Sobre um mar de rosas que arde

Sobre um mar de rosas que arde

Em ondas fulvas, distante,

Erram meus olhos, diamante,

Como as asas dentro da tarde.

Asas no azul, melodias,

E as horas são velas fluidas

Da nau em que, oh! alma, descuidas

Das esperanças tardias.

( Pedro Kilkerry. In: Ítalo Moricone. Os cem melho poemas brasileiros do século. São Paulo: Objetiva)

Imagem: Os barcos (1874), de Claude Monet. Musée d’Osay, Paris, França.

Literatura brasileira: William Cereja e Thereza Cochar, ano: 2013

VEM comigo!

Marii Freire Pereira.

Santarém, Pá 1 de abril de 2020

Publicado por VEM comigo!

Bacharel em direito, cursando Pós-graduação em Direito Penal e Processo Penal.

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