracia una regazza Dopo che aveva pianto Poi si schiarisce lá voce E ricomincia il canto Te voglio bene assai Ma tanto tanto bene sai É una catena ormai Che scioglie il sangue tinto bebêContinuar lendo “Caruso”
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Carlos Drummond de Andrade
” Por isso sou triste, orgulhoso: de ferro.” Carlos Drummond de Andrade. Confidência do Itabirano. Texto Selecionados. Literatura Comentada. Marii Freire Pereira VEM comigo! Imagem: WordPress Santarém, Pá 11 de maio de 2020
Autoabandono
Há pessoas que cuidam muito bem dos outros, menos de si. Talvez, por não estarem preparadas, por não saber lidar com os seus limites ou ainda, não reconhecerem que elas mesmas precisam de um cuidado especial, ou seja, o cuidar primeiramente de si. É regra da vida. Eu só posso me doar a alguém seContinuar lendo “Autoabandono”
Carlos Drummond de Andrade
Tenho apenas duas mãos e o sentimento do mundo, Mas estou cheio de escravos, minhas lembranças escorrem e o corpo transige na confluência do amor. Quando me levantar, o céu estará morto e saqueado, eu mesmo estarei morto, morto meu desejo, morto o pântano sem acordes. Os camaradas não disseram que havia uma guerra eContinuar lendo “Carlos Drummond de Andrade”
Clarice Lispector
“A felicidade parece para aqueles que choram Para aqueles que se machucam. Para aqueles que buscam e tentam sempre. E para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passam por duas vidas “. Clarice Lispector, Sonhe. Escola educação Marii Freire Pereira VEM comigo! Santarém, Pá 10 de maio de 2020
Destino
Todos nós sabemos que um dia vamos morrer, a morte é inevitável. Acredito que só nós, os humanos tenhamos essa concepção de modo muito claro. Os animais não. Eles não contemplam esse conceito de finitude. O homem sim, a morte simboliza notoriamente aquilo que é perecível. Nos somos frágeis, perecíveis. A vida tem começo, meioContinuar lendo “Destino”
Oswald de Andrade
“Agora vamos correr o pomar antigo Bicos aéreos de patos selvagens Tetas verdes entre folhas E uma passarinhada nos vaia Num tamarindo Que decola para o anil Árvores sentadas Quintadas vivas de laranjas maduras Vespas”. Oswald de Andrade. Bucólica Imagem: Salvador Dalí, Google Santarém, Pá 10 de maio de 2020
Olavo Bilac
” Mas que na forma se disfarce o emprego Do esforço; e a trama viva ser construa De tal modo, que a imagem fique nua, Rica mas sóbria, como um templo grego…” Olavo Bilac. A um poeta ( In: Antonio Candido e José A. Castello. Presença da literatura brasileira _ Das origens do Romantismo. SãoContinuar lendo “Olavo Bilac”
Carlos Drummond de Andrade
” O tempo pode saber que alguns erros caíram, e a raiz da vida ficou mais forte, e os náufragos não cortaram essa ligação subterrânea entre homens e coisas: que os objetos continuam, e a trepidação incessante não desfiguram o rosto dos homens; que somos todos irmãos…” Carlos Drummond de Andrade, Os Últimos Dias. TextosContinuar lendo “Carlos Drummond de Andrade”
Mãe
Há tantas formas de definir a palavra mãe. Procriar, afeto sem limites, angústia, dor, sofrimento, assedio, abuso, maus tratos, frio, fome, delicadeza, negligência, ternura, e tantas outras contribuições que elenca e assegura de tal igualdade a mulher em nossa sociedade. São títulos que, antecipadamente são concedidos a mulher- mãe. Não pense que ser mãe, éContinuar lendo “Mãe”