Hilda Hilst

” Porque há desejo em mim, é tudo cintilância Antes, o cotidiano era um pensar alturas Buscando Aquele Outro decantado Surdo à minha humana ladradura. Visgo e suor, pois nunca se faziam. Hoje, de carne e corpo, laboriso, lascivo Tomas-me o corpo. E que descanso me dás Depois das lidar. Sonhei penhascos Quando havia oContinuar lendo “Hilda Hilst”