O Grito

Hoje, 3 de janeiro, primeiro domingo do ano de 2021. Começamos o dia com a obra expressionista de Evard Munch. Apesar do estranhamento presente nesses tempos que vivemos, e a própria obra de Munch, que nos faz acreditar nesse grito sombrio – o momento é outro , ” O dia amanheceu!”, temos uma nova oportunidade pela frente. Diante de nossa face, não pode haver medo. É sim, um grito de liberdade, de oposição ao que vivemos. Já não importa o velho, o rosto e dores que foram silenciadas […]. O Brasil precisa se agarrar as oportunidades e seguir firme rumo a novos desafios. Desafiar inclusive, a sua coragem moral e ser solidário a determinadas realidades das quais tem se omitido. Escrever com veemência, com paixão o triunfo sobre aquilo que tem deixado os brasileiros indignados.

O grito mostra o pavor, o medo, desespero de modo longo diante de uma feição defunta. Superamos isso, vamos ressignificar o nosso olhar. Ao invés de olhos submissos, vamos confiar, respeitar, gritar profundamente, mas com repugnância em relação ao medo que nos afligiu, a morte que nos ronda o tempo inteiro. Vamos soltar um grito sim, mas das sensações supremas!

Estamos defronte de novas oportunidades, acordamos para todas elas.

Faz a tua parte.

Marii Freire Pereira

https://pensamentos.me/ VEM comigo!

Imagem: google/ revistagalileu.globo.com

Santarém, Pá 3 de janeiro de 2021

Publicado por VEM comigo!

Bacharela em direito, Pós graduada em Direito Penal e Processo Penal.

4 comentários em “O Grito

  1. Marii, adorei o seu texto, aliás, seus textos são requintados, com sua marca, uma pitada, sobre causas do Brasil, claro que seus poemas são diversos. A leitura deveria ser uma obrigatoriedade, não digo como imposição, mas de tornar a leitura prazerosa, principalmente aos alunos das primeiras series escolares, assim vão se tornar futuros leitores assíduos.

    Curtido por 1 pessoa

    1. Você entendeu muito bem a mensagem. Isso é muito gratificante. Quando escrevemos gostamos de ser desvendados. Sim, a leitura deveria ser uma arte prazerosa. Mas, infelizmente, vemos muitas pessoas que não gostam de ter essa relação estreita com a leitura. É como você diz, deveria começar lá pela base, logo nos primeiros anos para que, adultos os jovens pudesse despertar para receber a leitura como algo prazeroso.

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