Cruz e Sousa

” Do Sonho as mais azuis diafaneidades Que fuljam, que na Estrofe se levantem E as emoções, todas as castidades Da alma do Verso, pelos versos cantem. Que o pólen do ouro dos mais finos astros Fecunde e inflame a rima clara e ardente… Que brilhe a correção dos alabrastros Sonoramente, luminosamente. Forças originais, essência,Continuar lendo “Cruz e Sousa”

Bernardo soares

” Minha alma é uma orquestra oculta, não sei que instrumentos tange e range, cordas e harpas, timbales e tambores, dentro de mim. Só me conheço como sinfonia…” Bernardo soares. Minha alma é uma orquestra oculta. Livro do Desassossego. (Vol I. reorganização: Teresa Sobral Cunha. Coimbra. Presença, 1990- 128) Marii Freire Pereira VEM comigo !Continuar lendo “Bernardo soares”