” Idade madura em olhos, receitas e pés, ela me invade
com sua maré de ciências afinal superadas.
Posso desprezar ou querer os institutos, as lendas,
descobri na pele certos sinais que aos vinte anos não via.
Eles dizem o caminho,
embora também se acovardem
em face a tanta claridade roubada ao tempo.
Mas eu sigo, cada vez menos solidário,
em ruas extremamente dispersas,
transito no canto do homem ou da máquina que roda,
aborreço-me de tanta riqueza, jogo-a toda por um número de
[ casa,
e ganho”.
Carlos Drummond de Andrade. Idade madura. A Rosa Do Povo. Círculo do Livro, São Paulo, 1945
VEM comigo!
Marii Freire Pereira
Imagem: Marii Freire
Santarém, Pá 3 de junho de 2020

Ah, também tenho um caso de amor com elas. Nas tags borboletas verás meu amor com elas.
Abraço
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Mariana, eu fiquei surpresa, quando essa veio espontaneamente sentar no meu braço. Ela gostou não queria sair. Então, com cuidado consegui passá-la para o meu dedo. Também gosto muito delas, são graciosas, leves!…
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elas só pousam em quem tem o coração bom. Abraço carinhoso
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São sábias!..
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Em nossa pele há estradas,caminhos que demonstram nossas batalhas empreendidas. LUZ E AMOR!
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As marcas que mais impressionam são as que ficam na alma!
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