Lembranças de morrer

Quando em meu peito rebentar-se a fibra,

Que o espírito e aça à dor vivente,

Não derramem por mim nem uma lágrima

Em pálpebra demente

Eu deixo a vida como deixa o tédio

Como o desterro de minh’alma errante,

Só levo uma saudade

De meu pai…de meus amigos “.

Álvares de Azevedo.

Publicado por: VEM comigo!

Marii Freire Pereira

Literatura brasileira- William Cereja e Thereza Cochar. Ano: 2012

Santarém, Pá 17 de março de 2020

Publicado por VEM comigo!

Bacharel em direito, cursando Pós-graduação em Direito Penal e Processo Penal.

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