Sonhos não tem prazo de validade

Sonhos não tem prazo de validade. Uns podem durar um, dois, quatro, seis anos ou um pouco mais. Outros, talvez uma vida toda, porque enquanto a vida acontece, eles estão ali, altivos, inquietos como olhos de criança a fitar com carinho, quem os embala dia após dia. Inocentes, cativantes, angelicais, grandiosos, ou arrebatadores, os sonhos são necessários a vida. Sem estes, não viveríamos, nem seríamos capazes de construir coisas extraordinárias. “Os sonhos são como pontes que nos conduz ao altar de nossas realizações.” São eles ( os sonhos) que faz a vida ter sentido, que nos lança ao que se chama muitas vezes de impossível, mas fazendo o possível, se descobre que o impossível é para aqueles que não tentam realizá-los.

Único, indivisível, arremessador e intransferível é o desejo humano; uma vez transformado em objeto de cobiça, este nos cativa e faz-nos atravessar desertos, suportar adversidades imprevisíveis, viver de esperança vã […], parece estranho o que digo, mas é essa palavra ” esperança” que muitas vezes nos faz acalentar o fio invisível da fé. Exatamente isso que você leu, fé! Enquanto existir 1% dela, você constrói o alicerce necessário para perseverar sobre aquele ” nada”, sobre aquele mísero desejo humano, que torna cada um de nós em vilão ou herói de si mesmo, digno de suas lutas e vitórias.

” O sonho é o que nos move”

Os sonhos são como plumas ao vento […], voa para longe. E, quanto mais este sopra rumo ao infinito, mais você se alonga tentando alcançar, e percebendo que para mais longe ainda, essa pluma se vai, mais você se esforça para tocar, para agarrar com as duas mãos, mas percebe que é quase impossível…lutar contra a força do invisível. Assim é o desafio de sonhar, de se desejar verdadeiramente algo para si. Por isso, há desejos que se realizam, se concretizam. Mas há outros que você precisa desistir. Mas, mesmo desistindo não os deixa de sonhar. Você simplesmente, arquiva, guarda ou “engaveta”. Eu por exemplo tenho alguns guardados. Necessariamente, não desisti deles, mas por conta de circunstâncias, não sei se terei o privilégio de conhecer as delícia contidas nestes. Sei que guardados, “cristaliza os meus desejos que viverão através dos desejos de outros, outros e outros…” Isso significa que os sonhos não morrem e nem têm prazo de validade. Momentaneamente, por conta de situações adversas, como disse anteriormente, estes por decreto ficam eternizados para sempre no meu inconsciente. Mas de uma coisa eu sei, os que não realizar nesta vida, anotarei na pauta de outra oportunidade com a devida urgência. “Hoje desisto de um sonho, não de sonhar”. Todavia, levo comigo, a certeza de que a travessia que me trouxe até aqui, foi um percurso verdadeiramente lindo, fértil e cativante.

Marii Freire. Sonhos não tem prazo de validade.

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Imagem: pinterest/

Santarém, Pá 17 de dezembro de 2022

Publicado por VEM comigo!

Bacharela em direito, Pós- graduada em Direito Penal e Processo Penal.

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