” Negras mulheres, suspendendo às tetas
Magras crianças, cujas bocas pretas
Regra o sangue das mães:
Outras, moças mas nuas e estampadas,
No turbilhão de espectros arrastadas,
Em ânsia e mágoa vãs!”.
Castro Alves, parte quarto do ” O Navio negreiro “. Literatura brasileira: William Cereja e Thereza Cochar. São Paulo, 2013
Marii Freire Pereira
VEM comigo!
Santarém, Pá 7 de maio de 2020