Chico Buarque

” Amou daquela vez como se fosse a última

Beijou sua mulher como se fosse a última

E cada filho seu como se fosse o único

E atravessou a rua com seu passo tímido

Subiu a construção como se fosse máquina

Ergueu no patamar no patamar de quatro paredes sólidas

Tijolo com tijolo num desenho mágico

Seus olhos embalados de cimento e lágrimas

Sentou para descansar como se fosse fosse sábado

Comeu feijão como se fosse príncipe

Bebeu e soluço como se fosse um náufrago

Dançou e gargalhoi como se pubusse música…”

Chico Buarque- Construção ( 1971)

https://m.letras.mus.br

Imagem: Brasil de fato

VEM comigo!

Marii Freire Pereira

Santarém, 30 de março de março de 2020

Publicado por VEM comigo!

Bacharel em direito, cursando Pós-graduação em Direito Penal e Processo Penal.

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